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Saúde

Taxa de isolamento fica em 55% no estado de São Paulo; capital tem 57%

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O percentual de isolamento social no estado de São Paulo foi de 55% neste domingo (24), informou o Sistema de Monitoramento Inteligente (SIMI-SP) do governo estadual. A central de inteligência analisa os dados de telefonia móvel para indicar tendências de deslocamento e apontar a eficácia das medidas de isolamento social.

“Ontem registramos 55% de isolamento social no estado de São Paulo. Na capital, o índice foi de 57%. Parabéns à população que, ao ficar em casa, está ajudando a salvar vidas. A manutenção desses números é importante para reduzir o contágio e frear o avanço do coronavírus no estado”, disse o governador João Doria, que se manifestou na rede social Twitter.

Segundo estimativa do estado, a taxa mínima para diminuir a propagação do novo coronavírus e evitar um colapso no sistema de saúde é 55%. A ideal seria acima de 70%.

No último sábado (23), a taxa de isolamento social no estado foi de 51% e, no sábado anterior (16), de 50%. No domingo anterior (17), a taxa chegou a 54%. Na capital paulista, o percentual ficou em 56% no domingo anterior, em 53% no último sábado (23) e em 52% no sábado anterior (17).

O sistema é atualizado diariamente para incluir informações de municípios e pode ser acessado no site http://www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus/isolamento.

Antecipação de feriados

A prefeitura de São Paulo antecipou os feriados de Corpus Christi e da Consciência Negra para quarta-feira (20) e quinta-feira (21) passadas e concedeu ponto facultativo na sexta-feira (22) para tentar aumentar a adesão à quarentena na cidade.

O governo estadual também conseguiu que os deputados estaduais aprovassem o projeto que antecipou o feriado da Revolução Constitucionalista, celebrado em 9 de julho, para esta segunda-feira (25), criando um megaferiado estendido.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Rússia encontra antiviral que impede reprodução do coronavírus

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remédio despejado em uma mão
Pixabay/TheDigitalWay

Mesmo que empresa confirme êxito, o estudo do Coronavir não foi publicado em periódicos científicos


Nesta quarta-feira (8), a empresa farmacêutica russa R-Pharm afirmou que conseguiu autorização governamental para vender o Coronavir,  remédio antiviral que inibe a replicação do novo coronavírus no organismo humano.


Segundo a empresa, o vírus deixa de ser replicado tanto em quadros leves quanto graves. As testagens em humanos foram iniciadas no mês de maio. Dos 110 casos participantes, 55% responderam da maneira esperada em uma semana.

O diretor médico da empresa, Mikhail Samsonov, afirmou à reuters que a reprodução do novo coronavírus para por conta de “uma efetiva obstrução da replicação do vírus”. No entanto, a pesquisa da equipe russa não foi publicada por revistas científicas que comprovam que o medicamento é eficaz contra a Covid-19.

Além do Coronavir, o país testa atualmente o Avifavir. Ambos os antivirais tem base de favipiravir, que chegou a ser estudado na China e no Japão, mas não é comercializada principalmente pela possibilidade de causar má formação de embriões.

No Brasil, ambos os remédios testados em território russo não são comercializados.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Covid-19 pode causar danos cerebrais em pacientes leves e graves

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desenho ilustrativo de um cérebro
FreePik

Pesquisadores descobrem que casos leves também podem apresentar danos cerebrais


Pesquisas recentes da University College London (UCL) indicam que a Covid-19 , doença transmitida pelo novo coronavírus, pode trazer impactos severos para o cérebro . Essa sequela pode ser manifestada tanto em casos graves quanto leves.


Foram analisadas 43 pessoas que foram internadas em decorrência da Covid-19, seja confirmada ou suspeita. Desses, 12 apresentavam inflamação no cérebro, dez tiveram disfunção cerebral, oito derrames e oito apresentavam lesões nos nervos.

Além dessas sequelas, os pacientes ainda podem sofrer alucinações, delírios e acidente vascular cerebral (AVC), que podem ser fatais.

Segundo Michael Zandi, do Queen Square Institute of Neurology da UCL, o número de pacientes com problemas cerebrais decorrentes da Covid-19 está bem acima do esperado. No entanto, seu colega, Ross Paterson, afirma que, já que a doença é muito recente, não há como saber quais são os donos em um prazo maior de tempo.

“Os médicos devem estar cientes dos possíveis efeitos neurológicos, pois o diagnóstico precoce pode melhorar os resultados sobre a saúde do paciente”, afirmou Paterson.

No entanto, os pesquisadores ressaltam que sintomas cerebrais não devem ser apresentados em grande escala.

Fonte: IG SAÚDE

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