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Avaliação: Audi A6 2020 dá um show de dirigibilidade

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Audi A6: sofisticação, desempenho, segurança e conforto para poucos na nova geração do sedã de luxo


Nem parece, mas já fazem 25 anos do lançamento do Audi A6. À época, ele estreava para dar continuidade ao modelo 100. Passadas quase três décadas, eis a novíssima geração (nomenclatura 4A2B2Y), que desembarcou no Brasil por R$ 426.990 na configuração Performance (única disponível).

Construído sobre a plataforma MLB EVO, a mesma do SUV-cupê Q8 ( leia mais ) e do “irmão” A7 Sportback, a carroceria cresceu 6 mm no comprimento (4,939 m), 12 mm na largura (1,886 m) e 2 mm na altura (1,457 m).

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Ou seja, são dimensões similares ao do BMW 540i (R$ 422.950), cujas medidas são de 4,936 m, 1,868 m e 1,479 m, respectivamente. As novas dimensões trouxeram mais conforto interno e o entre-eixos do Audi A6 espichou de 2,912 mm para 2,924 mm. Mesmo assim, menor frente ao do rival da Bayerische Motoren Werke AG (2,975 m) e aos 2,939 do Mercedes-Benz Classe E (preços de R$ 345.900 a R$ 836.900, na variante esportiva Mercedes-AMG E 63 S 4 Matic).

As proporções bem definidas do A6 transmitem um toque extra de esportividade. Alguns detalhes do exterior aparecem na grade frontal Single Frame em preto brilhante (mesma tonalidade dos frisos das portas), as caixas de rodas aumentadas em 25 mm para acomodarem as belas rodas de 20″ com pneus de 255/40 R20, as lanternas unificadas e a dupla saída de escapamento. O porta-malas de 530 litros é igual ao do antecessor e a tampa pode ser aberta ao passar o pé sob o para-choque traseiro.

A cabine seguiu os passos do Q8. Luxuosa e ergonômica, estão disponíveis três telas. A primeira, concentra o quadro de instrumentos totalmente digital Virtual Cockpit, com três modos de visualização. O multimídia MMI Touch de 10,1″ traz navegação com gráficos em 3D e conectividade Android Auto/Apple CarPlay. A última de 8,6″ permite ajustar a temperatura do ar-condicionado de quatro zonas.

O áudio da renomada Bang&Olufsen é composto de 16 alto-falantes e 705 watts de pura qualidade sonora. Quatro entradas USB são encontradas. Como já falamos, o entre-eixos aumentou, porém, apenas dois ocupantes traseiros encontram bom espaço para as pernas e os joelhos por conta do túnel central elevado. Um pênalti está na coluna de direção que não é ajustável eletricamente.

MOTOR COMPARTILHADO

Sob o capô, esconde-se o V6 3.0 TFSI (código EA 839) de 340 cv e torque plano de 51 kgfm a partir de baixíssimos 1.370 rpm. É o mesmo bloco presente no Q8 e no A7 Sportback . O câmbio S tronic é de dupla embreagem e sete marchas. Esse conjunto junto da tração integral quattro permite ir de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos – o A7 Sportback cumpre em 5,3 segundos – com velocidade máxima de 250 km/h (limitada eletronicamente).

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A diferença de peso entre o A6 e o A7 Sportback é de poucos 55 kg. E ao volante, o sedã desconhece os seus 1.935 kg. O comportamento agrada, seja ao conduzi-lo em baixas velocidades ou exigir mais do pedal do acelerador. Pelo Audi Drive Select é possível selecionar os programas Auto, Comfort, Dynamic, Efficiency e Individual, que alteram determinados parâmetros, por exemplo, as respostas do motor/transmissão e o funcionamento do ar-condicionado, só para citar.

Dirigindo no Efficiency e ao aliviar o pé do pedal do acelerador é engatado o “ponto morto” do câmbio para aproveitar a inércia e diminuir tanto o consumo quanto as emissões de poluentes. O A6 é um híbrido leve por ser equipado com uma bateria de íons de lítio e sistema elétrico de 48V. Desta forma, é possível andar entre 55 e 160 km/h com o motor a combustão desligado. Outro recurso em prol do meio ambiente está no sistema Start-Stop, que desativa o V6 3.0 TFSI a partir de 22 km/h.

