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Vendas online na quarentena: veja o que está bombando nos e-commerces

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Veja o que mais está sendo vendido online


Com o isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), é natural que as vendas online aumentem. Mas se engana quem pensa que só alimentos e remédios teriam mais demanda neste período. De acordo com uma pesquisa realizada pela Konduto, antifraude de pagamentos online, os brinquedos se destacaram bastante. 

Em comparação com o início do mês de março, o período entre os dias 15 e 24 registrou um aumento de 643% nas vendas de brinquedos em e-commerces . Os supermercados ficaram em segundo lugar, com alta de 448% nos pedidos. 

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Tom Canabarro, CEO da Konduto, acredita que os clientes procuraram garantir entretenimento durante o período de isolamento social. “O crescimento de segmentos que vendem produtos básicos online, como farmácias e supermercados, já era esperado diante das medidas de quarentena e isolamento. Por outro lado, os consumidores se preocuparam em garantir entretenimento para todas as idades no período, vide o avanço de brinquedos e games online”, afirma. 

Depois de brinquedos e supermercados, o setor que mais cresceu durante a quarentena foi o dos artigos esportivos , com alta de 188%. Os pedidos de halteres, colchonetes, tapetes de ioga e até equipamentos como elípticos e bicicletas ergométricas cresceram, indicando que as pessoas estão buscando manter a saúde mesmo dentro de casa. 

Aa farmácias ficaram em quarto lugar nessa lista, com aumento de 75% nas vendas. Em seguida, vieram os games online (58%) e os aplicativos de entrega (56%).

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iPhone 11 Pro mais barato que o da Apple é anunciado por irmão de Pablo Escobar

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Escobar Gold 11 Pro é uma reprodução do iPhone 11 Pro


O irmão de Pablo Escobar , traficante cuja história inspirou a série Narcos da Netflix, está novamente tentando conquistar um espaço no mercado de smartphones . Depois de vender smartphones dobráveis, mais precisamente versões “de luxo” do Royole Flex Pai e Galaxy Fold “folheadas a ouro”  e decoradas com sua marca a preços abaixo dos de mercado, a próxima iniciativa do empresário é vender o iPhone 11 Pro a preços menores que os da Apple .

Você não leu errado. Um iPhone 11 Pro de 256 GB custa, na Apple, US$ 999. Roberto Escobar afirma estar vendendo seu Escobar Gold 11 Pro , folheado a ouro e em uma “caixa de madeira de luxo”, por US$ 499. Segundo Escobar, são aparelhos previamente “defeituosos” que foram remanufaturados, e vem acompanhados de acessórios (cabo, carregador e fones de ouvido) originais.

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O produto é uma “edição limitada” de duas mil unidades, e segundo um contador no site da “Escobar, Inc.” 356 unidades já foram vendidas. “Essa é minha forma de lutar contra a Apple . Vendo os aparelhos deles por um preço menor e os meus são folheados a ouro e mostrados por garotas bonitas. A Apple nunca poderá fazer isso”, diz Roberto. O canal de sua empresa no YouTube está repleto de vídeos de modelos de lingerie fazendo caras e bocas enquanto mostram os aparelhos para a câmera.

Não é preciso ser um especialista em mercado para perceber que a conta não fecha na oferta de Escobar. Um iPhone 11 Pro Max de 256 GB com a tela quebrada vale cerca de US$ 750 no eBay, portanto ele teria de estar adquirindo os aparelhos a um preço muito, muito abaixo do valor de mercado, mesmo quebrados, para ter algum lucro.

Uma possível explicação é que se trata de um golpe com uma estratégia simples: chamar a atenção para o aparelho pelo preço, receber pelos pedidos, entregar apenas alguns para dar um ar de “legitimidade” à operação e embolsar o dinheiro dos outros sem entregar aparelhos.

É algo que, segundo a Abacus News, aconteceu com os consumidores do primeiro dobrável da empresa e, presumivelmente, também no segundo modelo. Alguns consumidores tentaram reaver seu dinheiro e receberam de volta um e-mail dizendo: “venha para a Colômbia se quiser”. Considerando que Roberto Escobar se apresenta no site de sua empresa como “assassino-chefe do Cartel de Medellin”, você iria?

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Hacker membro de grupo bilionário é preso pelo FBI

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Olhar Digital

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Unsplash/Markus Spiske

Hacker foi preso pelo FBI


O FBI anunciou a prisão de um membro do grupo hacker Fin7, um dos grupos com motivação financeira mais ativos na atualidade e que já realizou ataques a redes de fast-food com a Chipotle e Arby’s, aos supermercados Whole Foods e a hotéis pertencentes ao presidente dos EUA, Donald Trump. No total, os ataques renderam ao grupo mais de um bilhão de dólares (cerca de R$ 5,2 bilhões).

O ucraniano Denys Iarmak, conhecido pelo apelido GakTus, foi preso na Tailândia e extraditado para os EUA, segundo a Vice. As autoridades chegaram ao hacker depois que ele revelou seu nome real para receber parte dos lucros por ações do grupo. Um mandato de busca relacionado à conta de Iarmak no Gmail revelou documentos como seu passaporte ucraniano e outros documentos oficiais.

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O grupo Fin7 inicia seus ataques enviando e-mails de phishing para vítimas em potencial, procurando por formas de acesso a seus sistemas. Ferramentas de malware desenvolvidas para realizar seus ataques são testadas contra os principais produtos antivírus do mercado para se certificar de que não serão detectadas.

De acordo com a Vice o grupo é altamente organizado, com uma equipe de administradores para cuidar de sua infraestrutura de TI, canais de bate-papo dedicados para entrevistar possíveis novos membros e até uma instância própria do Jira, ferramenta usada para organizar o desenvolvimento de software , para que membros possam apontar falhas e delegar tarefas.

Em agosto de 2018 o FBI já havia prendido outros três membros do Fin7 . No ano passado, um deles, Fedir Hladyr, se declarou culpado da acusação de ser um dos administradores de TI do grupo.

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