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Polícia Civil prende mulher condenada por crimes do Novo Cangaço cometidos em Poconé

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso localizou e prendeu uma mulher condenada pela justiça a 17 anos de prisão por integrar uma quadrilha que assaltou uma agência bancária em Poconé, há 16 anos, na modalidade que ficou conhecida como Novo Cangaço. A mulher foi localizada nesta segunda-feira (25.05), em Aparecida de Goiânia, região metropolitana de Goiânia, após diligências investigativas realizadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) e Delegacia de Polícia de Poconé. 

O mandado de prisão da mulher de 45 anos foi expedido pela justiça mato-grossense em março deste ano pela condenação a 17 anos e seis meses de reclusão em processo penal pelos assaltos ocorridos em Poconé, em fevereiro de 2004. Ela integrava uma organização criminosa que agia em roubos a bancos praticados na modalidade “Novo Cangaço”, em vários estados do País.

Após receber solicitação e informações do delegado de Poconé, Ruy Guilherme Peral da Silva, a equipe da Polinter iniciou levantamentos cartorários e de campo para localizar a foragida.

Crimes do Novo Cangaço

A mulher foi apontada nas investigações, juntamente com seu marido, por dar apoio material à quadrilha de ladrões de bancos que em 13 de fevereiro de 2004 assaltou as agências do Banco do Brasil, cooperativa Sicoob Pantanal e a Casa Lotérica de Poconé. Os crimes foram praticados pelo bando na modalidade “Novo Cangaço” e levou pânico à população da pequena cidade.

O grupo, de aproximadamente dez criminosos, assaltou os locais usando violência e grave ameaça a moradores. Durante o assalto, os integrantes da quadrilha fizeram disparos de forma aleatória utilizando armamentos de diversos calibres, entre eles de uso restrito das Forças Armadas e também armas de guerra como de calibre 7.62, modelo russo AK-47, fuzil americano AR-15, pistolas semiautomáticas calibre 45 e escopetas calibre 12 para amedrontar a população e causar pânico.

Durante o crime em Poconé, os assaltantes fizeram como reféns dois policiais militares, que foram algemados e colocados na carroceria de um veículo e partindo em direção às agências bancárias atacadas. Depois de render funcionários e clientes das agências, o grupo levou todo o dinheiro existente. Na fuga, ainda roubaram uma camionete Ford Ranger, posteriormente, incendiada sobre a ponte do rio Bento Gomes para impedir que fossem perseguidos.

Diário dos crimes

Os criminosos chegaram a Poconé em uma camionete Hilux, que foi roubada dias antes em Cuiabá, pelo marido da mulher presa nesta segunda-feira. Ele foi reconhecido e passou a ser investigado no caso do assalto. Os integrantes do bando frequentavam a residência do casal no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, e lá se reuniam para arquitetar e praticar novas ações. A residência servia de apoio ao grupo criminoso.

Em outra casa alugada pelos membros da quadrilha no bairro Pireneu e também em Várzea Grande, uma batida policial localizou armas longas de diversos calibres, fuzis, capuzes, farta munição e granadas de mão (artefato explosivo de alto poder destrutivo).

O marido da mulher presa também foi apontado como envolvido no sequestro de uma estudante de direito de 24 anos, ocorrido em julho de 2005, em Teresina, capital do Piauí.

A mulher mantinha um diário em que eram minuciosamente descritos os roubos praticados pelo grupo de assaltantes, que agiam em diferentes estados. Conforme a agenda mantida por ela – e apreendida pela polícia – constavam narrativas detalhadas sobre os roubos praticados, inclusive o da camionete tomada de assalto pela quadrilha, em Cuiabá. Na agenda havia ainda recortes de jornais, com notícias sobre o roubo cinematográfico realizado em Poconé, que eram mantidos como troféus. Nas anotações foram encontrados nomes e apelidos de integrantes e ex-integrantes do bando.

