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Brasil ultrapassa 500 mil casos e registra 29.314 mortes por Covid-19

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O Brasil registrou 480 novas mortes por novo coronavírus nas últimas 24 horas, chegando ao total de 29.314. O país também ultrapassou a marca de 500 mil casos registrados, segundo o mais recente balanço do Ministério da Saúde divulgado no início da tarde deste domingo (31) já se somam 514.849 casos da doença. 

Leia também: Covid-19: quatro vacinas podem começar a ser produzidas ainda neste ano

Já são mais de 500 mil casos confirmados
Reprodução/Facebook

Já são mais de 500 mil casos confirmados


O Brasil é o segundo país com mais casos confirmados de Covid-19 , atrás apenas dos Estados Unidos , que registravam mais de 1,7 milhão de casos neste domingo, segundo balanço global feito pela universidade norte-americana Johns Hopkins à 19h40.

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No Brasil, Covid-19 já matou o dobro que a gripe espanhola em 1918

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Sepultamentos no Cemitério Nossa Senhora Aparecida
Alex Pazuello/Semcom

Gripe espanhola causou a morte de um terço da população mundial entre 1918 e 1920


Nesta sexta-feira (10), o Brasil ultrapassou a marca de 70 mil óbitos causados pela Covid-19 . O número corresponde ao dobro de mortes causadas pela gripe espanhola no país, entre 1918 e 1920. Estima-se que 35 mil pessoas faleceram na época.


Segundo o levantamento de hoje, foram registrados ainda 1.214 vítimas fatais nas últimas 24 horas. O país ultrapassou ainda a marca de 1,8 milhão de casos do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Segundo o IBGE, a população do Brasil na época da gripe espanhola era de 28 a 30 milhões.

A gripe espanhola é conhecida por ter erradicado 2,7% da população de todo mundo. Segundo a Biblioteca Nacional dos Estados Unidos, morreram 50 milhões de pessoas em decorrência da doença. Cerca de 500 milhões de pessoas foram infectadas, ou seja, um terço do mundo.

A Covid-19 já registrou, desde o início da pandemia , 12.128.406 casos no mundo todo; 551.522 pessoas faleceram.

A gripe espanhola aconteceu paralelamente à Primeira Guerra Mundial, que deixou cerca de 15 milhões de pessoas mortas.

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Conselho Nacional de Saúde discute enfrentamento à pandemia

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covid
Divulgação

O conselho se uniu a várias organizações e lançou a campanha Frente pela Vida


O Conselho Nacional de Saúde (CNS) discutiu,nesta sexta-feira (10), a situação da pandemia do novo coronavírus no país e os desafios para o enfrentamento do fenômeno. Na reunião, entidades da sociedade civil apresentaram as ações do conselho e dirigentes do Ministério da Saúde colocaram as ações e abordagem da pasta para o tema.


O CNS é um órgão composto por diversos segmentos, do governo a trabalhadores, passando por usuários do sistema de saúde. É o principal espaço de participação na elaboração, monitoramento e avaliação das políticas públicas de saúde nas três esferas da Federação, com congêneres estaduais e municipais.

A mesa diretora do CNS apresentou as ações realizadas ao longo da pandemia. Foi criado um comitê para acompanhamento das medidas adotadas em face do cenário. O colegiado reforçou e recomendou a campanha para que as pessoas ficassem em casa. A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao conselho, emitiu aprovação ética de 537 protocolos de pesquisa científica relacionadas ao coronavírus. O Conep lançou campanha de proteção dos trabalhadores envolvidos no combate ao coronavírus.

Entre as providências elencadas pelos representantes do órgão na reunião estão alertas com objetivo de informar a população sobre risco do uso de medicação sem orientação médica, como enfrentar consequências do novo coronavírus na saúde mental, cuidados quando fizer o exame rápido, precauções com as informações falsas difundidas em relação à pandemia e saúde e direitos das mulheres.

O conselho se uniu a várias organizações e lançou a campanha Frente pela Vida , movimento com base em evidências científicas que lançou um plano nacional de enfrentamento à pandemia.

Recursos

O presidente do conselho e representante da Confederação Nacional das Associações de Moradores (Conam), Fernado Pigatto, defendeu maior participação do CNS na destinação dos recursos. “Lutamos por mais financiamento e agilidade nos repasses orçamentários, mas também insistimos em ajudar a decidir onde utilizar, acompanhar a execução e fiscalizar a aplicação destes recursos, que não são de nenhum governo e sim gerados pelo suor do trabalho do povo brasileiro”, disse.

O representante do Ministério da Saúde no Conselho, Neilton Araújo, manifestou o desejo que a reunião sirva de exemplo para que outros conselhos possam atuar mais efetivamente no acompanhamento das ações das autoridades de saúde nas diversas esferas da Federação.

“Creio que este esforço nosso precisava ser uma repercussão muito animadora. Alguns locais têm tido atuação mais cotidiana, mas alguns conselhos estaduais ainda estão um pouco apáticos. Esta reunião deve servir de ânimo para toda a rede do conselho e a participação da sociedade cada vez mais articulada na defesa da saúde”, salientou.

Ministério da Saúde

No combate à pandemia, entre outras ações, o Ministério da Saúde enviou R$ 54,7 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 9,9 bilhões voltados exclusivamente para combate ao novo coronavírus. Foram distribuídos 16 milhões de unidades de medicamentos, 163,3 milhões de equipamentos de proteção individual (EPIs), 11,9 milhões de testes de diagnóstico e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que entregou um total de 6.549 equipamentos, distribuídos em toda as unidades da Federação.

O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, que representou o ministro Eduardo Pazello, destacou a importância do Sistema Único de Saúde e da participação social e da interlocução entre o CNS e a pasta neste contexto da pandemia. Sobre a atuação do país diante da pandemia, destacou que o Brasil tem o  maior número de recuperados .

Franco voltou a defender a abordagem do governo federal de reabertura das atividades. “É importante que, com segurança e responsabilidade, a economia possa voltar adotando as medidas de prevenção e saúde para evitar contaminação, respeitando as peculiaridades loco-regionais, a capacidade de resposta da rede de atenção à saúde, as necessidades de sobrevivência da população, porque isso requer também a volta e a preocupação com a saúde mental da população, onde o cidadão poderá prover a necessidade da sua família, do seu lar”, disse.

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