Toda essa tecnologia foi comprovada durante a nossa avaliação. O computador de bordo registrou médias urbanas de 13 km/l (trânsito moderado para congestionado) e superiores aos 18 km/l na estrada. Muito boas para um carro de praticamente duas toneladas.

A personalidade do Audi transforma no Dynamic, com respostas rápidas e instantâneas. A transmissão trabalha de forma irrepreensível e realiza trocas ágeis sem titubear. As suspensões confortáveis possuem um bom compromisso entre conforto e esportividade, enquanto a tração integral quattro sob demanda o deixa grudado no chão. Só é necessária uma atenção maior nas ruas esburacadas devido o perfil baixo dos pneus e as grandes rodas.

SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR
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Audi A6 2020 vem com sistema multimídia de últiga geração e luz ambiente configurável entre os itens de série

O pacote de proteção aos passageiros inclui, entre os itens, o Traffic Jam Assist para controlar a aceleração/frenagem e a direção mantendo o carro dentro da faixa ou na fila de trânsito. Ele funciona de 0 a 250 km/h, de acordo com o fabricante. O Side Assist/Pre Sense Rear engloba o assistente de pontos cegos e o Exit Warning, que informa os ocupantes ao desembarcar da proximidade de um outro veículo. Já o Audi pre sense front consegue detectar ciclistas e pedestres em velocidade de até 85 km/h e outros veículos em velocidade até 250 km/h. É emitido um alerta sonoro e visual nos casos de colisão iminente.

Outro recurso é o assistente de tráfego reverso, o qual utiliza os radares do veículo para informar ao condutor sobre a possibilidade de colisão ao engatar a marcha à ré. Caso necessário, os freios são acionados automaticamente. Por fim, a câmera de 360° auxilia nas horas das manobras ou balizas. Embora seja recheado é uma pena não oferecer a coluna de direção ajustável eletricamente em altura e profundidade.

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O Audi A6 custa a partir de R$ 426.990 e opcionalmente pode receber o Head-Up Display (HUD) por R$ 10.000 extras, assim como o sistema de visão noturna (R$ 16.000) e os faróis Full-LED Matrix (R$ 13.000). Completo, o A6 Performance sai por R$ 465.900.


FICHA TÉCNICA

Audi A6 Performance
Preço básico: R$ 426.990
Carro avaliado: R$ 465.990
Motor: seis cilindros em “V” 3.0, 24V, turbo, injeção direta e indireta, duplo comando de válvulas, variador de fase na admissão e escape
Cilindrada: 2995 cm3
Combustível: gasolina
Potência: 340 cv a 5.500 rpm
Torque: 51 kgfm a partir de 1.370 rpm
Câmbio: automatizado de dupla embreagem, sete marchas
Direção: eletro-hidráulica
Suspensões: Braços sobrepostos (d) e multibraços (t)
Freios: discos ventilados (d/t)
Tração: integral
Dimensões : 4,939 m (c), 1,886 m (l), 1,457 m (a)
Entre-eixos: 2,924 m
Pneus: 255/40 R20
Porta-malas: 530 litros
Tanque: 73 litros
Peso: 1.935 kg
0-100 km/h: 5s1
Velocidade máxima: 250 km/h (limitada eletronicamente)
Consumo cidade: 8,3 km/l
Consumo estrada: 10,3 km/l
Emissão de CO 2 : 150 g/km
Nota do Inmetro: C
Classificação na categoria: D (Extra Grande)
Fonte: IG CARROS

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Conheça 5 picapes leves seminovas de até R$ 40 mil

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Era para as picapes leves serem substituídas aos poucos pelas intermediárias, mas a forte crise causada pela pandemia do novo coronavírus acabou adiando os planos das fabricantes.Também voltados para trabalho, esses pequenos utilitários tiveram seu auge entre os anos 90 e o início dos 2000 e hoje em dia existem apenas três opções: VW Saveiro, Chevrolet Montana e Fiat Strada. Esta última acaba de ganhar nova geração, mas sua chegada às lojas foi adiada para entre o fim de junho e o início de julho.

