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Saúde

Estado do Rio registra mais de 5 mil mortes por covid-19

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O estado do Rio de Janeiro registrou 5.344 óbitos por covid-19. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, até este domingo (31), são 53.388 casos confirmados. Ainda conforme o órgão, há 1.293 mortes em investigação e 260 foram descartados. Até o momento, entre os casos confirmados, 38.735 pacientes se recuperaram da doença.

Nas últimas 24 horas foram mais 67 vítimas do novo coronavírus (Sars-Cov 2) no estado. Ontem, dados da secretaria indicavam 5.277 mortes por covid-19, com 198 óbitos registrados nas 24 horas anteriores. No total, eram 52.420 casos confirmados, sendo que 37.470 tinham se recuperado.

O município do Rio de Janeiro tem 29.157 casos. O número de mortes chegou a 3.578. Depois da capital, Niterói, na região metropolitana, é a cidade com mais casos registrados (3.065) e 104 mortes. Em número de óbitos, o segundo município é Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (250). Em Caxias há 1.502 casos confirmados de covid-19.
 

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Entidades ligadas a academias assinam termo de compromisso com SP

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O prefeito da capital paulista Bruno Covas assinou hoje (10) o termo de compromisso com quatro entidades do setor de academias, que voltam a funcionar a partir de segunda-feira (13), conforme divulgou o município. Além disso, mais seis entidades de diversos setores como comunicação, coworking e energia solar aderiram ao protocolo já existente de escritórios de serviços.

As academias passam a ter um protocolo específico para o setor, que será publicado neste sábado (11) no Diário Oficial do Município. Elas deverão funcionar durante o período limite de seis horas diárias, com 30% da capacidade e horários agendados pelos clientes. O funcionamento ocorrerá da mesma forma aos sábados e domingos. “O setor de academias estava previsto para a fase 4, mas o governo do estado o antecipou com muito mais regras do que o previsto inicialmente”, disse Covas. 

As entidades que assinaram o termo de escritórios aderiram ao protocolo da Portaria 605 do município de São Paulo, publicada em 5 de junho de 2020.

“Na segunda-feira, as academias e os parques municipais retomam suas atividades, marcando um novo momento para São Paulo. Mesmo assim, todas as medidas de saúde e higiene devem ser adotadas, para que a cidade não retroceda e possamos liberar novos setores em breve, movimentando, ainda mais, a nossa economia”, disse a secretária municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.

Segundo a prefeitura, a liberação gradual da reabertura de diversas atividades na cidade está sendo realizada de acordo com o Plano São Paulo do Governo do Estado e as orientações da área da saúde, para que haja a retomada segura da economia e a geração de renda. 

Diálogo

Para Bruno Covas, a capital tem conseguido passar por essa etapa de reabertura gradual, sem repetir os erros que ocorreram em outras cidades do mundo, devido ao sucesso do diálogo da prefeitura com a atividade produtiva.

“Isso fez com que a cidade, mesmo flexibilizando, não retrocedesse em seus índices. Estamos tendo estabilização nos leitos de UTI, no número de casos, de internações e de quantidade de óbitos. Aqui os médicos não precisaram decidir quem seria ou não atendido. Todos tiveram tratamento na rede municipal. Tínhamos 507 leitos e acrescentamos 1.300 leitos de UTI. E ninguém passou fome. Neste fim de semana, chegaremos a 1 milhão de cestas básicas distribuídas na cidade de São Paulo”, disse o prefeito.

Academias

Os estabelecimentos deverão manter a ocupação do espaço para 30% de sua capacidade máxima enquanto a cidade estiver na classificação amarela do Plano São Paulo e 50% na fase verde. Não será permitido nenhum tipo de aglomeração no espaço. A recepção deverá ser isolada com área de proteção demarcada com fita zebrada em 1,5 metro.

As salas de treino de peso livre e nas salas de atividades coletivas deverão ser delimitadas de maneira que os clientes fiquem a 2 metros de distância um do outro. Poderão ser utilizados apenas 50% dos aparelhos de cardio, deixando o espaçamento de um equipamento sem uso para o outro. Está proibida qualquer forma de luta e contato físico durante o treino, mesmo que seja para orientação. 

As piscinas devem ser divididas por turmas, com separação por raias, de acordo com o nível de aprendizagem dos alunos.

Nas quadras, não será permitida a entrada de acompanhantes ou atletas fora do horário dos seus jogos. As aulas deverão ser individuais e o recolhimento das bolas deverá ser feita por uma única pessoa, seja ela professor, funcionário ou aluno responsável. Saunas, banhos turcos, solários, hidromassagem, jacuzzi e similares não estão autorizadas a funcionar e devem permanecer fechadas. 

Os clientes que fazem parte do grupo de risco deverão ter seus planos congelados enquanto não podem frequentar os equipamentos desportivos. 

