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Cuiabá

Atendimento presencial ofertado pela Secretaria de Fazenda estão suspensos

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Seguindo as diretrizes do decreto nº 7.970, assinado pelo prefeito Emanuel Pinheiro na quinta-feira (25), a Secretaria Municipal de Fazenda suspendeu o atendimento presencial ao público. Dessa forma, os serviços relacionados a Pasta estão sendo disponibilizados por meio de telefone ou canais eletrônicos.

A medida cumpre uma determinação judicial que prevê a realização de Quarentena Coletiva, até o dia 09 de julho. Conforme estabelecido no decreto, está proibido, durante esse período, qualquer tipo de atendimento presencial em órgãos públicos e concessionárias de serviços público. 

Para evitar aglomeração de pessoas e a proliferação do novo coronavírus (Covid-19), canais de atendimento não presenciais devem ser oferecidos ao público. 

As atividades relacionadas a situação fiscal do munícipe junta a Prefeitura de Cuiabá são ofertadas diretamente no Centros Integrados de Atendimento ao Contribuinte (CIACs) e nas Lojas de Atendimento ao Cidadão (LACs). As estruturas, distribuídas na região Sul, Norte e área central, atendem diariamente milhares de pessoas. Com a suspensão temporária, o Município cumpre com mais uma medida de prevenção e controle ao Covid-19.

Veja no anexo abaixo como serão feitos os atendimento relacionados aos serviços ofertados pela Secretaria Municipal de Fazenda

 

 

 

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Cuiabá

Fiscais sanitários falam sobre desafio de atuar durante pandemia

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Cerca de 30 fiscais da Vigilância Sanitária estão envolvidos nos trabalhos das barreiras sanitárias instaladas em quatro rodovias de acesso a Cuiabá, desde quarta-feira (8). São profissionais com várias formações na área da saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas, bioquímicos, odontólogos, capacitados para fazer a triagem dos condutores e passageiros abordados nas blitzes e, diante de febre ou demais sintomas de Covid-19, encaminhá-los para uma unidade de saúde.

A fiscal sanitária Gicele Gomes afirma que em 15 anos de profissão e nunca passou por uma situação como esta de pandemia. “É uma situação nova para muitos colegas. Tem sido bastante desgastante nas últimas semanas. Então, como tem crescido o número de casos é bastante desgastante sim, mas também é gratificante saber que nós podemos contribuir com a sociedade na prevenção da saúde”, afirma.

Também é a primeira pandemia enfrentada pela fiscal sanitária Criciane Zambrim, que destaca os cuidados redobrados que ela e os colegas precisam tomar pelo fato de estarem na linha de frente no combate ao novo coronavírus. “A gente tem todos os cuidados pessoais e a gente ainda procura redobrar esses cuidados quando a gente volta para casa porque, ao retornar, a gente está em contato com nossos familiares. Então, sempre há o risco para quem está na linha de frente dessa pandemia de adquirir a doença”.

As fiscais sanitárias Gicele e Criciane reforçam que a intenção da barreira sanitária não é proibir a entrada de pessoas na cidade, mas fazer um diagnóstico antecipado, encaminhando aquelas que apresentarem sintomas da Covid-19 para atendimento médico. “A barreira é necessária sim, principalmente nos veículos que vêm de outros estados, que estão trafegando pela nossa BR. Estamos abordando e conscientizando que nós estamos num estágio mais avançado da doença, para que eles tomem cuidados redobrados também na questão da higienização e da propagação da Covid. É bem preventivo o trabalho”, explica Criciane.

Os profissionais relatam que tem sido positiva a avaliação da população abordada nas barreiras. “As pessoas estão sendo bem receptivas, estão atendendo bem, estão até elogiando a gente pelo trabalho. Gostei muito da participação dos condutores aqui abordados”, disse Divalmo Pereira Mendonça, gerente de Fiscalização da Vigilância Sanitária.

Ainda assim, Criciane Zambrim pondera que, mesmo com tantas informações sendo divulgadas pela mídia, ainda falta conscientização de uma parcela da comunidade. “Ainda há pessoas que se recusam a usar máscara o tempo todo, às vezes não cuidam totalmente no cuidado com o álcool em gel. E são cuidados tão necessários tanto para ela como para as pessoas que estão próximas”, afirma.

Para essas pessoas, a fiscal sanitária Gicele Gomes apela: “Evitem a circulação, se previnam, cuidem-se. Deixem a gente trabalhar por vocês”.

 

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Cuiabá

Parte da população quer levar uma vida normal dentro de uma pandemia, lamenta diretor de Vigilância em Saúde

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O diretor de Vigilância em Saúde de Cuiabá, Benedito Oscar Campos, destacou que, apesar de extremamente importante, a conscientização popular continua sendo uma das dificuldades enfrentadas pelo Município no combate à Covid-19. De acordo com o diretor, mesmo diante do momento delicado, ainda é comum notar que “uma parte da população quer levar uma vida normal dentro de uma pandemia”. 

Conforme Campos, a Prefeitura de Cuiabá tem adotado um cuidado ainda maior na aplicação de medidas de biossegurança, para não criar uma sensação de que a crise sanitária já foi superada. “Infelizmente, precisamos ser paternalistas e fazer um controle da população. A Prefeitura está tomando decisões duras, o comércio fechado e pagando caro por isso, mas muita gente continua fazendo festinhas, como se nada tivesse acontecendo”, comenta. 

O diretor explica também o longo período com restrições e isolamento social são fatores que o ser humano, comumente, apresenta dificuldades para lidar. Dessa forma, faz-se necessário que o Município sempre se atente a isso ao implantar novas ações. “Toda medida deve ser tomada com muito cuidado, para que não resulte em um descontrole e aglomerações. É uma atenção que estamos tendo para não sofrer o que outras cidades sofreram”, completa. 

As declarações de Campos são confirmadas nas prática pelo trabalho diário realizado pela equipe de fiscalização unificada. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, entre os dias 27 de março e 1º de julho, foram lavrados 922 instrumentos fiscais, em 127 bairros, referente ao descumprimento dos decretos municipais que tratam sobre as medidas emergenciais no período de pandemia, como a diminuição do fluxo de pessoas e de aglomerações.

Em relação ao toque de recolher implantado Capital, entre os dias 29 de junho e 5 de julho, foram registrados 135 denúncias de descumprimento. O relatório aponta que a faixa de horário com maior número de ocorrências é a das 23h, com 44% das denúncias. Na faixa de 0h, estão 20% das ocorrências; 16% ocorrem por volta das 22h; 10% na faixa de 1h; 6% na faixa de 2h, 3% em torno de 3h e 1h após as 4h.

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