Outro companheiro 

Durante as investigações realizadas para a prisão da foragida, os policiais da Polinter descobriram que ela atualmente mantinha relacionamento com outra homem, declarando ser companheira de outro assaltante de bancos, um dos mais procurados do País e preso em uma unidade do Sistema Penitenciário de Goiás. O atual companheiro da mulher era líder de um dos maiores grupos de roubos na modalidade Novo Cangaço, com ações identificadas em vários estados do Centro-Oeste e Nordeste do País. 

Em julho de 2013, o homem que já era foragido da justiça, foi preso em uma operação deflagrada pela Delegacia Estadual de Investigações Criminais  de Goiás, quando também foram presos 12 integrantes do grupo que realizavam lideradas por ela.

A organização criminosa da qual a mulher fazia parte em Mato Grosso possui mais de 30 integrantes, a maioria criminosos conhecidos como “Novos Cangaceiros”, cuja atuação se  caracterizava pela extrema violência no roubo a agências bancárias,  sitiando cidades do interior dos estados e fazendo uso de armamento pesado.

Fonte: PJC MT

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Cinquenta quilos de maconha são apreendidos em área de mata em Várzea Grande

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Cinquenta quilos de maconha foram apreendidos na tarde de quarta-feira (08.07), em Várzea Grande, após investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE). A droga estava dividida em 55 tabletes e foi apreendida em uma área demata, no bairro Jardim Maringá 1. O prejuízo ao tráfico com essa apreensão é estimado em R$ 82,5 mil. 

Equipes da DRE estavam em diligências no bairro, próxima a uma área de chácaras, onde notaram movimentação suspeita em uma área de mata. Após levantar informações e fazer o monitoramento na área, os policiais fizeram buscas dentro da mata, seguindo trilhas abertas no local e conseguiram localizar os pacotes de maconha.

O delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira explica que o entorpecente estava em caixas de isopor e em um saco de lixo, escondidos no meio de um matagal e encobertos debaixo de uma lona preta. 

Próximos ao entorpecente, os policiais também encontraram uma vasilha de plástico contendo diversos sacos plásticos vazios, utilizados para a comercialização de drogas.

O delegado Vitor Hugo explica que as investigações prosseguem para identificar os responsáveis pelo tráfico e propriedade da droga apreendida.

Todo o material foi encaminhado à DRE para o registro da ocorrência e depois enmcainhado para a perícia técnica da Politec.

 

Fonte: PJC MT

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Polícia Militar informa com pesar a morte de tenente aposentado

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É com pesar que a Polícia Militar informa a morte do 2º tenente aposentado José Carlos Corrêa Ribeiro, de 75 anos, ocorrida no início da tarde de hoje(08), em Cuiabá. Corrêa era morador de Várzea Grande, onde supostamente contraiu a Covid-19.

Há 17 dias encontrava-se internado em um leito de Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Jardim Cuiabá, em Cuiabá, onde ocorreu o óbito. Ele era portador de diabetes e hipertensão arterial, doenças que mantinha sob controle com medicamentos.

Por quase 30 anos o tenente Corrêa atuou como policial militar, serviu a sociedade mato-grossense por meio de diversas unidades da PMMT, entre as quais os 1º e 10º Batalhões e o Quartel do Comando Geral(QCG), em Cuiabá.

Ele não só fez história na carreira, também inspirou o filho na escolha da profissão. Corrêa é pai do sargento Ribeiro(Elson Carlos Torres Ribeiro), do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental. Ele deixa a esposa Dailza Conceição, três filhos, Elson Ribeiro, Rita de Cássia e Geise Regina, e oito netos.

Para o filho Elson Ribeiro, o que os confortam nesse momento de dor são os bons exemplos que Corrêa deixa como policial, cidadão e pai de família. “Pedimos a Deus que o acolha em bom lugar”, disse.

Por exigência do protocolo em razão da pandemia da Covid-19, não haverá velório aberto. A família ainda está encaminhando os procedimentos necessários ao sepultamento.

Tenente Corrêa, ao lado do neto Vanderson, que está engajado no Exército, e do filho, o sargento Ribeiro, da PMMT

Fonte: PM MT

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