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Segunda-feira (30): Mato Grosso tem 18 casos confirmados de coronavírus

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (30.03), 18 casos confirmados de coronavírus em Mato Grosso. Um aumento de 6 casos, desde a divulgação da Nota Informativa da última sexta-feira (27.03)

Os casos confirmados da Covid-19 são em Cuiabá (12), Rondonópolis (3), Nova Monte Verde (1) e Várzea Grande (2). Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada pela SES (anexada a este texto).

Dos 18 casos confirmados de Covid-19 em Mato Grosso, 4 estão hospitalizados, sendo todos em leitos privados; dois estão em Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) e dois em enfermaria.

A Nota Informativa com dados atualizados é divulgada diariamente neste link a partir das 17h – horário em que também ocorre a coletiva de imprensa virtual com o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, transmitida pelo Instagram e Facebook do Governo do Estado.

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Fonte: GOV MT

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Primeira-dama entrega 2 mil cestas básicas à famílias indígenas da aldeia Halataikwa de Juína

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As famílias indígenas da etnia Enawenê-nawê da comunidade Halataikwa, localizada no município de Juína (742 km de Cuiabá), receberam da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, 2 mil cestas básicas contendo alimentos e kits com produtos de limpeza e higiene pessoal. Essa é a segunda vez que a primeira-dama visita a aldeia.

A ação realizada na tarde de quarta-feira (02.12) também beneficiou mais oito etnias de outras aldeais: Rikbaktsa, Apiaká, Kayabi, Mundurucu, Cinta Larga, Arara do Rio Branco, Myky e Manoki.

“É muito gratificante vir pessoalmente conhecer a história do povo indígena e poder contribuir de alguma forma com a sobrevivência deles, principalmente neste período tão difícil que estamos passando. Sempre que visito os indígenas me sinto acolhida pelo carinho que têm por mim”, pontuou a primeira-dama.

Os representantes das aldeias agradeceram e destacaram a importância dos atendimentos realizados nas comunidades indígenas neste período de pandemia.

Para o representante da Associação indígena Halataikwa, o cacique Daliyamace Enawenê, a visita da primeira-dama é oportunidade de reivindicar melhorias para as famílias que moram na região. “É a segunda vez que a primeira-dama nos visita com alimentos, mas, desta vez, estamos tendo a chance de apresentar as demandas necessárias para vivermos com mais dignidade”, comentou.

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Aruaki Kawali, 24 anos, um dos beneficiados com a cesta básica, disse que se sente lembrado com a presença da primeira-dama na aldeia. “A sensação que temos é de ser lembrado quando o Governo do Estado se faz parceiro e nos atende, ouvindo os nossos clamores. Por isso, comemoramos”.

Também estiveram presentes duranta a visita a aldeia o superintendente de Assuntos Indígenas da Casa Civil, Agnaldo Pereira dos Santos, e representantes da Fundação Nacional do Índio (Funai).

A ação faz parte do programa “Vem Ser Mais Solidário”, que vai distribuir um total de 4 mil kits de alimentos. A iniciativa já contemplou, na terça-feira (01.12), as famílias da aldeia Wazare, no município de Campo Novo do Parecis, e nesta quinta-feira (03.12) será a vez da comunidade Santa Clara, em Campinápolis.

Vem Ser Mais Solidário

O “Vem Ser Mais Solidário” foi criado com o objetivo de amenizar o sofrimento das pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social. Iniciada em abril deste ano, a ação já realizou a distribuição de 330 mil cestas básicas, beneficiando mais de 1,7 milhão de pessoas carentes em todo Mato Grosso. O Governo do Estado, através do programa Mais MT, direcionou R$ 42 milhões em recursos para que a campanha seja permanente.

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Fonte: GOV MT

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Estudo é aprovado por indígenas e Governo avança para obtenção de licenciamento de pavimentação e pontes

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O Estudo de Componente Indígena, necessário para obtenção do licenciamento ambiental para a obra de pavimentação e construção de pontes de concreto na rodovia federal BR-174, foi aprovado pelas comunidades indígenas Araras do Rio Branco e Povo Rikbaktsa. Este processo se arrastava desde 2014 e a aprovação é mais um passo importante que o Governo do Estado dá para a realização das obras na rodovia federal.

Os projetos para pavimentação e construção de 23 pontes na BR-174 estão sendo elaborados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura de Logística (Sinfra), por meio de um convênio com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNit), formalizado em 2013. Na ocasião, ficou sob a responsabilidade do Governo do Estado a elaboração dos projetos, a obtenção de licenciamento ambiental e a execução das obras na rodovia.

A superintendente Ambiental de Obras da Sinfra, Nadja Felfili, explica que em razão de a rodovia cortar terra indígena, passando por duas comunidades, a obtenção de licenciamento é muito complexa e consiste em muitas etapas envolvendo vários órgãos, como a Fundação Nacional do Índio (Funai), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), além dos próprios índios.

Estudo é aprovado por indígenas e Governo avança para obtenção de licenciamento de pavimentação e pontes

Segundo ela, o processo de licenciamento ambiental da BR-174 começou em 2014, quando a Sinfra protocolou junto à Sema a versão final do Estudo Ambiental para obtenção de licenciamento. Para emissão do documento, o órgão ambiental consultou a Funai quanto a necessidade do Estudo de Componente Indígena e a Funai encaminhou o termo de referência à realização deste estudo e do Plano Básico Ambiental Indígena, necessários para que a Funai pudesse dar sua anuência para a emissão das licenças ambientais contemplando seis terras indígenas: Erikbaptsa, Japuíra, Escondido, Arara do Rio Branco, Kawahiva e Piripikura.

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Após isso, a Sinfra elaborou e encaminhou o relatório de planejamento das atividades e mobilização para análise e aprovação da Funai, avançando mais um passo para a realização das obras.  Porém, o Ministério Público Federal recomendou que fosse realizada consulta prévia junto às comunidades indígenas afetadas pelas obras, antes de qualquer mobilização. 

Em janeiro deste ano, a Sinfra realizou as oitivas com os indígenas sobre este plano de trabalho e protocolou a versão definitiva do Estudo de Componente Indígena na Funai, para aprovação. Uma vez aprovado pelo órgão, o estudo foi novamente apresentado às comunidades indígenas, para incluir as considerações dos Rikbaktsa e dos Arara. As reuniões foram realizadas nas últimas semanas e o Estudo de Componente Indígena, finalmente, foi aprovado pelas duas comunidades.

A Funai irá encaminhar a anuência para liberação da licenças prévia da obra de pavimentação e de instalação das pontes

Com a aprovação, a Funai irá encaminhar a anuência para liberação da licença prévia da obra de pavimentação e licença de instalação das pontes à Sema, conforme explica Nadja Felfili. A previsão é de que as licenças sejam emitidas até o final do próximo mês de janeiro.

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Para Nadja Felfili, essa aprovação foi uma “vitória”, uma vez que o licenciamento garante que as obras das pontes possam começar já em 2021. Já a pavimentação ainda depende da elaboração do Plano Básico Ambiental Indígena, necessário para a obtenção de licença de instalação.

“Fizemos uma tratativa com os indígenas e com a Funai, para que pudéssemos fazer primeiro as obras das pontes. E eles aceitaram e concentramos esforços para a elaboração Plano Básico Ambiental Indígena, licenciamento concomitante a execução das obras de artes (pontes). Enquanto estiver realizando as pontes, vamos trabalhando na elaboração do Plano Básico Ambiental Indígena”, explicou.

Fonte: GOV MT

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