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Teich recusa convite para ser conselheiro de seu sucessor no Ministério da Saúde

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José Dias/PR

Nelson Teich, ex-ministro da Saúde, recusou convite de seu sucessor para ser conselheiro da pasta

O ex-ministro da Saúde Nelson Teich afirmou neste sábado (23) que recusou um convite feito pelo general Eduardo Pazuello, seu sucessor interino no cargo, para ser conselheiro do Ministério. Segundo Teich, “não seria coerente” aceitar.

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“Agradeço ao Ministro Interino Eduardo Pazuello pelo convite para ser Conselheiro do Ministério da Saúde, mas não seria coerente ter deixado o cargo de Ministro da Saúde na semana passada e aceitar a posição de Conselheiro na semana seguinte”, escreveu  Teich  no Twitter.

Sem formação na área da saúde, Pazuello vê as mortes causadas pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) aumentarem cada vez mais no Brasil, chegando a bater o recorde de 1.188 óbitos em 24 horas, dado registrado na quinta-feira (21). Ministro interino da Saúde, o general foi nomeado pelo próprio Teich, oncologista que chefiou o Ministério da Saúde por curto período e hoje recusou ser seu conselheiro.

“Quando assumi o MS, o objetivo era trazer um modelo de gestão mais técnica, que aumentasse a eficiência do Sistema e melhorasse o nível de saúde da sociedade. Ser mais técnico não significa apenas uma condução médica mais técnica. Isso seria tratar o problema de forma simplista. Uma condução técnica do Sistema de Saúde significa uma gestão onde estratégia, planejamento, metas e ações são baseadas em informações amplas e precisas, acompanhadas continuadamente através de indicadores”, escreveu o ex-ministro.

Teich assumiu o cargo em meio à pandemia de Covid-19, substituindo Luiz Henrique Mandetta , e se demitiu menos de um mês à frente da Saúde. Assim como seu antecessor, o oncologista deixou o governo, acima de tudo, por desentendimentos com o presidente Jair Bolsonaro .

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Os principais pontos que minaram a permanência de Teich no governo foram o uso da cloroquina no tratamento do novo coronavírus mesmo sem o medicamento ter eficácia comprovada cientificamente, o decreto que ampliou a lista de atividades essenciais na quarentena e incluiu salões de beleza, barbearias e academias e, por fim, alguns detalhes do plano de saíde do isolamento social e reabertura da economia.

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Bolsonaro é 4º líder de país a receber diagnóstico positivo de Covid-19

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Agência Brasil / Imagem de arquivo

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) é o 4º líder de país a contrair a Covid-19

O presidente  Jair Messias Bolsonaro (sem partido) tem 65 anos e foi diagnosticado com o novo coronavírus nesta terça-feira (7). Agora ele integra a curta lista de quatro líderes de governo infectados pela Covid-19 .

Além de Bolsonaro, que está com sintomas da doença desde sábado (4), foram contaminados Boris Johnson , o premiê britânico e também o príncipe Alberto, de Mônaco, além do presidente de Honduras, Juan Hernández . Fora Bolsonaro , todos se recuperaram e estão bem.

O premiê britânico, de 55 anos, chegou a ter complicações por conta do vírus e ficou na UTI por três noites, no começo de abril. Assim como Bolsonaro, Boris havia minimizado a doença antes de contraí-la.

Já o príncipe Albert 2º, com 62 anos e o premiê de Mônaco , Serge Telle, tiveram Covid-19 e permaneceram em isolamento, melhorando de forma gradual do quadro viral.

O presidente de Honduras, Juan Hernández , de 51 anos, anunciou o diagnóstico na TV em 16 de junho e foi hospitalizado pouco depois, com pneumonia. Ele precisou ficar duas semanas internado.

“Superamos um teste e eu gostaria que nenhum ser humano passasse pela angústia de estar entre a vida e a morte, disse Hernández , ao sair do hospital, no dia 2 de julho.

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Proposta altera comemoração de feriados nacionais conforme o dia da semana

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Homenagem aos 124 Anos do Clube de Regatas do Flamengo. Dep. Beto Pereira (PSDB-MS)
Beto Pereira: feriados que caem no meio da semana causam uma quebra na regularidade de funcionamento da economia

O Projeto de Lei 1335/19 determina que serão comemorados por antecipação, nas segundas-feiras, os feriados nacionais que caírem nas terças e quartas. Aqueles que caírem nas quintas-feiras serão celebrados por postergação às sextas.

Conforme o texto em tramitação na Câmara dos Deputados, ficarão fora dessas regras os feriados de 1º de janeiro (Confraternização Universal), 7 de setembro (Independência), 12 de outubro (Nossa Senhora Aparecida) e 25 de dezembro (Natal).

“Os feriados que caem no meio da semana causam uma quebra na regularidade de funcionamento dos setores produtivos, do comércio, das instituições e das famílias”, justifica o autor da proposta, deputado Beto Pereira (PSDB-MS).

Em 2020, em razão da pandemia, estados e municípios, como São Paulo e sua capital, alteraram feriados em busca do isolamento social necessário ao combate da Covid-19. O Congresso Nacional reconheceu estado de calamidade pública no País devido à doença.

Tramitação
A proposta será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Cultura; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei.

Reportagem – Ralph Machado
Edição – Rachel Librelon

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