conecte-se conosco


Economia

Dólar fecha perto da estabilidade, mas cai 4,54% na semana

Avatar

Publicado


.

Depois de passar boa parte do dia em queda, o dólar reverteu o movimento e fechou próximo da estabilidade. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (22) vendido a R$ 5,574, com leve recuo de R$ 0,009 (-0,15%).

A divisa iniciou a sessão em baixa. Na mínima do dia, por volta das 14h, chegou a ser vendida a R$ 5,54, mas a queda desacelerou-se após a decisão do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, de divulgar o vídeo da reunião ministerial de 22 de abril.

Apesar da estabilidade de hoje, o dólar caiu 4,54% na semana. No ano, a divisa acumula alta de 38,9%. O Banco Central (BC) interferiu pouco no mercado. A autoridade monetária rolou (renovou) cerca de US$ 620 milhões de contratos de swap cambial e comprou títulos da dívida pública externa de bancos brasileiros com o compromisso de devolver os papéis daqui a um mês.

Bolsa de valores

O mercado de ações teve um dia de perdas. Depois de dois dias seguidos de alta, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou esta sexta-feira aos 82.173 pontos, com queda de 1,03%. Ontem, o indicador tinha fechado acima de 83 mil pontos pela primeira vez desde o fim de abril. Na semana, porém, o Ibovespa subiu 5,95%.

Além da realização de lucros, quando os investidores vendem ações para embolsarem os ganhos dos dias anteriores, o Ibovespa foi afetado pelo mercado externo. O índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, encerrou o dia praticamente estável, com queda de 0,04%.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Edição: Nádia Franco

Comentários Facebook

Economia

Dólar cai para R$ 5,45 e bolsa fecha no maior nível em dois meses

Avatar

Publicado


.

Em um dia de alívio no Brasil e de feriado nos Estados Unidos, o mercado financeiro teve um dia de euforia. O dólar fechou abaixo de R$ 5,50 pela primeira vez em 25 dias, e a bolsa de valores subiu para o maior nível desde o início de março.

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (25) vendido a R$ 5,458, com recuo de R$ 0,116 (-2,08%). A moeda operou em baixa durante toda a sessão e fechou perto da mínima do dia. A cotação fechou no menor nível desde 30 de abril (R$ 5,438). A moeda norte-americana acumula alta de 36% em 2020.

O euro comercial fechou o dia vendido a R$ 5,93, com recuo de 1,74% e abaixo de R$ 6 pela primeira vez desde 29 de abril. A libra comercial caiu 1,44% e terminou a sessão vendida a R$ 6,64.

O Banco Central (BC) interveio no mercado hoje. A autoridade monetária ofertou até US$ 620 milhões para rolar (renovar) contratos de swap cambial – venda de dólares no mercado futuro – que venceriam em julho. O BC também rolou US$ 2 bilhões de leilões de linha – quando o banco vende dólares das reservas com o compromisso de recomprá-los depois. Esses contratos de linha venceriam na próxima semana.

Bolsa de valores

No mercado de ações, o dia foi marcado por fortes ganhos. O Ibovespa, índice da B3 (bolsa de valores brasileira), fechou o dia aos 85.663 pontos, com alta 4,25%. O indicador está no maior nível desde 11 de março.

Sem o mercado norte-americano, que hoje não funcionou por causa do feriado do Memorial Day, as negociações no Brasil se basearam na divulgação de indicadores europeus. Indicadores da Alemanha mostraram que as empresas da maior economia da Europa estão se recuperando melhor que o esperado.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

O mercado também reagiu à divulgação da reunião ministerial de 22 de abril. O vídeo só foi liberado no fim da tarde de sexta-feira (22), perto do fim das negociações, o que transferiu o impacto sobre o mercado financeiro para esta segunda-feira.

Edição: Nádia Franco

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

No Brasil, Hackers clonam cartão e movimentam valores em Bitcoin

Avatar

Publicado


source

Hackers clonam cartão e movimentam valores em Bitcoin no Brasil, revela documentário

No dia 23 de março, o TecMundo lançou o documentário “Realidade Violada”. O documentário foca os crimes de clonagem de cartão por hackers, conhecidos como “carders”.

Abordando o cenário dos carders e as consequências dos seus atos, o repórter pergunta a um hacker como ele movimenta dinheiro. Rindo da pergunta, o carder explica que ele declara o dinheiro como Bitcoins comprados entre 2010 e 2011.

Leia:  App se passa por antivírus para limpar conta bancária de vítimas

Mais de 9 milhões de brasileiros

Em 2018, mais de 9 milhões de brasileiros foram vítimas de fraudes com cartões. Quase 50% deles sofreram, especificamente, com clonagem de cartão de crédito.

O documentário revela ainda um espantoso dado. No Brasil, uma fraude em e-commerce é tentada a cada 6,5 segundos.

O especialista Fidel Beraldi explica como os crimes de clonagem são comumente praticados. Hackers vazam dados de cartões e vendem na internet, por valores que variam entre R$ 80 e R$ 150.

Os carders então utilizam esses dados para compras online. O hacker Gods, que também é carder, falou no documentário. Ele afirma que “peixes grandes” auferem de R$ 10 milhões a R$ 20 milhões mensalmente.

Bitcoin para movimentações

Mesmo assim, o dinheiro obtido com este tipo de crime chamaria atenção ao ser utilizado. O repórter pergunta o que Gods faz com o dinheiro que ele ganha, “já que não pode declarar”.

Gods ri e explica:

“Quem disse que eu não posso declarar? Hoje em dia o Bitcoin tem uma falha, podem falar que você comprou tipo 100, 200 Bitcoins em 2011 e hoje você tem uma renda entre 10, 20 milhões guardados por aí. Então você tem dinheiro limpo, você pode fazer recibos falsos, você pode fazer… Com o dinheiro você faz tudo, mas o meu dinheiro eu guardo em Bitcoins e vivo uma vida normal.”

As vítimas

São abordadas as realidades de duas vítimas de fraudes. Marieta Pereira, dona de casa, foi vítima de um golpe que está se popularizando. Chamado de “golpe do motoboy”, uma pessoa se passou por funcionária de seu banco e falou que Pereira foi vítima de fraude.

Após, o suposto funcionário pede que a vítima escreva uma carta com suas informações. Juntamente com a carta, pede-se que a vítima entregue seu cartão a um motoboy supostamente do banco.

É desnecessário esclarecer que o motoboy não é do banco. Os fraudadores roubaram R$ 13 mil de Pereira. A dona de casa recuperou somente R$ 10 mil, metade do valor roubado acrescidos de R$ 4 mil como indenização por danos morais.

Além dela, o advogado Rogê Ferraz também foi vítima de fraude com cartão. No caso dele, seu cartão foi clonado e utilizado para uma compra online. A compra foi efetuada por alguém localizado no Oriente Médio.

Quando perguntado se tem pena da pessoas, Gods responde:

“Não. Pena é relativo, porque ninguém nunca sai prejudicado com isso, sabe. Quem sai são os banqueiros, e os banqueiros são milionários. Eu não dou bola pra eles. (sic)”

Veja:  Dólar cai e inicia a semana em R$ 5,51

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana