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Internacional

Índices europeus fecham 3° dia consecutivo de alta

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 As ações europeias inverteram o curso e terminaram em alta nesta quinta-feira(26), acompanhando os ganhos em Wall Street, com os investidores aguardando uma votação dos parlamentares da União Europeia sobre fundos de emergência para amortecer o golpe do surto de coronavírus.

Os índices de ações dos Estados Unidos avançavam depois de uma leitura recorde nas reivindicações semanais de auxílio-desemprego colaborar para a perspectiva de mais medidas de estímulo para combater o impacto econômico da pandemia de coronavírus.

Às 14h31 (horário de Brasília), o índice FTSEEurofirst 300 subia 2,37%, a 1.265 pontos, enquanto o índice pan-europeu STOXX 600 ganhava 2,55%, a 321 pontos, acumulando ganho de quase 15% nas três últimas sessões. O índice havia caído 2% no início do dia.

O índice ainda está 26% abaixo de um pico recorde atingido em fevereiro, com uma recessão na Europa parecendo iminente na sequência de paralisações generalizadas nas empresas pelo coronavírus.

Espera-se que ainda nesta quinta-feira os parlamentares da União Europeia aprovem fundos de emergência para atenuar a crise econômica do bloco provocada pela pandemia e reforçar as companhias aéreas mais afetadas.

Em Londres, o índice Financial Times avançou 2,24%, a 5.815 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX subiu 1,28%, a 10.000 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 ganhou 2,51%, a 4.543 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,73%, a 17.369 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 registrou alta de 1,31%, a 7.033 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 valorizou-se 1,47%, a 4.013 pontos.

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Internacional

OCDE: indicadores antecedentes têm a maior queda mensal já registrada

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As principais economias estão vendo a maior queda mensal nas atividades já registrada em meio à crise do coronavírus, e não há um fim à vista com clareza sobre quanto tempo vão durar as quarentenas, disse a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) nesta quarta-feira (8).

A OCDE disse que seus indicadores antecedentes, projetados para marcar pontos de virada na atividade econômica, sugerem que todas as principais economias mergulharam em uma “forte desaceleração”, com apenas a Índia registrando só “simples desaceleração”.

Os indicadores estão sinalizando “a maior queda já registrada na maioria das grandes economias”, disse a OCDE, sediada em Paris, em comunicado, acrescentando que a enorme incerteza sobre quanto tempo os isolamentos durarão prejudicaram severamente seu valor preditivo.

Como resultado, a OCDE disse que os indicadores “ainda não são capazes de antecipar o fim da desaceleração, especialmente porque ainda não está claro o quão longas, nem mesmo o quão severas, serão as medidas de bloqueio”.

No mês passado, a OCDE estimou que cada mês que as principais economias passarem em confinamento reduzirá 2 pontos percentuais de seu crescimento anual.

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Internacional

Ministros da UE falham em chegar a acordo sobre resgate econômico

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Os ministros das Finanças da União Europeia falharam em chegar a um acordo nas negociações sobre mais apoio para as economias atingidas pelo coronavírus, que duraram a noite toda, e seu presidente disse nesta quarta-feira (8) que suspendeu as discussões até quinta-feira (9).

Fontes e autoridades diplomáticas disseram que uma briga entre Itália e Holanda sobre quais condições deveriam ser atribuídas ao crédito da zona do euro para os governos que lutam contra a pandemia estava bloqueando o progresso de meio trilhão de euros em ajuda.

“Após 16 horas de discussões, chegamos perto de um acordo, mas ainda não chegamos lá”, disse Mario Centeno, presidente do Eurogrupo. “Suspendi o Eurogrupo e continuaremos amanhã.”

Os ministros das Finanças, que iniciaram as negociações na terça-feira e a conduziram durante a noite toda com inúmeros intervalos para permitir negociações bilaterais, estão tentando concordar com um pacote de medidas para ajudar governos, empresas e indivíduos.

Eles esperavam concordar com um programa de meio trilhão de euros para atenuar a crise econômica e financiar a recuperação em relação à pandemia e virar a página sobre divisões que prejudicaram as relações enquanto o bloco luta contra o surto.

Mas brigas ressurgiram de forma proeminente outra vez, disse uma fonte diplomática: “Os italianos querem que uma referência à mutualização da dívida como um possível instrumento de recuperação seja analisada no futuro. Os holandeses dizem ‘não’.”

Uma autoridade que participou das negociações disse que, na madrugada, a Holanda era a única que se recusava a endossar um texto com o qual os ministros deveriam concordar para obter apoio a um novo conjunto de medidas econômicas dos 27 líderes nacionais do bloco.

O ministro das Finanças alemão, Olaf Scholz, disse no Twitter que “nesta hora difícil, a Europa deve estar unida. Juntamente com (o ministro das Finanças da França,) Bruno Le Maire, peço a todos os países do euro que não se recusem a resolver essas difíceis questões financeiras e facilitem um meio-termo — por todos os cidadãos”.

A emissão de dívida conjunta tem sido uma batalha entre países do sul europeu — economicamente enfermos, como Espanha e Itália — e do norte — fiscalmente forte, liderado pela Alemanha e Holanda — desde que as crises financeira e da zona do euro começaram, há mais de uma década.

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