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Brasil registra maior número de mortes por Covid-19 no mundo em 24 horas

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Cemitério da Vila Formosa
Reprodução/Washington Post

Cemitério da Vila Formosa, em São Paulo

Com 653 mortes nas últimas 24 horas, o Brasil chega a 22.666 mortes causadas por Covid-19 . Trata-se do maior número de mortes registradas hoje (24) em qualquer lugar do mundo. O número de infectados pela doença vai a 363.211, com 15.813 novos casos.

LEIA MAIS: EUA anunciam proibição de entrada de viajantes vindos do Brasil

O Ministério da Saúde afirma que 149.911 pacientes já se recuperaram da Covid-19, enquanto outros 190.634 estão sendo acompanhados.

São Paulo é o estado mais afetado, com 6,1 mil mortes por Covid-19 e 82 mil casos confirmados da doença. O Rio de Janeiro é o segundo estado com mais casos, com 3,9 mil mortes e 37,9 mil confirmados. Por fim, o Ceará é o terceiro estado mais afetado, com 2,3 mil mortes e 35,5 mil casos de Covid-19.

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Jovem fica em coma após ser picado por cobra naja de estimação

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naja
WIKICOMMONs/REPRODUÇÃO

O réptil foi localizado na noite desta quarta-feira (08)


O estudante de veterinária Pedro Henrique Santos Krambeck Lehmkul, 22 anos, entrou em coma induzido após ser picado por uma cobra naja que seria de estimação. O incidente aconteceu na última terça-feira (08), em Brasília.


O rapaz sendo tratado com soro vindo do Instituto Butantan, de São Paulo, especializado nesse tipo de caso. Em estado considerado grave , Pedro está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Maria Auxiliadora.

Segundo o Batalhão de Polícia Militar Ambiental do Distrito Federal (BPMA), é possível que o animal tenha criado ilegalmente na casa do rapaz. 

De acordo com o UOL, a família não quis entregar a cobra aos policiais. Mas a serpente foi encontrada às 19h desta quarta, dentro de uma caixa colocada ao lado de um shopping da cidade. 

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PM do Rio ocupa comunidades da zona oeste para combater guerra de traficantes

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Agência Brasil

pm
Wikimedia Commons

Operação é feita pela polícia militar do Rio

Tropas de elite da Polícia Militar (PM) ocupam, desde a noite de terça-feira (7) e madrugada de hoje (8), várias comunidades na região da Praça Seca e o bairro do Tanque, em Jacarepaguá, zona oeste do Rio, devido a uma guerra entre traficantes e milicianos pelo controle do território, que abrange várias comunidades, e do comércio de drogas e na região. Três suspeitos de envolvimento na disputa morreram em confronto com as forças de segurança.

Tudo começou quando criminosos do Comando Vermelho, a maior facção do Rio, saíram das comunidades do Lins de Vasconcelos, na zona norte, durante a noite e atravessaram a mata fechada até a Praça Seca, onde fica o Morro São José Operário, no final da Rua Barão, que é dominada pela milícia. Grupos de traficantes armados invadiram e tomaram o morro, depois de intenso tiroteio, com uso de armas pesadas e de granadas. Em menor número e em desvantagem no armamento, os milicianos se retiraram.

Os moradores das favelas Bateau Mouche, Barão, Covanca e Caixa d’Água pediram pelas redes sociais a atuação da PM para acabar com o confronto entre traficantes e milicianos, por causa do intenso tiroteio. A ação polical estende-se até a área de mata fechada, onde os traficantes se refugiam.

Suspensão das operações

No dia 5 de junho deste ano, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar proibindo a realização de operações policiais em favelas do Rio de Janeiro durante a pandemia de covid-19, sob pena de responsabilização civil e criminal das autoridades competente. Pela decisão de, as operações só podem ser ralizadasr “em hipóteses absolutamente excepcionais”.

Em tais casos, as ações devem ser “devidamente justificadas por escrito” pela autoridade competente com a comunicação imediata ao Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ), responsável pelo controle externo da atividade policial. A ação de hoje encaixa-se nessa hipótese, porque os moradores da região estavam em meio ao fogo cruzado, com as famílias em risco, devido à força das quadrilhas.

Autorização

Em nota, o Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Criminais do MPRJ informou ter recebido, nesta quarta -feira, comunicado da Polícia Militar sobre as operações realizadas nas comunidades do Campinho e Saçu (área de policiamento do 9º Batalhão da PM)) e do Barão e Bateau Mouche (área de policiamento do Batalhão de Jacarepaguá).

O Centro de Apoio Operacional Criminal (CAO) do Ministério Público esclareceu que a decisão de Fachin não retira das polícias a avaliação exclusiva dos casos em que deva agir, cabendo informar à procuradoria posteriormente a notícia de atividades realizadas neste período excepcional. Para tanto, acordo entre as instituições estabelece prazo de até 24 horas após o início da operação para tais informações.

Por fim, o CAO Criminal informa que eventuais irregularidades cometidas deverão ser analisadas pelas promotorias de Justiça com atribuição para cada um dos casos.

Participam da operação equipes dos batalhões de Operações Especiais (Bope), de Ações com Cães, das Rondas Especiais e Controle de Multidões, e além do Grupamento Aeromóvel, que monitora as comunidades pelo ar, usando o helicóptero blindado da corporação.

A ação não tem hora para terminar. Com apoio de cães adestrados, as tropas de elite do Bope estão fazendo uma varredura nas comunidades à procura de criminosos, armas e drogas.

Em nota, a PM informou que, até o momento, foram apreendidos um fuzil, duas pistolas, duas granadas, roupas camufladas idênticas às das Forças Armadas e cadernos de anotações da contabilidade do tráfico de drogas, referentes à venda de entorpecentes.

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