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Economia

Seguradoras oferecem descontos: preços desde R$ 67 para um 0km

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O coronavírus trouxe muitas mudanças, algumas mais drásticas, outras não tanto. Se falamos de trânsito, a redução nas grandes cidades foi de aproximadamente 50%. Segundo a ANTP, isso contribuiu a uma drástica redução de congestionamentos e de acidentes de trânsito, entre outros efeitos .

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Seguradoras promovem descontos em tempos de pandemia

Muitos motoristas, considerando que o carro fica em casa e já não está sendo usado frequentemente, cogitam a possibilidade de deixar de pagar o seguro até terminar o isolamento. Mas essa não é uma boa ideia, primeiro porque apesar da redução de acidentes, ainda é possível que os veículos sofram outros tipos de sinistros, como um roubo, por exemplo.

Diante desta situação, algumas seguradoras oferecem aos seus clientes a possibilidade de renovar a apólice ao mesmo preço que a do ano passado, outras dão a opção para que seja contratado um plano com poucas coberturas e outras diretamente oferecem planos especiais para a quarentena.

Por exemplo a Porto Seguro oferece renovações feitas com o mesmo valor do prêmio do contrato de 2019, pagamento com cartão de crédito em até 10 parcelas sem juros, com 10% de desconto se o cliente adquire o Cartão de Crédito Porto Seguro ou 5% para o cliente que já tem. Com o mesmo cartão o cliente também pode ter descontos na contratação dos planos da Azul Seguros e parcelar em até 10 vezes sem juros. Além dessas vantagens, também poder ter 25% de desconto em caso de ter que pagar franquia e financiá-la em até 6 meses.

A maior novidade no segmento é oferecida pela Youse que disponibiliza o Plano quarentena com coberturas básicas (roubo, furto, incêndio e guincho) a partir dos R$ 45 por mês. Além de ter o processo totalmente realizado pelo seu site,  a vistoria também é on-line . Por exemplo, este seguro para um Chevrolet modelo Onix 0km, conduzido em São Paulo por uma pessoa de aproximadamente 35 anos pode custar R$ 67 por mês. Com a vantagem que o preço estabelecido não muda após o término da quarentena, só quando o contrato acabar.

Outro elemento a considerar são os bônus oferecidos, descontos que o cliente recebe em convergência a como usou o seguro durante o período contratado. Se você agora não está saindo com seu carro, as chances de terminar o contrato sem ter acionado o seguro é muito alta, consequentemente terá mais descontos no momento de renovar o plano de seguro e pagar um valor bem baixo.

Todo mundo está procurando um seguro automóvel bom e barato , mas o desconto não é o único fator importante! Quem está pensando em tirar o seguro do carro ou está em dúvidas se renovar ou não, deve verificar que a empresa de seguros disponibilize bons serviços digitais para acompanhá-lo ou orientá-lo quando precisar.

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“Véio da Havan” diz que não sabe “o que é fake news”

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Luciano Hang
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Luciano Hang, chamado de “véio da Havan” por seus adversários, é alvo de duas investigações ligadas á disseminação de fake news.

O empresário Luciano Hang , dono das lojas Havan e um dos principais apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, disse que não sabe “o que é uma fake news”. A declaração foi dada por Hang durante uma entrevista ao jornal Estado de S. Paulo.

Quando foi questionado sobre as acusações de ter financiado um esquema de disseminação de fake news, Hang, que é chamado de “véio da Havan” por seus adversários, disse que a forma como as pessoas enxergam os fatos varia.

“Eu nem sei o que é uma fake news. O que é uma fake news? Um fato tem várias versões. A versão que você encampa depende do lado que você está”, afirmou.

Ele também disse que, durante as eleições de 2018, fez vídeos para apoiar Bolsonaro e negou que tenha disseminado fake news. “Simplesmente atuei em grupos de WhatsAapp que eu montei. Fiz muitos vídeos, que eu publicava nas minhas redes pessoais do Instagram e do Facebook. O que eu produzi de conteúdo coloquei nas minhas redes. Então, estou muito tranquilo, porque não produzi nenhuma fake news.”, disse.

A pergunta fazia referência às investigações realizadas contra o empresário. Hang é alvo do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF) e de uma outra investigaão no Tribunal SUperior Eleitoral (TSE) por impulsionamento de mensagens no Whatsapp.

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Depois de três meses, milhões seguem sem auxílio emergencial

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Depois de três meses de pagamentos do auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, milhões de pessoas que pediram a renda de socorro ainda não foram atendidas

Depois de três meses de pagamentos do  auxílio emergencial de R$ 600 do governo federal, milhões de pessoas que pediram a renda de socorro ainda não foram atendidas.

Segundo os dados mais recentes da  Caixa Econômica Federal, há 1,2 milhão de pessoas em primeira análise e 700 mil em reanálise para obter o auxílio, totalizando 1,9 milhões de pessoas à espera dos R$ 600 – ou, no caso de mães solteiras, R$ 1.200.

Em um total de 108,9 milhões de pessoas que pediram o auxílio, 107,7 milhões já foram analisados – 65,2 milhões foram considerados elegíveis, mas 42,5 milhões foram tidos como inelegíveis.

A Dataprev, empresa responsável por realizar as análises dos cadastros, divulgou no sábado (4) que  1,1 milhão  dos cadastros são inconclusivos. Isso significa que os dados foram preenchidos de maneira incorreta pelos candidatos ao auxílio.

As pessoas ainda podem ajustar os cadastros, mesmo que o prazo para  inscrição ao auxílio já tenha terminado na semana passada.

Quem quiser contestar o auxílio negado pode fazer isso no aplicativo e site da Caixa (Caixa Auxílio Emergencial), ou na  Defensoria Pública da União.

Se pedir reanálise pelo DPU, ela será feita de forma individual pelo órgão, com base nos documentos comprobatórios enviados. A orientação do procedimento está disponível no  site da Defensoria.

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