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Internacional

Trump: mais de 1 milhão de norte-americanos são testados para covid-19

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira (30) que mais de 1 milhão de norte-americanos foram testados para o Covid-19, e pediu às pessoas que continuem a seguir as medidas de distanciamento social até abril para impedir que o coronavírus se espalhe.

“Todos nós temos um papel a desempenhar na vitória desta guerra. Todos os cidadãos, famílias e empresas podem fazer a diferença na interrupção do vírus. Este é nosso dever patriótico compartilhado. Tempos desafiadores estão à frente nos próximos 30 dias, e serão 30 dias muito vitais”, disse Trump a repórteres na Casa Branca.

Trump se referiu ao número de testes realizados nos EUA como um marco.

Ele disse também que os EUA começaram a adquirir equipamentos de proteção no mercado externo.

“Estamos recebendo isso de todo o mundo, e também estamos enviando coisas que nós não precisamos para outras partes”, afirmou.

Trump disse que conversou com o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte, e que os EUA enviarão ao país europeu cerca de 100 milhões de dólares em equipamentos médicos que não são necessários nos EUA.

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Internacional

Mineápolis tem 3ª noite de violência após morte de George Floyd

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Uma terceira noite de incêndios criminosos, saques e vandalismo de motivação racial assolou a cidade norte-americana de Mineápolis, onde manifestantes extravasaram sua revolta com a morte de um homem negro desarmado, vítima de um policial branco que ajoelhou sobre seu pescoço no chão após uma detenção, na segunda-feira (25).

A maior parte dos tumultos mais recentes na maior cidade de Minnesota não foi contida na noite de quinta-feira (28), já que o prefeito ordenou uma retirada tática da polícia de uma delegacia que foi incendiada.

Tropas da Guarda Nacional convocadas mais cedo pelo governador, Tim Walz, se mantiveram discretas. Walz havia lhes ordenado a ajudar a manter a paz depois de duas noites de distúrbios desencadeados pela morte de George Floyd.

Em um tuíte no fim da noite de ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que enviaria a Guarda Nacional para “fazer o trabalho direito” se o prefeito “fraco” não conseguisse restaurar a ordem, insinuando que a força letal poderia ser necessária.

“Qualquer dificuldade e assumiremos o controle, mas quando os saques começarem, os tiros começarão”, escreveu Trump.

Abordagem policial

A detenção de Floyd, de 46 anos, foi flagrada por um observador e gravada com um celular, um vídeo que viralizou e que mostra um policial pressionando o joelho no pescoço de Floyd, que geme e diz “por favor, não consigo respirar”.

Quatro policiais envolvidos na detenção de Floyd, que foi acusado de ter tentado passar notas falsas em um loja de esquina, foram demitidos na terça-feira (26), mas os tumultos continuaram.

Protestos ocorreram na quarta-feira (27) em Los Angeles e na quinta-feira em Denver, e o tráfego nas ruas de ambas foi interrompido. Em Phoenix, manifestantes confrontaram o batalhão de choque diante da prefeitura e uma manifestação foi realizada no Capitólio do Arizona.

Os distúrbios da noite de quinta-feira em Mineápolis também se espalharam para a cidade vizinha de St. Paul, a capital estadual, onde ocorreram incêndios e vandalismo.

Contrastando com a noite de quarta-feira, quando manifestantes que atiravam pedras se chocaram com o batalhão de choque, as forças da lei de Mineápolis praticamente se ausentaram do epicentro dos distúrbios de quinta-feira.

Em uma coletiva de imprensa na manhã desta sexta-feira, o prefeito, Jacob Frey, defendeu sua decisão de esvaziar delegacias devido a “ameaças iminentes tanto aos policiais quanto ao público”.

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Internacional

Combinação com hidroxicloroquina apresenta risco para pacientes

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Pacientes de câncer com a covid-19 e que foram tratados com uma combinação de medicamentos promovida pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para combater o novo coronavírus têm três vezes mais chances de morrer em 30 dias do que os que tomaram qualquer um dos medicamentos sozinhos, afirmaram pesquisadores norte-americanos nessa quinta-feira (28). 

Resultados preliminares sugerem que médicos poderiam se abster de prescrever o medicamento hidroxicloroquina, que é utilizado em combinação com o antibiótico azitromicina há décadas para o tratamento da malária. Os pesquisadores pedem que aguardem mais estudos. 

“O tratamento com a hidroxicloroquina e a azitromicina estão fortemente associados com o risco elevado de morte”, afirmou o Dr. Howard Burris, presidente da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), em conversa com jornalistas sobre os resultados. 

Inicialmente, acreditava-se que a combinação de medicamentos poderia ajudar os pacientes de covid-19, mas dados recentes colocaram o protocolo em dúvida. 

Os achados preliminares, que serão apresentados nesta semana em uma reunião científica virtual da Asco, mostram que a combinação apresenta risco significativo para pacientes com câncer. 

“Tomar a combinação garante um risco três vezes maior de morte em 30 dias e de qualquer causa”, disse o Dr. Jeremy Warner, do Sistema Médico da Universidade Vanderbilt. 

Trump, que defendeu o uso da hidroxicloroquina, chamou a combinação em um tuíte no dia 21 de março de potencialmente “um dos maiores divisores de águas na história da medicina”. 

A afirmação foi baseada em estudo com menos de 40 pacientes do Jornal Internacional de Agentes Antimicrobianos. Estudos recentes, no entanto, mostraram poucos ou nenhum benefício, além de riscos maiores. 

Warner e seus colegas analisaram dados de 925 pacientes com câncer que se infectaram com o novo coronavírus entre março e abril e verificaram que 13% deles morreram nos 30 dias seguintes ao diagnóstico. 

De maneira geral, pacientes com câncer em estágio progressivo no momento da infecção apresentaram cinco vezes mais chances de mortalidade, em um período de 30 dias, do que os que estavam em remissão ou que não tinham evidências de câncer no momento do tratamento. 

No estudo, 180 pacientes tomaram hidroxicloroquina em combinação com a azitromicina, e 90 tomaram apenas a hidroxicloroquina. 

A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA, na sigla em inglês) permitiu que agentes de saúde prescrevessem os medicamentos para a covid-19 com uma autorização de uso emergencial, mas não aprovou o tratamento. 

Os governos da França, Itália e Bélgica agiram para suspender na quarta-feira (27) o uso da hidroxicloroquina para pacientes de covid-19, após uma decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de realizar amplo estudo do medicamento devido a preocupações de segurança.

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