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COVID 19: Familiares de presos diz que pode estar tendo contaminação em massa no PCE em Cuiabá

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Foto/ Reprodução

Familiares de detentos da (PEC) Penitenciária Central  do Estado, o antigo Presídio Pascoal Ramos, entrou em contato com a Redação do Site Lapada, para reivindicarem a respeito da falta de notícias e o descaso por parte da ( SESP ) Secretaria de Estado de Segurança Pública.

Segundo os familiares, muitos presos e até Agentes Penitenciários, estão contaminados com o coronavírus, e a falta de informações concretas, não são repassadas aos familiares dos detentos.

 

Confira na Íntegra o relato de uma esposa de detento

 

Boa tarde. Sou esposa de um preso que se encontra na penitenciária central (PCE) Quero através dessa mensagem falar sobre informações (Não Concretas) que estamos tendo da unidade prisional. Primeiramente queremos saber o certo noticias dos nossos entes que la se encontra, informações sobre a questão da saúde onde há poucos dias, fomos informadas que um agente prisional da citada unidade foi diagnosticado com a (Covid-19). Precisamos saber como se encontram os nossos familiares pois todos nos sabemos que esse vírus uma vez sendo confirmado, pode afetar muitas que ali se encontram cumprindo pena. pois ali é um lugar fechado onde a maioria das vezes em um cubículo eles mantem mais de 40 presos.

Queremos reivindicar os devidos cuidados como máscara, álcool em gel e o necessário para que seja evitado a contaminação dos nossos familiares, pois não queremos um dia receber a noticia que algum dos nosso morreu por ter sido infectado com esse vírus, por falta de responsabilidade do estado, porque presos são responsabilidade do estado e ali todos tem família, que por mais que sejamos julgadas, criticadas pela sociedade, não deixaremos de lutar por eles. Queremos noticias certas noticias verdadeiras queremos saber o que realmente esta acontecendo dentro da PCE.  Só estamos pedindo uma atenção do estado, para nos ouvir, para abrirem os olhos para nossos familiares que estão cumprindo pena, pois se eles querem verdadeiramente ressocializa alguém ali dentro que eles possam dar o devido tratamento a todos. Não estamos falando de regalias, estamos pedindo pelos direitos deles e os nossos como família.

A nossa comissão não esta querendo regalias para os detentos, queremos tratamento digno de saúde para eles, recebemos informações que existe um servidor que testou positivo para o covid 19, temos informações que um detento testou positivo que existem presos isolados com suspeita, temos informações que cartas estão sendo rasgadas por agentes penitenciários quando algum preso ganha a liberdade e traz alguma carta para ser entregue aos familiares, também queremos informações se os alimentos que os presos compram com o dinheiro que depositamos para eles na lojinha todo final semana, estão sendo devidamente esterilizado se eles estão recebendo com frequência esses produtos. Lembrando não queremos regalias, queremos proteção pois o sistema penitenciário não possui condições de conter se caso o vírus se alastrar la dentro, queremos que eles tenham ao menos energia elétrica durante a noite, pois na última transferência de presos do shelther para a nova ala evangélica o antigo raio 3, o mesmo não possui lâmpadas, não possui água potável, uma água salobra a soltura de água pra eles tomarem banho são feita duas vezes por dia, e eles não tem como armazenar essa água apenas um tambor grande para mais de 20 pessoas por cubículo, essa água é usada pra beber tomar banho e lavarem os cubículos. Queremos notícias queremos esclarecimentos queremos a verdade queremos tratamento digno para todos pois já estão pagando pelo erro.

Veja abaixo assinado online preparado pelos familiares.

https://secure.avaaz.org/po/community_petitions/exmo_juiz_da_vara_de_execucoes_penais_geraldo_fern_pedido_de_informacao_pce_/?zAHIDqb

 

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Autor de latrocínio em Palmas é preso pela Polícia Civil em Confresa

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Assessoria | Polícia Civil-MT

O autor de um crime de latrocínio ocorrido na cidade de Palmas (TO) foi preso, na noite de quarta-feira (01.07), em uma ação integrada da Polícia Civil de Mato Grosso e do Tocantins, realizada no município de Confresa (1.160 km a nordeste de Cuiabá).

O suspeito de 21 anos estava com mandado de prisão decretado pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Palmas (TO), por envolvimento em um roubo seguido de morte ocorrido no ano de 2018.

Ele foi identificado nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) de Palmas, para apurar o crime e teve a ordem judicial de prisão decretada, porém estava foragido.

Os policiais civis do Tocantins descobriram o procurado morando em Confresa, em Mato Grosso. Diante da informação, a equipe da DHPP de Palmas veio até o município e receberam apoio da Delegacia de Polícia de Confresa para cumprimento do mandado de prisão.

Em conjunto os policiais civis realizaram diligências localizando o suspeito, no bairro Vila Nova. Ele foi abordado quando chegava a uma residência onde foi dado cumprimento a ordem de prisão.

Em seguida o preso foi conduzido para os procedimentos de praxe e posteriormente encaminhado para a Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Fiscalização integrada vistoria mais uma drogaria e checa preços de medicamentos e produtos

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Ação fiscalizatória da Polícia Civil, em conjunto com o Procon Estadual, vistoriou nesta quarta-feira (01.07) mais um estabelecimento de venda de medicamentos no varejo para apurar preços dos produtos mais procurados neste período da pandemia do coronavírus. A fiscalização desta quarta-feira foi realizada em uma unidade de uma rede nacional de drogarias, localizada na Avenida Coronel Escolástico, na Capital.

A fiscalização, que tem a coordenação da Equipe Especial de Pronta Resposta da Polícia Civil, Delegacia Especializada do Consumidor e fiscais do Procon, apura se ocorre aumento abusivo nos preços de produtos e medicamentos, como álcool em gel, máscaras de proteção, termômetros, vitaminas e medicamentos como a ivermectina e antibióticos.

Responsável pela Equipe Especial da Polícia Civil, o delegado Rodrigo Azem Buchdid destaca que a ação ampliou o foco de fiscalização dos produtos, passando a checar também os valores de venda de antibióticos e da ivermectina, medicamento utilizado para tratar infecções causadas por parasitas.

“Desde o início da fiscalização, a equipe focou as ações para apurar se há a prática de preços abusivos em produtos da cesta básica de alimentos e também em itens de higiene e medicamentos. Com a grande procura por medicamentos como a ivermectina, passamos a checar também os preços desse produto, além de termômetros, vitaminas e antibióticos”, explica o delegado.

Desde o início da fiscalização, no mês de maio, em torno de 15 estabelecimentos do comércio, entre farmácias, distribuidoras de produtos e equipamentos de saúde, supermercados e posto de combustível foram vistoriados pela equipe integrada.

A ação é realizada semanalmente em empresas da região metropolitana de Cuiabá.

 

Fonte: PJC MT

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