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Saúde

SP: casos de covid-19 são 4.620; número de mortos chega a 275

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São Paulo registrou neste domingo (5) um total de 275 óbitos pelo novo coronavírus. Os números significam um aumento de 180% em comparação ao balanço do domingo passado (29), quando eram 98 vítimas fatais por COVID-19. Já o número de casos confirmados pela doença chegou a 4.620.

Os óbitos concentram-se em 33 cidades, com maior número na Grande São Paulo, mas, crescem os números no interior do estado. Hoje,foi confirmada a primeira morte em Bauru. Também há pelo menos uma vítima nas regiões de Araçatuba, Ribeirão Preto, Campinas, Baixada Santista, Presidente Prudente e Sorocaba.

Os municípios e respectivos números de mortes são: São Paulo (220), Guarulhos (5), São Bernardo do Campo (5), Campinas (4), Santo André (3), Cotia (3), Osasco (3), Taboão das Serra (3).

Americana, Mairiporã, Santos e Sorocaba têm duas mortes cada cidade. Há ainda um óbito confirmado em cada uma das seguintes cidadesr: Arujá, Barueri, Bauru, Caieiras, Carapicuíba, Cravinhos, Diadema, Dracena, Embu das Artes, Francisco Morato, Franco da Rocha, Itapecerica da Serra, Itapevi, Jaboticabal, Mogi das Cruzes, Nova Odessa, Penápolis, Ribeirão Preto, São Caetano do Sul, São Sebastião e Vargem Grande Paulista.

Segundo o portal do governo do estado, as 275 vítimas somam 157 homens e 118 mulheres. Do total, 236 tinham idade igual ou superior 60 anos. As demais incluem pessoas com menos de 60 com comorbidades que, assim como os idosos, representam grupo mais vulnerável a complicações da COVID-19.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Distância de 2 metros não evita contágio por Covid-19, diz estudo

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Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas
Agência Brasil/Fernando Frazão

Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas

De acordo com um estudo publicado na revista Science, se manter 2 metros distante de outras pessoas não é suficiente para evitar o contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) — diferentemente do que apontam as recomendações desde o início da pandemia. O resultado do estudo reforça o uso universal de máscara para evitar a transmissão.

Segundo a publicação intitulada “Reduzindo a transmissão do Sars-CoV-2”, especialistas da Universidade de Taiwan e da Universidade da Califórnia afirmam que algumas evidências indicam que a Covid-19 está se espalhando silenciosamente em aerossóis expelidos por pessoas altamente contagiosas, mas que não apresentam sintomas.

Por isso, dizem, é preciso “realização regular e ampla de testes” para mapear casos assintomáticos. O estudo também reforça a necessidade do máscaras para o controle do vírus.

As recomendações da Organização Mundial da Saúde podem não ser suficientes em todos os casos, dizem Chia Wang, Kimberly Prather e Robert Schooley, autores do artigo.

Leia mais: Covid-19 pode ser problema por décadas, mesmo com vacina

“Aumentaram as evidências que sugerem que os dois metros de distância recomendados pela OMS não são suficiente em muitas situações em ambientes internos onde gotículas permanecem no ar por horas, acumulando-se com o passar do tempo e se espalhando pelo ar em distâncias maiores que dois metros”, escreveram.

Os pesquisadores explicam que as gotículas se espalham no momento da respiração e da fala, “podem se acumular, permanecer no ar de ambientes internos por horas e podem ser inalados facilmente para dentro dos pulmões”.

Veja também: Covid-19: Confira 8 dicas para continuar seguro ao sair de casa

O centro de controle e prevenção de doenças dos EUA, o CDC, focou também em gotículas de tossidas e espirros. Nestes casos, a permanência no ar é menor, mas existe o risco de que as gotículas caiam diretamente no nariz ou boca de outras pessoas.

“Para que a sociedade retome suas atividades, é preciso de medidas para reduzir a emissão destes aerossóis, incluindo uso universal de máscaras”, concluiu o estudo.

Fonte: IG SAÚDE

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No Twitter, Átila Iamarino diz que cabines de desinfecção podem ser ineficazes

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átila
Reprodução/TV Cultura

Atila Iamarino explica, no Twitter, sobre cabines de desinfecção

Populares durante a pandemia de Covid-19 , estruturas de desinfecção como câmara, cabines e túneis são uma alternativa para evitar a propagação do vírus em estabelecimentos. Apesar disso, o virologista Átila Iamarino, que ganhou popularidade em lives sobre o novo coronavírus, alertou em seu Twitter sobre a falta de eficácia das instalações em muitos casos.

“Ótimo para eliminar vírus e bactérias na superfície do corpo. Não serve pra nada se ass pessoas carregarem a Covid-19 dentro do corpo e depois precisarem respirar lá dentro”, explicou o especialista após um seguidor questionar sobre um bar que investiu na ideia.

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Além de Iamarino, as cabines também são alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), que divulgou, em abril, uma nota na qual afrima “faltar evidências científicas” de que o uso das estruturas tenha eficácia como medida preventiva contra o novo coronavírus.

De acordo com a autoridade sanitária, “a duração de 20 a 30 segundos para o procedimento não seria suficiente para garantir o processo de desinfecção”. A  nota técnica ainda reforça que a adoção desse mecanismo “não inativaria o vírus dentro do corpo humano, além de poder causar danos à saúde de quem se submetesse à desinfecção com saneantes aplicados diretamente na pele e nas roupas”.

Fonte: IG SAÚDE

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