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“Leitos serão distribuídos conforme evolução da doença”, diz Ministério

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O Ministério da Saúde reiterou, nesta quinta-feira (26), o compromisso com a distribuição de dois mil leitos de UTI para auxiliar na luta contra o coronavírus  nos estados. O critério de distribuição, porém, não seguirá mais a densidade populacional dos municípios, mas a evolução da doença.  

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governo de São Paulo/reprodução

Ministério da Saúde diz que novos leitos serão distribuídos conforme necessidade

Leia mais: ‘Tempestade’, diz secretário de Saúde sobre Covid-19 e Influenza

De acordo com o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, nas próximas 48h mais de 350 leitos estarão habilitados para uso. Outras 540 unidades já foram disponibilizadas. “Depois disso, não faremos mais a distribuição dessa forma aleatória, de acordo com a população. Nós vamos segurar os equipamentos e direcionar conforme a evolução da doença “, explica. 

A pasta pretende distribuir, além dos leitos, outros equipamentos importantes como respiradores e monitores cardíacos. “Em três meses nós pretendemos receber 17 mil respiradores que serão usados no enfrentamento da doença”, afirma Gabbardo. 

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O secretário também afirmou que o plano do Ministério envolve um acompanhamento minucioso da curva de crescimento da doença em cada estado. “Se uma região demonstrar o avanço da doença de maneira mais dramática do que outra, é possível que haja o deslocamento”, diz. “Por exemplo: a doença começou em São Paulo e pode ser que acabe em São Paulo primeiro. Mais na frente, talvez o Rio Grande do Sul precise mais”, exemplifica. 

Em novo boletim de atualização sobre o Covid-19 no Brasil, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, divulgou que entre os 2.915 casos confirmados da doença, existem 205 pacientes  internados em enfermarias e pelo menos 194 pessoas nas Unidades de Terapia Intensiva ( UTI ). 

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Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

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Agência Brasil

Estudo da FGV aponta que pandemia provocou queda de renda de 20,1%

Rio – O primeiro trimestre da pandemia de covid-19, declarada oficialmente em 11 de março, ocasionou uma perda média de 20,1% na renda dos brasileiros, baixando o valor de R$ 1.118 para R$ 893 mensais. No cálculo, consideram-se mercados formal e informal e também a parcela de trabalhadores sem emprego.

No período, o coeficiente de Gini, usado para mensurar o nível de desigualdade social, aumentou 2,82%. Os apontamentos constam da pesquisa Efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho brasileiro, coordenada pelo economista Marcelo Neri, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Conforme demonstra o estudo, observa-se que tanto a queda média na renda como o índice Gini atingiram nível recorde quando analisadas variações da série histórica, iniciada em 2012. Enquanto os mais pobres viram a renda encolher 27,9% – de R$ 199 para R$ 144 -, o impacto foi de 17,5% – de R$ 5.428 para 4.476 -, entre os 10% mais ricos do país.

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Os pesquisadores atribuem a queda de mais de um quarto da renda à redução da jornada de trabalho, que foi de 14,34% na média nacional, e a outros fatores, como a própria diminuição na oferta de vagas. A taxa de ocupação, isto é, a parcela da força de trabalho que possui um emprego, também caiu 9,9%.

O estudo afirma que a situação pesou mais entre indígenas, analfabetos e jovens de 20 a 24 anos. De acordo com os pesquisadores, mulheres foram mais afetadas, com 20,54% de queda na renda, contra 19,56% dos homens.

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Pedagoga leva soco em abordagem policial: “fui chamada de preta, de vagabunda”

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Rerodução

Vídeo mostra momento em que Eliane foi derrubada e recebeu soco no rosto

A pedagoga Eliane Espírito Santo, de 39 anos, sofreu uma abordagem violenta da Polícia Militar em Macapá. A mulher, que levou um soco no rosto e recebeu várias ofensas, chegou a ser detida por “desacato e desobediência”.

A ocorrência foi filmada e publicada nas redes sociais pelo filho de Eliane, que também foi abordado. Pouco tempo depois, o vídeo viralizou, causando revolta em internautas.

“Para mim isso foi uma tortura, mexeu muito com meu psicológico. […] Eu fui chamada de preta, fui chamada de vagabunda por eles na delegacia. Eu me senti ofendida e para mim foi um preconceito muito grande, porque éramos os únicos negros ali”, disse ela ao portal G1.

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“A polícia já abordou a gente apontando as armas para o carro. Abordou todo mudo menos eu; um deles deu um soco no estômago do meu marido. Eu falei para a equipe liberar o adolescente porque ele é do interior, e estava sob minha responsabilidade. Eu atravessei, fiquei na calçada de casa. Só um deles me agrediu”, recorda.

A abordagem ocorreu na sexta-feira (18) à noite. Após repercussão, o governador do Amapá, Weldez Góes, afirmou que as imagens “envergonham as forças armadas de segurança do Estado” e reconhece que a ocorrência é “recheada de atitudes racistas”. De acordo com o governo do estado, os policiais serão afastados para investigação.

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