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Saúde

Rio tem 64 vítimas de coronavírus; número de casos chega a 1.394

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O número de mortes causadas pelo coronavírus chegou a 64 no Rio, com 1.394 casos confirmados da doença. Os dados foram divulgados neste domingo (5) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) e representam um aumento de seis óbitos e 148 casos nas últimas 24 horas.

Dos novos casos fatais, quatro foram registrados na capital, um em Itaboraí e um em Rio Bonito. A vítima mais nova tinha 55 anos e a mais velha, 91 anos. A média de idade é de 78 anos. Ainda há 74 óbitos em investigação. Do total de 64 mortes, a capital lidera com 42 casos, equivalente a 65% dos óbitos.

Os novos doentes notificados estão concentrados na capital, com 1.068 casos, o que corresponde a 76% do total, seguido por Niterói, 87, Volta Redonda, 45, Nova Iguaçu, 29, Duque de Caxias, 20, Belford Roxo, 15, Itaboraí, 14, Petrópolis, 13, São Gonçalo, 13, São João de Meriti, 10, Maricá, 8, Teresópolis, 7, Macaé, 6, Magé, 5, Mesquita, 5, Nilópolis, 4, Barra Mansa, 3, Rio das Ostras, 3, Angra dos Reis, 3, Barra do Piraí, 2, Campos dos Goytacazes, 2, Guapimirim, 2, Itaguaí, 2, Mangaratiba, 2, Nova Friburgo, 2, Paraíba do Sul, 2, Queimados, 2, Resende, 2, Rio Bonito, 2, São Pedro da Aldeia, 2, Valença, 2.

Os municípios de Araruama, Arraial do Cabo, Iguaba Grande, Itaperuna, Miguel Pereira, Porciúncula, São João da Barra, Seropédica, Tanguá, Trajano de Moraes e Três Rios têm um caso de coronavírus cada. Ainda há um município em investigação.

Para mais informações, é possível ligar gratuitamente para o número 160 ou acessar o site.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Distância de 2 metros não evita contágio por Covid-19, diz estudo

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Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas
Agência Brasil/Fernando Frazão

Maioria das transmissões são feitas por pessoas assintomáticas

De acordo com um estudo publicado na revista Science, se manter 2 metros distante de outras pessoas não é suficiente para evitar o contágio pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2) — diferentemente do que apontam as recomendações desde o início da pandemia. O resultado do estudo reforça o uso universal de máscara para evitar a transmissão.

Segundo a publicação intitulada “Reduzindo a transmissão do Sars-CoV-2”, especialistas da Universidade de Taiwan e da Universidade da Califórnia afirmam que algumas evidências indicam que a Covid-19 está se espalhando silenciosamente em aerossóis expelidos por pessoas altamente contagiosas, mas que não apresentam sintomas.

Por isso, dizem, é preciso “realização regular e ampla de testes” para mapear casos assintomáticos. O estudo também reforça a necessidade do máscaras para o controle do vírus.

As recomendações da Organização Mundial da Saúde podem não ser suficientes em todos os casos, dizem Chia Wang, Kimberly Prather e Robert Schooley, autores do artigo.

Leia mais: Covid-19 pode ser problema por décadas, mesmo com vacina

“Aumentaram as evidências que sugerem que os dois metros de distância recomendados pela OMS não são suficiente em muitas situações em ambientes internos onde gotículas permanecem no ar por horas, acumulando-se com o passar do tempo e se espalhando pelo ar em distâncias maiores que dois metros”, escreveram.

Os pesquisadores explicam que as gotículas se espalham no momento da respiração e da fala, “podem se acumular, permanecer no ar de ambientes internos por horas e podem ser inalados facilmente para dentro dos pulmões”.

Veja também: Covid-19: Confira 8 dicas para continuar seguro ao sair de casa

O centro de controle e prevenção de doenças dos EUA, o CDC, focou também em gotículas de tossidas e espirros. Nestes casos, a permanência no ar é menor, mas existe o risco de que as gotículas caiam diretamente no nariz ou boca de outras pessoas.

“Para que a sociedade retome suas atividades, é preciso de medidas para reduzir a emissão destes aerossóis, incluindo uso universal de máscaras”, concluiu o estudo.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

No Twitter, Átila Iamarino diz que cabines de desinfecção podem ser ineficazes

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Reprodução/TV Cultura

Atila Iamarino explica, no Twitter, sobre cabines de desinfecção

Populares durante a pandemia de Covid-19 , estruturas de desinfecção como câmara, cabines e túneis são uma alternativa para evitar a propagação do vírus em estabelecimentos. Apesar disso, o virologista Átila Iamarino, que ganhou popularidade em lives sobre o novo coronavírus, alertou em seu Twitter sobre a falta de eficácia das instalações em muitos casos.

“Ótimo para eliminar vírus e bactérias na superfície do corpo. Não serve pra nada se ass pessoas carregarem a Covid-19 dentro do corpo e depois precisarem respirar lá dentro”, explicou o especialista após um seguidor questionar sobre um bar que investiu na ideia.

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Além de Iamarino, as cabines também são alvo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ), que divulgou, em abril, uma nota na qual afrima “faltar evidências científicas” de que o uso das estruturas tenha eficácia como medida preventiva contra o novo coronavírus.

De acordo com a autoridade sanitária, “a duração de 20 a 30 segundos para o procedimento não seria suficiente para garantir o processo de desinfecção”. A  nota técnica ainda reforça que a adoção desse mecanismo “não inativaria o vírus dentro do corpo humano, além de poder causar danos à saúde de quem se submetesse à desinfecção com saneantes aplicados diretamente na pele e nas roupas”.

Fonte: IG SAÚDE

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