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Covid-19: Brasil ultrapassa 31 mil óbitos; casos passam de 555 mil

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mulher entubada
Jochen Sand/GettyImages/Creative Commons

País teve novo recorde de registros em 24 horas


Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Saúde hoje, 2, sobre a pandemia da Covid-19 , o Brasil chegou aos 31.199 óbitos registrados, sendo 1.262 novas mortes, novo recorde de registros em 24 horas. Dos óbitos, 367 foram nos últimos três dias.

Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, os novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil são 28.936, totalizando 555.383.


No levantamento da pasta da última segunda-feira, o número de óbitos chegou a 29.937, com 623 novos registros. Já a quantidade de pessoas com a Covid-19 saltou 526.447, sendo que o aumento foi de 12.247.

São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 7.994 ocorrências.O Rio de Janeiro fica em segundo lugar, com 5.686 mortes.

Leia também: Mortes por Covid-19 em São Paulo chegam a 7,9 mil

São Paulo também lidera a lista de casos confirmados. O estado tem 118.7.994 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 56.732 vítimas de contaminação, seguido por Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207).

tabela de ministério da saúde com dados sobre a pandemia
Divulgação/Ministério da Saúde

Tabela de dados oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde



Leia também: Datafolha: maioria da população diz conhecer alguém que já contraiu a Covid-19

O estado menos afetado é o Mato Grosso do Sul, que tem registro mantido em 20 mortes e 1.646 casos confirmados de Covid-19 desde o início da pandemia.

Ainda segundo o Ministério da Saúde , 300.546 pacientes com Covid-19 estão em acompanhamento, 222.638 estão recuperados e 4.312 óbitos ainda estão sob investigação.

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Caso Miguel: Justiça pede cassação do prefeito Sérgio Hacker, marido de Sarí

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sérgio hacker
Reprodução

Sérgio Hacker (PSB) é acusado de improbidade administrativa por ter pago doméstica com dinheiro público

O marido de Sarí Corte Real e prefeito de Tamandaré, em Pernambuco, Sérgio Hacker (PSB) , pode perder o cargo e ficar inelegível. Uma ação por ato de improbidade administrativa contra o gestor foi ajuizado pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra ele e a secretária de Educação do município, Maria da  Conceição do Nascimento.

No processo, os promotores pedem a condenação do prefeito e da secretária de Tamandaré por utilização de recursos públicos para pagar serviços particulares prestados na casa de Sarí Corte Real e Sérgio Hacker. A empregada doméstica Mirtes Renata Santana, mãe de Miguel Otávio , trabalhava na casa da família com salário pago pela prefeitura, sem que ela soubesse.

O caso passou a ser investigado após Miguel Otávio morrer ao cair do nono andar de um edifício de luxo que fica em Recife , capital pernambucana. A morte aconteceu após Sarí pedir para que Mirtes passeasse com o cachorro da família. Sarí deixou Miguel entrar no elevador sozinho e foi indiciada por abandono de incapaz com resultado em morte.

O MPPE pede que tanto o marido de Sarí quanto a secretária de Educação de Tamandaré tenham a perda do cargo, pagamento de multa, suspensão temporária dos direitos políticos e proibição temporária de contratar ou estabelecer vínculo de qualquer natureza com o poder público.

Sérgio Hacker chegou a devolver cerca de R$ 200 mil para alegar que não haveria danos aos cofres públicos . No entanto, o crime de improbidade já havia sido cometido e violado princípios da administração pública. 

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Em março, MS já projetava 100 mil mortes por Covid-19, diz ex-secretário

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Em março, quando restrições de mobilidade para conter a pandemia eram decretadas, o Ministério da Saúde já projetava a possibilidade de o País alcançar o marco de 100 mil mortes pela Covid-19 até setembro.

A informação é do ex-secretário de Vigilância da pasta Wanderson Oliveira, um dos responsáveis por formular a estratégia para enfrentar a pandemia de Covid-19 . Ele entrou no cargo na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta  e pediu demissão após a saída de Nelson Teich .

O secretário de Vigilância em Saúde%2C Wanderson Oliveira
JOSE DIAS / Divulgação

O secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira

Para ele, o número atual de mortes pela doença, que já chega a 60 mil, poderia ser menor caso houvesse maior adesão a medidas de distanciamento social.

“Já imaginávamos uma situação delicada, embora os parâmetros vão mudando ao longo do tempo. Na prática, o que vemos hoje é um cenário muito preocupante e que ainda não está completamente desenhado”, disse ele à Folha .

“Em abril, pedi à minha equipe que cada um fizesse estimativa de quantos óbitos poderíamos ter em 1º de julho, baseado na percepção do que estávamos vivendo. Lembro que coloquei uma estimativa mais otimista [do que temos hoje], de 42 mil [mortes]. Outros colocaram outras”, continuou.

Questionado se chegou a avisar o Planalto sobre sua previsão, ele não pestanejou. “Foi avisado, tanto que tivemos reunião com a Economia. Em seis meses [o que seria setembro] era quando teria esse volume de óbitos mais largo, de 100 mil”.

“Na prática, se considerar um cenário nesse ritmo, não vejo muita diferença disso, não. Vai ter até mais. Estamos com 58 mil mortes [nesta quarta, foram 60 mil] no primeiro semestre. Se mantiver esse padrão, mesmo olhando a curva caindo ao longo do tempo, perto do fim do ano posso ter 110 mil, 120 mil”, deliberou ele sobre pandemia de Covid-19 .

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