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Para quem precisa de um utilitário que não pese no bolso para trabalhar, restam algumas picapes leves seminovas, que não passam dos R$ 40 mil, cujos detalhes podem ser conferidos abaixo. Tivemos que inclui versões com cabines simples, estendida e dupla, uma vez que não há mais do que três marcas fabricando desse tipo de carro no Brasil hoje em dia, depois que Ford Courier e Peugeot Hoggar saíram de linha.

1 – Fiat Strada Working 1.4 CS 2018 – R$ 40.000

Fiat Strada
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Fiat Strada Working com cabine simples e boa capacidade de carga, mas é bastante simples, inclusive no que se refere ao acabamento


A campeã de vendas entre as picapes leves no Brasil acaba de mudar ns linha 2021, mas a versão mais voltada para trabalho, de dois anos atrás, pode ser uma boa para quem procura um utilitário acessível. Simples, vem apenas com o essencial, mas com caçamba de 1.220 litros e capaz de levar 1.063 kg de peso. Por dentro, entre os poucos equipamentos, há uma entrada USB no painel, útil para carregar o celular.

O conjunto mecânicoda Fiat Strada Working inclui o bem conhecido motor 1.4 Fire Evo, que rende modestos 88 cv e 12,5 kgfm de torque a 3.500 rpm acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, cujos engates nem sempre são precisos. De qualquer forma, a picape é econômica. Conforme dados do Inmetro, faz 10,9 km/l de gasolina na cidade e 13,2 km/l na estrada.

2 – VW Saveiro Robust 1.6 2018 – R$ 38.000

VW Saveiro
Rafael Poci Déa

VW Saveiro Robust tem direção assistida e ar-condicionado como opcionais, já que é feita mais para quem precisa trabalhar com a picape

A picape da Volkswagen também tem boa procura e na versão mais voltada para o trabalho, mas é bom saber que itens como direção assistida e ar-condicionado são opcionais. Outros dois itens importante sobre o modelo é que, na comparação com a rival da Fiat, embora a capacidade de carga seja um pouco maior ( 712 kg ante 705 kg), o espaço na caçamba é menor, com 924 litros.

O motor é o robusto 1.6 EA 111, que rende 104 cv e 15,6 kgfm de torque a meros 2.500 rpm, o que a torna mais disposta que a concorrente da marca italiana. Além disso, o câmbio manual de cinco marchas tem engates mais fáceis. Por outro lado, o utilitário da VW não faz tanta cerimônia em gastar combustível. Pelo Inmetro, faz 10,8 km/l cudade e 12,4 km/l na estrada, com apenas gasolina no tanque de 55 litros.

3 – Chevrolet Montana LS 1.4 – 2019 – R$ 39.000

Chevrolet Montana
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Chevrolet Montana ainda tem a mesma base do finado Agile, mas pode levar mais de uma tonelada na caçamba

Ainda com a mesma base do finado Agile, que saiu de linha em setembro de 2014, a picape leve na GM sobrevive no mercado à espera da chegada do modelo intermediário que estava previsto para ser lançado, mas deve demorar com adiamentos e congelamento de novos investimentos, pelo menos, nos próximos dois anos, por causa da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

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Mas consegue levar bons 1.152 litros na caçamba, que leva 1.097 kg, mais que os modelos da Fiat e VW. Além disso, o motor 1.4 rede 99 cv e 13 kgfm de torque a 3.200 rpm, funcionando em conjunto com o câmbio manual, de cinco marchas. Bom também é que a picape gasta pouco. Conforme dados do Inmetro, faz 11,7 km/l na cidade e 13,4 km/l na estrada, com gasolina, mas o tanque é pequeno (49 litros).

4 – VW Saveiro Cross CE 1.6 – 2015- R$ 38.000

VW Saveiro
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Volkswagen Saveiro Cross: versão topo de linha da picape vem até com controle eletrônico de estabilidade


Saindo da questão do trabalho e indo para o lazer, uma opção de picape leve, com cabine estendida e uma boa dose de equipamentos é a versão Cross da VW. Entre os itens de série está incluído até controles eletrônicos de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa. E o visual pe caprichado, como grande faróis auxiliares embutidos no para-choque, rodas exclusivas de aro 15 e retrovisores pintados de cinza prata.