Escritórios de prestação de serviços

Caso o distanciamento social não seja viável, a prefeitura diz que é fundamental a instalação de barreiras e divisórias transparentes entre funcionários e colaboradores. É indicado ainda que o atendimento seja feito de forma agendada em um local preparado para a higienização ao término do contato com o cliente. Esses deverão ser agendados, priorizando a prestação de serviço à distância. 

A permanência de clientes no escritório deve ser pelo menos 80% menor do que a média da rotina normal, no caso da cidade se encontrar na classificação laranja do Plano São Paulo, 60% se estiver na classificação amarela e 40% se estiver na classificação verde. 

As empresas deverão estabelecer um cronograma de funcionamento diferenciado, buscando horários alternativos de abertura e fechamento do escritório que não coincida com os horários de pico do transporte público. O atendimento ao público pode ser de, no máximo, quatro horas se a cidade se encontrar na classificação laranja do Plano São Paulo, no máximo seis horas se estiver na classificação amarela e horário livre caso se encontre na classificação verde.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Conselho Nacional de Saúde discute enfrentamento à pandemia

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O Conselho Nacional de Saúde (CNS) discutiu nesta sexta-feira (10) a situação da pandemia do novo coronavírus no país e os desafios para o enfrentamento do fenômeno. Na reunião, entidades da sociedade civil apresentaram as ações do conselho e dirigentes do Ministério da Saúde colocaram as ações e abordagem da pasta para o tema.

O CNS é um órgão composto por diversos segmentos, do governo a trabalhadores, passando por usuários do sistema de saúde. É o principal espaço de participação na elaboração, monitoramento e avaliação das políticas públicas de saúde nas três esferas da Federação, com congêneres estaduais e municipais.

A mesa diretora do CNS apresentou as ações realizadas ao longo da pandemia. Foi criado um comitê para acompanhamento das medidas adotadas em face do cenário. O colegiado reforçou e recomendou a campanha para que as pessoas ficassem em casa. A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao conselho, emitiu aprovação ética de 537 protocolos de pesquisa científica relacionadas ao coronavírus. O Conep lançou campanha de proteção dos trabalhadores envolvidos no combate ao coronavírus.

Entre as providências elencadas pelos representantes do órgão na reunião estão alertas com objetivo de informar a população sobre risco do uso de medicação sem orientação médica, como enfrentar consequências do novo coronavírus na saúde mental, cuidados quando fizer o exame rápido, precauções com as informações falsas difundidas em relação à pandemia e saúde e direitos das mulheres.

O conselho se uniu a várias organizações e lançou a campanha Frente pela Vida, movimento com base em evidências científicas que lançou um plano nacional de enfrentamento à pandemia.

Recursos

O presidente do conselho e representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), Fernado Pigatto, defendeu maior participação do CNS na destinação dos recursos. “Lutamos por mais financiamento e agilidade nos repasses orçamentários, mas também insistimos em ajudar a decidir onde utilizar, acompanhar a execução e fiscalizar a aplicação destes recursos, que não são de nenhum governo e sim gerados pelo suor do trabalho do povo brasileiro”, disse.

O representante do Ministério da Saúde no Conselho, Neilton Araújo, manifestou o desejo que a reunião sirva de exemplo para que outros conselhos possam atuar mais efetivamente no acompanhamento das ações das autoridades de saúde nas diversas esferas da Federação.

“Creio que este esforço nosso precisava ser uma repercussão muito animadora. Alguns locais têm tido atuação mais cotidiana, mas alguns conselhos estaduais ainda estão um pouco apáticos. Esta reunião deve servir de ânimo para toda a rede do conselho e a participação da sociedade cada vez mais articulada na defesa da saúde”, salientou.

Ministério da Saúde

No combate à pandemia, entre outras ações, o Ministério da Saúde enviou R$ 54,7 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 9,9 bilhões voltados exclusivamente para combate ao novo coronavírus. Foram distribuídos 16 milhões de unidades de medicamentos, 163,3 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs), 11,9 milhões de testes de diagnóstico e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que entregou um total de 6.549 equipamentos, distribuídos em toda as unidades da Federação.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, que representou o ministro Eduardo Pazello, destacou a importância do Sistema Único de Saúde e da participação social e da interlocução entre o CNS e a pasta neste contexto da pandemia. Sobre a atuação do país diante da pandemia, destacou que o Brasil tem o maior número de recuperados.

Franco voltou a defender a abordagem do governo federal de reabertura das atividades. “É importante que, com segurança e responsabilidade, a economia possa voltar adotando as medidas de prevenção e saúde para evitar contaminação, respeitando as peculiaridades loco-regionais, a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde, as necessidades de sobrevivência da população, porque isso requer também a volta e a preocupação com a saúde mental da população, onde o cidadão poderá prover a necessidade da sua família, do seu lar”, disse.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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