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Ferrari Enzo é o novo carro mais caro vendido em um leilão online

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Ferrari Enzo
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Ferrari Enzo: O último hiper-carro “raiz” e que marcou época, com câmbio de Formula 1, motor V12 aspirado e visual consagrado nos anos 2000

As casas de leilões pelo mundo já estão acostumadas a ver relíquias da Ferrari superar recordes. E, então, eis que a Ferrari Enzo, modelo de produção limitada que leva o nome do criador da marca, quebra a banca mais uma vez. Foi vendida por 2,3 milhões de euros, ou R$ 12,9 milhões, via internet, tornando-se o carro mais caro da história a ser leiloado online. O evento online foi feito pela RM Sotheby’s, uma das casas de leilões mais famosas do planeta.

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Ferrari
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A grade traseira estreita, logotipo pequeno,além das quatros saídas de escape e quatro lanternas traseiras, despertam muitas saudades

Sem que o milionário pudesse vê-la por perto, o novo recorde desbanca outra Ferrari vendida em 2015, uma 288 GTO de 1985, que sido tinha sido arrematada por 2 milhões de euros na época, R$ 8,4 milhões. A Ferrari Enzo , ano/modelo 2003, teve apenas 400 exemplares fabricados.

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Tecnologia que surpreende até hoje

Ferrari
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Seu interior equivale aos hiper-carros atuais, que mostram o forte vinculo com a equipe de Formula 1

E a famosa frase de Enzo Ferrari de que “quando você compra uma Ferrari, paga-se apenas pelo motor e o resto vem de graça”, é eternizada nesse hiperrcarro, através do que se encontra debaixo do capô. O modelo tem um motor 6.0 V12 que entrega 660 cv e 65,7 kgfm. A tração é traseira e o câmbio automatizado, de seis marchas. Os números garantem uma aceleração de zero a 100 km/h em apenas três segundos e atinge uma velocidade máxima de 250 km/h.

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O primeiro proprietário desta Enzo foi um colecionador de São Francisco (EUA), que ficou com o modelo até 2018, quando decidiu vender. Entretanto, nenhum dos dois donos rodou tanto assim com o hipercarro, o que se observa pelos seus pouco mais de 2.000 km no odômetro. A unidade também é uma das poucas, entre as 400, que conta com os revestimentos dos bancos com os emblemas feitos em impressoras 3D, item que era vendido como opcional e que poucos clientes da  Ferrari quiseram.

Fonte: IG CARROS

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Fiat Strada Volcano: nova geração da picape “superstar”

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Fiat Strada
Carlos Guimarães/iG

Fiat Strada Volcano: nova geração da picape ficou parecida com a Toro, que também vai ganhar o novo logo na grade dianteira

A Fiat resolveu mostrar a nova geração da picape Strada como se fosse o “Rei do Rock”. No filme publicitário, o carro aparece com toda pompa de líder absoluto e famoso, assim como era Elvis Presley a partir de meados dos anos 50. Pelo o que notamos na semana em que avaliamos a novidade em trechos de terra e de asfalto, as chances dessa fama e liderança serem ainda mais evidentes são grandes. De fato, a evolução foi considerável.

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Vamos logo às impressões, já que o que mais me chamou atenção nessa versão topo de linha Volcano (R$ 79.990) foi o acerto da suspensão, que continua com eixo traseiro rígido, com mola parabólica com lâmina única. O carro consegue absorver com maestria as irregularidades em qualquer tipo de piso. Em um trecho cheio de imperfeições, lombadas, subidas e descidas em que costumo passar para fazer as avaliações, a nova Fiat Strada encarou com louvor.

Mesmo sem muita dó, não ouvi nem uma raspadinha de nada na parte de baixo, em parte, mérito do vão livre de 21 cm, o que é compatível com a de alguns SUVs raiz, como o Suzuki Jimny . Com essa maior distância, porém, deve-se ter um pouco de cautela nas curvas, mas o carro sempre nos pareceu bem equilibrado, transmitindo segurança por ter controles eletrônicos de estabilidade e tração.

Na versão Volcano , que entra na lugar da topo Adventure, os pneus 205/60R 15 são de uso misto, o que ajuda a superar estradas de terra e alguns obstáculos pelo caminho junto com o sistema que funciona junto com o ABS para evitar que as rodas patinem em pisos de baixa aderência. Então, se tiver que andar fora do asfalto, o nova Strada se sairá muito bem. Bom também é que o motor 1.3 Fire Fly é bem mais eficiente que o já antiquado 1.8 E.TorQ.

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São 109 cv e razoáveis 14,2 kgfm de torque a 3.500 rpm, força suficiente apenas para o utilitário de 1.174 kg de peso ter agilidade mediana, com relação entre peso/ potência de 10,8 kg/cv , o que é dentro da proposta de utilitário leve para o lazer. Tanto é que a aceleração de 0 a 100 km/h é feita em nada muito empolgantes 11,2 segundos, com máxima de 168 km/h. Ainda no conjunto mecânico, o câmbio é manual, de cinco marchas, como engates fáceis e precisos, embora com curso um pouco mais longo que o ideal. Por enquanto, não há opção de caixa automática.