O motor é o 1.6 EA 111, o mesmo da versão Robust, com câmbio manual de 5 marchas. Entretanto, a caçamba é menor que a versão mais voltada para o trabalho, com 734 litros e capacidade de carga de 1.130 kg. Segundo informações do Inmetro, o consumo com gasolina é de 10,7 km/l em trechos urbanos e 11,5 km/l em rodoviários.

5 – Fiat Strada Adventure 1.8 Dualogic -2015 – R$ 39.000

Fiat Strada
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Fiat Strada Adventure tem banco traseiro, mas não quatro portas, como na nova geração, que chegará entre junho e julho às lojas


A versão topo de linha da picape leve mais vendida tem cabine dupla, mas não quatro portas como será a nova geração, que chegará até julho às lojas. Proteções emborrachadas nos para-lamas, dois faróis auxiliares de cada lado no para-choque dianteiro, barras de proteção e tampa da caçamba removível são itens que chamam atenção por fora. No interior, porém, falta mais capricho.

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No conjunto mecânico, o câmbio automatizado costuma ser ruidoso e com funcionamento mais lento que o ideal. Na caçamba vão apenas 680 litros, mas 1.258 kg de peso. Além disso, o motor 1.8 de 132 cv e 18,9 kgfm não é dos mais eficientes. Então, prepare o bolso se resolver a picape leve  para casa. Conforme o Inmetro, o picape faz 9,8 km/l na cidade e 11,1 km/ na estrada.

Fonte: IG CARROS

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Seguradoras apostam em bônus e descontos progressivos para manter clientes

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O coronavírus trouxe muitas mudanças, algumas mais drásticas, outras não tanto. Se falamos de trânsito, a redução nas grandes cidades foi de aproximadamente 50%. Segundo a ANTP, isso contribuiu a uma drástica redução de congestionamentos e de acidentes de trânsito, entre outros efeitos .

Seguradoras
Divulgação/Melhor Trato

Seguradoras promovem descontos em tempos de pandemia

Muitos motoristas, considerando que o carro fica em casa e já não está sendo usado frequentemente, cogitam a possibilidade de deixar de pagar o seguro até terminar o isolamento. Mas essa não é uma boa ideia, primeiro porque apesar da redução de acidentes, ainda é possível que os veículos sofram outros tipos de sinistros, como um roubo, por exemplo.

Diante desta situação, algumas seguradoras oferecem aos seus clientes a possibilidade de renovar a apólice ao mesmo preço que a do ano passado, outras dão a opção para que seja contratado um plano com poucas coberturas e outras diretamente oferecem planos especiais para a quarentena.

Por exemplo a Porto Seguro oferece renovações feitas com o mesmo valor do prêmio do contrato de 2019, pagamento com cartão de crédito em até 10 parcelas sem juros, com 10% de desconto se o cliente adquire o Cartão de Crédito Porto Seguro ou 5% para o cliente que já tem. Com o mesmo cartão o cliente também pode ter descontos na contratação dos planos da Azul Seguros e parcelar em até 10 vezes sem juros. Além dessas vantagens, também poder ter 25% de desconto em caso de ter que pagar franquia e financiá-la em até 6 meses.

A maior novidade no segmento é oferecida pela Youse que disponibiliza o Plano quarentena com coberturas básicas (roubo, furto, incêndio e guincho) a partir dos R$ 45 por mês. Além de ter o processo totalmente realizado pelo seu site, a vistoria também é on-line . Por exemplo, este seguro para um Chevrolet modelo Onix 0km, conduzido em São Paulo por uma pessoa de aproximadamente 35 anos pode custar R$ 67 por mês. Com a vantagem que o preço estabelecido não muda após o término da quarentena, só quando o contrato acabar.

Outro elemento a considerar são os bônus oferecidos, descontos que o cliente recebe em convergência a como usou o seguro durante o período contratado. Se você agora não está saindo com seu carro, as chances de terminar o contrato sem ter acionado o seguro é muito alta, consequentemente terá mais descontos no momento de renovar o plano de seguro e pagar um valor bem baixo.

Todo mundo está procurando um seguro automóvel bom e barato , mas o desconto não é o único fator importante! Quem está pensando em tirar o seguro do carro ou está em dúvidas se renovar ou não, deve verificar que a empresa de seguros disponibilize bons serviços digitais para acompanhá-lo ou orientá-lo quando precisar.

Fonte: IG CARROS

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