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Novo recurso do Google te ajuda a recusar chamadas de telemarketing; veja como

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Aplicativo Google Telefone ganha novidade


O Google vai testar um novo recurso no Brasil, o Chamadas Verificadas. A novidade ajuda os usuários a saberem o motivo de uma ligação antes mesmo de atendê-la. A ferramenta vai ajudar a recusa de chamadas de telemarketing , assim como evita golpes.


De acordo com o site The Verge, o Brasil será o primeiro país a testar a novidade, que funciona através do aplicativo Telefone, disponível para Android . O recurso está chegando gradualmente aos celulares, e não tem data de lançamento oficial. 

Cada vez que uma chamada considerada confiável é recebida, ela vem com um selo, permitindo que o usuário a atenda com mais confiança. Para isso, é preciso que a empresa que está fazendo a ligação forneça alguns dados ao Google

Como vai funcionar?

A verificação de chamadas só funciona nos celulares que recebem ligações pelo aplicativo Telefone, como os da Motorola e da Xiaomi , e será acionada por padrão. Fabricantes que utilizam outros apps próprios para ligação, como a Samsung , não receberão a novidade. 

Antes de ligar, a empresa fornecerá ao Google o número de telefone dela, do cliente e o motivo da chamada. Esses dados são comparados com os da ligação no momento da chamada, fornecendo, ou não, o selo de verificação. Assim, fica mais fácil para o usuário escolher se atende. 

A dificuldade da novidade é que não se sabe se as empresas realmente terão o trabalho dobrado de enviar essas informações de forma prévia ao Google.

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iPhone molhado perde fotos de viagem e Apple terá que indenizar cliente

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iPhone 11
Divulgação/Apple

iPhone 11

A Apple terá que indenizar um consumidor que teve seu iPhone danificado por contato com a água e perdeu fotos de viagem em “ilha paradisíaca”. A decisão foi tomada pelo juiz Álvaro Luiz Chan Jorge, do 3º Juizado Especial Cível de Taguatinga (DF), que entendeu que a empresa não pode fazer propaganda dizendo que o smartphone é resistente à água e, na prática, não dar garantia para problemas causados após o produto ser molhado.

A empresa terá que pagar ao consumidor R$ 4,9 mil para restituir o valor do iPhone, além de R$ 2 mil em indenização por danos morais. O smartphone foi vendido como resistente à água em até 4 metros de profundidade por 30 minutos. O modelo, porém, não resistiu ao ser molhado.

“Não há qualquer prova nos autos, ou sequer indícios, de que o defeito decorreu de mau uso do aparelho por parte do autor, que afirma que o telefone teve contado mínimo com a água, através de algumas gotas apenas, quando era utilizado para fotografar perto da piscina”, escreveu o juiz em sua decisão.

Depois que o iPhone parou de funcionar com os respingos de água, o consumidor ficou sem poder usar o celular em sua viagem de férias “em ilha paradisíaca”. Assim, ele não conseguiu tirar fotos, perdeu todas as que tinha feito e não conseguiu se comunicar com a família. Diante do “desgaste, desconforto e frustração que extrapolaram a esfera do mero aborrecimento”, os danos morais também foram incluídos pelo juiz.

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Disney é barrada de usar nome Star+ em streaming após briga com StarzPlay

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Star+ versus StarzPlay
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Star+ versus StarzPlay

A poucas semanas do lançamento, o novo serviço de streaming da Disney  para a América Latina com um catálogo composto por filmes, séries, transmissões e animações direcionadas ao público adulto sofreu um revés importante. A Starz Entertainment, dona da plataforma StarzPlay, conseguiu na Justiça impedir que a companhia do Mickey Mouse utilize a marca Star Plus (Star+).

O desentedimento judicial ocorre desde abril, quando a Starz entrou com um pedido no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), órgão responsável pelo registro de marcas no Brasil, de registro de oposição das marcas “Star” por parte da Disney.

No entanto, um outro processo corria na 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo. Nesta segunda-feira (26), o desembargador Jorge Tosta expediu uma antecipação de tutela recursal, exigindo que a Disney se abstenha de utilizar as expressões “Star Plus” e “Star+” na nova plataforma de streaming. A decisão é válida enquanto a Justiça analisa o caso em nova instância – algo que não há previsão de acontecer.

No relatório, Tosta afirmou que a Disney “passará a ofertar serviços de entretenimento idênticos aqueles que já são fornecidos pela agravante [StarzPlay]”, e que “um consumidor, ao referir-se aos serviços de streaming ofertados pelas partes, não o fará dizendo que assistiu a um filme pela ‘StarzPlay’ ou pela ‘Star Plus’, mas simplesmente pela ‘Star'”.

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O magistrado também comentou que caso a Disney usar a marca que pretende, a Starz pode ser prejudicada pelo risco de “confundir o consumidor”. Ele ainda disserta que “se a Starz chegou primeiro e tem prioridade para usar, é necessário que haja respeito entre as partes”. Em caso de descumprimento da exigência, a Disney deverá pagar uma multa diária ainda a ser determinada pela Justiça.

Mesmo não tão conhecido como o Disney Plus, Netflix, Prime Video e HBO Max, o StarzPlay é um player importante no setor de entretenimento, que existe no Brasil desde outubro de 2019. Com alguns sucessos no catálogo como as franquias Jogos Vorazes, Divergente e Truque de Mestre, o serviço de streaming é vendido diretamente pela programadora e por parceiros, como a Apple TV e operadoras de telecomunicações.

Decisão não afeta canais Star, que substituíram Fox

A marca Star vai além do serviço de streaming que deve ser lançado no fim de agosto. Em fevereiro de 2021, a Disney também adotou esse nome para renomear os canais de TV da Fox.

No entanto, vale ressaltar que a Justiça determinou restrição apenas para as plataformas de streaming Star Plus e não para os produtos da TV paga – mesmo que a Starz ainda esteja lutando para que a Disney também se abstenha de usar a marca em futuros canais. Além do Brasil, o imbróglio também atinge outros países da América Latina, como México e Argentina.

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