Bom mesmo do novo motor 1.3 é a economia de combustível. De acordo com dados do Inmetro, a Fiat Strada Volcano faz 12,1 km/l de gasolina de cidade e 13,3 km/l na estrada, números que passam para 8,4 km/l e 9,4 km/l com etanol, respectivamente. Ponto positivo também para a direção com assistência elétrica, leve nas manobras e segura conforme vai aumentando a velocidade, com raio de giro de 10,7 metros, melhor que os 12,2 m da Toro.Os freios também funcionam a contento e o isolamento acústico é aceitável.

Fiat Strada, ou Toro em miniatura?

Quanto ao novo visual, é unânime que ficou parecido com o da Toro , que acabou virando uma grife, de tanto sucesso que tem feito. Houve até quem tenha me parado no sinal para comentar isso. De qualquer forma, a parte funcional das mudanças ficam por conta de detalhes como a tampa da caçamba que ganhou amortecimento, facilitando o fechamento. Há também as lanternas e faróis com LED no lugar de lâmpadas convencionais, no caso da versão Volcano.

Mas o principal fica por conta das quatro portas e o espaço maior para acomodar três passageiros no banco de trás. Agora é possível se acomodar melhor que na Strada anterior. Poderiam ter caprichado mais no acabamento, mas incluíram bons porta-objetos, como a prateleira para levar o celular no console central. Além disso, há entrada USB para carregar o celular no banco traseiro e a nova central multimídia tem tela com boa resolução e aceita parear Android Auto e Apple Car Play em uso de fio.

Na caçamba, vão 844 litros e 650 kg de carga. Para levar uma moto, apenas com extensor, vendido como acessório. Porém, há iluminação, que pode ser controlada por um botão bem no meio do painel, onde também ficam os commandos do controle de tração, dos faróis auxiliares e do pisca alerta. No geral, a ergonomia é boa, apenas o computador de bordo é um pouco confuso de usar, vindo do Uno, assim como o quadro de instrumentos e outros componentes internos.

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Conclusão

A nova Fiat Strada chega com conjunto bem acertado e boa relação entre custo e benefício para continuar na liderança do segmento. Nessa versão topo de linha vai fazer falta apenas a opção do câmbio automático CVT, que poderá ser oferecido mais adiante. Agora nos resta saber como se comportam outras configurações da picape. Fique ligado.

Ficha técnica

Preço: a partir de R$ 79.990

Motor: 1.3, quatro cilindros, flex

Potência: 109 cv (E) / 101 cv (G) a 6.250 rpm

Torque: 14,2 kgfm (E) / 13,7 kgfm (G)  a 3.500 rpm

Transmissão: Manual, 5 marchas , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo rígido (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambores (traseiros)

Pneus: 205/60 R15

Dimensões: 4,48 m (comprimento) / 1,73 m (largura) / 1,60 m (altura), 2,74 m (entre-eixos)

Tanque: 55 litros

Caçamba: 844 litros

Consumo etanol: 8,4 km/l (cidade) / 9,4 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 12,1  km/l (cidade) / 13,3 km/l (estrada)

0 a 100 km/h:11,2 segundos

Vel.Max: 168 km/h

Fonte: IG CARROS

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Yamaha apresenta novo modelo, mas com visual retrô

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Yamaha
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Yamaha XSR 155: acabamento caprichado e visual retrô são os itens que se destacam na novidade da marca japonesa

A Yamaha começa a oferecer nas Filipinas a XSR155, um modelo de entrada que se destaca pelo visual no estilo “neo-retrô”, mais comum em motos de segmentos superiores. Entre os detalhes estéticos que mais chamam atenção está o farol de formato circular com LED no lugar de lâmpadas convencionais.

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O tanque da Yamaha com linhas que lembram uma gota tem estilo clássico e que nunca sai de moda. Além disso, o assento tem acabamento caprichado e também remete aos modelos clássicos, podendo ser incluído na lista dos pontos altos da moto, que chega a ter alguns componentes feitos a mão.

Equipada com um motor de 155 cc, com quatro válvulas e potência equivalente a 19,3 cv (6,9 cv mais potente que o propulsor usado nas Factor e Fazer 150 brasileiras) e um câmbio de seis marchas, a Yamaha XSR155 se caracteriza por detalhes como o assento com visual retrô. A lista de equipamentos da moto inclui lanterna traseira de LED, painel digital, pneus de uso misto em rodas de 17″ e a suspensão frontal com garfos invertidos.

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A Yamaha XSR155 está disponível no país asiático por 162 mil pesos filipinos (cerca de R$ 17.500). De acordo com a fabricante japonesa, o modelo será oferecido com uma série de acessórios de customização, que permitem transformar o modelo em uma café racer. Ainda não há notícia da chegada do novo modelo ao Brasil.

Fonte: IG CARROS

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