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Há mais pessoas a favor do impeachment de Bolsonaro do que contra, diz pesquisa

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Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

Uma pesquisa feita pelo Atlas Político, plataforma de inteligência de dados e engajamento político, mostrou que o apoio ao impeachment do presidente Jair Bolsonaro cresceu em março deste ano, chegando ao índice de 47,7%. O índice ultrapassou pela primeira a porcentagem de pessoas contra a saída de Bolsonaro, que representam 45% dos entrevistados. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (26) pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

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Um levantamento da entidade divulgado na quinta-feira passada, 19 de março, mostrava que até então 45.2% dos entrevistados eram contra o impeachment , 44.8% a favor e 10.0% não sabiam sua opinião sobre o assunto. A consulta foi realizada com 2.000 pessoas, acima dos 16 anos, de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois  pontos percentuais, acima ou abaixo. 

Desde que Bolsonaro assumiu, essa é a primeira vez que o índice a favor do impeachment é maior do que contra sua saída. Em maio de 2019, 38% queria que o presidente deixasse o cargo, enquanto 49,4% defendia sua permanência. 

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O aumento de pessoas a favor de impeachment pode ser uma reação à maneira que Bolsonaro tem administrado a pandemia do Coronavírus. A doença já infectou 2.614 pessoas no Brasil e causou 63 mortes. O presidente, no entati, tem minimizado o vírus e se mostrando contra medidas restritivas.

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Dados da pesquisa divulgada dia 19 de março deste ano


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Dados da pesquisa divulgada em 19 de março deste ano

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Bolsonaro diz que vai importar insumos da Índia para produzir cloroquina

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Bolsonaro voltou a defender uso da cloroquina

O presidente Jair Bolsonaro fez um novo pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV na noite desta quarta-feira (8) e disse que vai importar matéria-prima da Índia para produzir cloroquina no Brasil. O acordo, segundo o presidente, foi feito em um encontro pessoal que ele teve com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

Sobre o uso do medicamento no combate à Covid-19 , Bolsonaro cutucou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta , por meio da parabenização do cardiologista Roberto Kalil Filho, do hospital Sírio-Libanês. O médico admitiu que tomou o remédio para se curar da doença, prática que só é defendida por Mandetta para pacientes com caso crítico ou grave.

Leia também: Mandetta rebate Doria sobre cloroquina e diz que “ninguém é dono da verdade”

“Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o juramento de Hipócrates ao assumir que não só usou a hidroxicloroquina bem como a ministrou para pacientes. Todos estão salvos”, disse o presidente ao elogiar a atitude do médico.

“Mesmo não tendo finalizado o protocolo de testes, ministrou o medicamento agora para não se arrepender no futuro. Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil”, completou.

Leia também: OMS aponta Fiocruz como laboratório de referência nas Américas

Durante o pronunciamento, Bolsonaro também voltou a manifestar sua preocupação com a economia em meio à pandemia, mas disse que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) é o inimigo da população ao lado do desemprego.

“Cada país tem suas particularidades. Os mais humildes não podem deixar de se locomover para buscar o seu pão de cada dia. O desemprego também leva à fome e à miséria”, disse Bolsonaro, fazendo referência a um dos discursos do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom.

Assista à integra do pronunciamento:

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Bolsonaro diz que vai importar insumos da Índia para produzir cloroquina

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Bolsonaro voltou a defender uso da cloroquina

O presidente Jair Bolsonaro fez um novo pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV na noite desta quarta-feira (8) e disse que vai importar matéria-prima da Índia para produzir cloroquina no Brasil. O acordo, segundo o presidente, foi feito em um encontro pessoal que ele teve com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi.

Sobre o uso do medicamento no combate à Covid-19, Bolsonaro cutucou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, por meio da parabenização do cardiologista Roberto Kalil Filho, do hospital, Sírio-Libanês. O médico admitiu que tomou o remédio para se curar da doença, prática que só é defendida por Mandetta para pacientes com caso crítico ou grave.

“Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o juramento de Hipócrates ao assumir que não só usou a hidroxicloroquina bem como a ministrou para pacientes. Todos estão salvos”, disse o presidente ao elogiar a atitude do médico.

Durante o pronunciamento, Bolsonaro voltou a manifestar sua preocupação com a economia em meio à pandemia, mas disse também que o novo coronavírus (Sars-CoV-2) é o inimigo da população ao lado do desemprego. “O desemprego também leva à fome e à miséria”, disse o presidente fazendo referência a um dos discursos do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom.

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