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Polícia Federal

Operação Delivery prende duas pessoas e apreende ecstasy em Aracaju/SE.

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Aracaju/SE – Dando prosseguimento às investigações de combate ao tráfico de drogas sintéticas nesta capital, policiais federais cumpriram, na manhã desta quarta-feira (27/5), um mandado de busca e apreensão expedido pelo Juízo da 2ª Vara Criminal do TJ/SE.

A medida judicial  foi cumprida em uma residência no bairro Lamarão, em Aracaju/SE, onde foram apreendidos cerca de 400 comprimidos de ECSTASY, além de smartphones utilizados no comércio da droga. Os aparelhos celulares eram utilizados para oferecer a droga aos clientes, em formato comercial, através de redes sociais.

Um homem de 19 anos e uma mulher de 18 foram presos, autuados em flagrante e indiciados por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico de entorpecentes. Em seguida, foram encaminhados para o sistema penitenciário onde se encontram à disposição da Justiça.

 

 

Contato: (79) 3234-5827

 

****A ação policial recebeu o nome DELIVERY em razão do logotipo comercial encontrado nos comprimidos.

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Polícia Federal

PF realiza operação Caçadores da Web para combater casos de abuso e exploração sexual infantil por meio da internet no RJ

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Rio de Janeiro/RJ – Na manhã de hoje, 14/07, a Polícia Federal deflagrou a Operação Caçadores da Web e prendeu em flagrante, um homem de 36 anos na posse de arquivos com cena de violência sexual contra crianças. O mandado de busca e apreensão, expedido pela 1ª Vara Criminal Federal, foi cumprido na residência do alvo, no bairro de Campo Grande, Zona Oeste do Rio.

 

As investigações tiveram início neste ano. Com a utilização de técnicas especiais de inteligência e cruzamento de dados, constatou-se que o investigado, além de armazenar, disponibilizava e transmitia arquivos com cenas de abuso e de exploração sexual de crianças e adolescentes, pela internet, em rede internacional.

 

É o 3º suspeito de praticar abusos contra crianças preso pela Polícia Federal do Rio de Janeiro em menos de 15 dias, tendo em vista que na última semana foram presos 2 criminosos pela prática do mesmo crime.

 

Todo o material apreendido com o preso será encaminhado para a realização de exames periciais, de forma a averiguar se ele também praticava outros crimes, como a produção dos referidos arquivos, crime previsto no 241-D do ECA – Estatuto da Criança e Adolescente – bem como de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do código penal, podendo levar a pena a ultrapassar 20 anos de prisão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

[email protected] | www.pf.gov.br

(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407

 

 

***O nome da operação deve-se ao fato dos criminosos usarem a rede internacional de computadores (Web) para obter arquivos inéditos contendo cenas de violência sexual infantil com outros usuários, valendo-se de técnicas que garantem o anonimato.

 

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Polícia Federal

PF deflagra Operação Dark Side relacionada à Operação Lava Jato em SP

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São Paulo/SP – A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Eleitoral, deflagrou na manhã de hoje a operação Dark Side, a primeira fase da operação Lava Jato junto à Justiça Eleitoral de São Paulo, desde o entendimento adotado pelo Supremo Tribunal Federal no inquérito nº 4.435, em 14 de março de 2019, por meio do qual reafirmou a competência da Justiça Eleitoral para os crimes conexos aos crimes eleitorais.

São cumpridos 7 mandados de busca e apreensão em São Paulo/SP e Brasília/DF, além do bloqueio judicial de contas bancárias e imóveis dos investigados, determinados pela 1ª Zona Eleitoral de São Paulo/SP.

 O inquérito policial foi remetido à Justiça Eleitoral de São Paulo ainda em meados de 2019, com a colaboração premiada de acionista e executivos de grupo empresarial. Por meio da quebra dos sigilos bancários, intercâmbio de informações com o COAF, testemunhos de pessoas relacionadas aos fatos, dentre outras medidas investigativas, foi constatada a existência de fundados indícios do recebimento por parlamentar federal de doações eleitorais não contabilizadas, de maneira dissimulada, durante as campanhas eleitorais dos anos de 2010 e 2012, no valor total de R$ 1,7 milhão. Referidos pagamentos teriam ocorrido por meio da simulação da prestação de serviços advocatícios e também mediante o pagamento de valores em espécie, contando para isso com doleiros contratados pelo referido grupo.

 Com o decorrer das investigações, apurou-se que o escritório de advocacia, supostamente envolvido na simulação da prestação de serviços, tinha como um dos seus sócios o genro do parlamentar. Com a quebra do sigilo bancário do referido escritório, foi identificada também a transferência de valores próximos à eleição de 2012, oriundos de entidade sindical relacionada ao parlamentar investigado e não declarada em sua campanha.

 Além disso, foi constatada a existência de diversas operações financeiras, relativamente atuais, que se enquadram em tipologias da lavagem de dinheiro, em especial o fracionamento de operações financeiras. Essas movimentações, não relacionadas ao parlamentar, indicam a possibilidade da prática de outros atos de lavagem de dinheiro autônomos e conexos, o que será objeto de aprofundamento na fase ostensiva das investigações.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral (artigo 350 do Código Eleitoral) e lavagem de dinheiro (artigo 1º da Lei nº 9.613/1998), com penas de 3 a 10 anos de prisão, sem prejuízo de responderem por outros crimes que possam ser descobertos ao longo da investigação.

 Por se tratar de parlamentar no exercício do mandato de deputado federal, as investigações em primeira instância, em relação a ele, se restringem aos fatos apurados nos anos de 2010 e 2012. Em relação ao escritório de advocacia, a ação policial também busca provas da atualidade da prática de crimes conexos.

 Haverá coletiva às 10h, na sede da Superintendência da PF em São Paulo (rua Hugo D’antola, 95).

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

Contato:  (11) 3538-5013  

[email protected]

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