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Saúde

Brasil registra mais de 31 mil mortes por covid-19

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O balanço diário divulgado hoje (2) pelo Ministério da Saúde trouxe 28.936 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 555.383. O resultado marcou um acréscimo de 5,4% em relação a ontem (27), quando o número de pessoas infectadas estava em 526.447.

A atualização do Ministério da Saúde revelou 1.262 novas mortes, chegando a 31.199, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia. O resultado representou um aumento de 4,2% em relação a ontem, quando foram contabilizados 29.937 falecimentos por covid-19.

Em geral, aos domingos e segundas os números são menores em razão das limitações de alimentação do banco de dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana e são maiores ás terças-feiras pelo acúmulo de registros dos dias anteriores.

Do total de casos confirmados, 300.546 estão em acompanhamento e 223.638 foram recuperados. Há ainda 4.312 óbitos sendo analisados.

São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (7.994). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.686), Ceará (3.421), Pará (3.040) e Pernambuco (2.933).

Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.102), Maranhão (997), Bahia (736), Espírito Santo (664), Alagoas (482), Paraíba (379), Rio Grande do Norte (341), Minas Gerais (289), Rio Grande do Sul (245), Amapá (237), Paraná (199), Distrito Federal (177), Piauí (180), Rondônia (172), Sergipe (172), Santa Catarina (148), Acre (165), Goiás (151), Roraima (120), Tocantins (79), Mato Grosso (70) e Mato Grosso do Sul (20).

Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (118.7556), Rio de Janeiro (47.953), Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (36.625), Pernambuco (35.508), Bahia (21.430), Espírito Santo (15.151) e Paraíba (14.859).

De acordo com o mapa global da universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2o colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,82 milhão). O país é o 4o no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Itália (33.530), Reino Unido (39.451) e Estados Unidos (106.046). A posição do país desce quando os números são comparados à população.

Edição: Liliane Farias

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Pesquisa reprova vermífugos e revela novos candidatos contra Covid-19

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Testes em vermífugos tem resultados bons e ruins
Cecília Bastos/Divulgação USP

Testes em vermífugos tem resultados bons e ruins

O Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP divulgou recentemente os resultados, bons e ruins, de uma pesquisa sobre o uso de vermífugos no combate à Covid-19

De um total de 65 medicamentos analisados, dois demonstraram capacidade de inibição seletiva do novo coronavírus (Sars-coV-2). Por outro lado, dois vermífugos que vêm sendo amplamente apontados como possíveis curas para a Covid-19 (ivermectina e nitazoxanida) não tiveram desempenho satisfatório.

O objetivo da pesquisa era testar o potencial de uso de drogas já disponíveis para a prevenção ou o tratamento de infecções pelo novo coronavírus , dentro de uma estratégia conhecida como “reposicionamento de fármacos”.

A substância mais promissora identificada no estudo foi o brequinar , uma molécula que não está no mercado, mas é bem conhecida da indústria farmacêutica. A segunda foi o acetato de abiraterona , um antitumoral usado no tratamento do câncer de próstata.

Já a ivermectina e a nitazoxanida mostraram ter atividade antiviral in vitro, porém não seletiva. Em outras palavras: elas eliminaram o vírus das amostras, mas também mataram as células, o que não as favorece como candidatas para o combate à Covid-19 .

No caso da nitazoxanida, mais conhecida como Annita , o vermífugo reduziu em 94% a carga viral do SARS-CoV-2 em células in vitro. Com base nisso, o Ministério da Ciência – ao qual o LNBio é vinculado – lançou em abril um estudo clínico para testar o uso da mesma na prevenção e tratamento da Covid. A meta é recrutar 500 pacientes com sintomas leves e outros 500, com sintomas graves.

Vale ressaltar que, o fato de uma substância funcionar contra o vírus num experimento in vitro (numa cultura de células) não significa que ela vá funcionar da mesma forma in vivo (no corpo humano). Portanto, os pesquisadores alertam que não é recomendado nem há motivo para que as pessoas utilizem qualquer um dos medicamentos mencionados com o intuito de se proteger da Covid-19 . Além de não oferecer proteção, os remédios podem causar danos à saúde, quando usados sem necessidade e sem supervisão médica.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Austrália acelera produção de vacina anti-Covid, diz jornal

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Pesquisadora trabalha no desenvolvimento de vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2)
Reprodução/AstraZeneca

Pesquisadora trabalha no desenvolvimento de vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2)

 A Austrália acelerou a produção da S-Spike, uma nova vacina desenvolvida no país para combater a Covid-19 , informou nesta terça-feira (14) o jornal The Australian .

De acordo com o periódico, a empresa farmacêutica Commonwealth Serum Laboratories (CSL) está se preparando para produzir centenas de milhares de doses do medicamento.

Os cientistas da Universidade de Queensland, liderados por Trent Munro, do Instituto Australiano de Bioengenharia e Nanotecnologia, estão prevendo que a vacina estará disponível para uso emergencial em janeiro.

O jornal também informou que o CSL produzirá “vários milhões” de doses do medicamento antes que os testes em humanos sejam concluídos, acreditando que a S-Spike será aprovada nas três etapas do processo até a certificação das autoridades de saúde.

A nova vacina australiana é baseada em uma tecnologia chamada “grampo molecular”, que neutraliza as propriedades infecciosas do vírus e tem a vantagem de poder ser recalibrada para enfrentar possíveis futuras pandemias.

Apenas algumas das cerca de 180 vacinas contra o novo coronavírus que estão em desenvolvimento no mundo estão sendo submetidas a testes em humanos, o que coloca a S-Spike entre as mais promissoras.

Fonte: IG SAÚDE

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