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Covas aprova lei que autoriza funcionamento noturno de creches em São Paulo

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Agência Brasil

Creches de São Paulo terão funcionamento noturno

Os Centros de Educação Infanti l e as creches converniadas da rede municipal de São Paulo passarão a funcionar em horário noturno, de acordo com lei sancionada pelo prefeito Bruno Covas (PSDB) publicada no Diário Oficial nesta quinta-feira (26). O serviço será disponível exclusivamente para atender crianças cujos responsáveis trabalhem ou exerçam atividades acadêmicas no período noturno.

O funcionamento noturno não substituirá o período de escolarização e também não desobriga o Poder Público de oferecer a estas crianças vagas nos Centros de Educação Infantil e nas creches conveniadas. O atendimento deverá incluir desenvolvimento de atividades lúdicas, cuidados adequados a cada período do desenvolvimento infantil e às necessidades das crianças com deficiência.

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O texto determina ainda que o tempo de permanência das crianças nas creches e no período noturno, somados, não poderão ultrapassar dez horas diárias.

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O déficit de vagas em creches têm diminuído nos últimos anos. Segundo a prefeitura, 10 mil crianças foram incluídas nos serviços no ano passado. Em janeiro deste ano, a gestão de São Paulo divulgou queda de 50% na fila de espera por vaga.

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Covid-19: Brasil tem taxa de mortalidade maior do que EUA e China

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Divulgação/Ministério da Saúde

Falta de testes pode estar “encobrindo” dados no país

Apesar de estar longe de apresentar os dados dos países mais atingidos pela Covid-19, como Itália e Espanha, o Brasil começa a mostrar números preocupantes da doença. Após a última atualização dos dados, feita neste domingo (5), o número de mortes por casos confirmados, a chamada taxa de mortalidade, colocou o país à frente de EUA e China.

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Dados do Covid19stats, que engloba as informações de todos os países sobre o novo coronavírus (Sars-Cov-2), mostram que o Brasil soma 11.130 casos e 489 mortes. Com isso, a taxa de mortalidade é de cerca de 4,3%, maior do que a registrada pelos norte-americanos (2,8%) e os chineses (4,0%).

Entretanto, mesmo com a escalada, o Brasil ainda segue distante de Itália e Espanha , os dois países com a maior taxa: até a manhã desta segunda-feira (6), os valores eram de 12,3% e 9,6%, respectivamente. França (9,7%) e Bélgica (7,8%) também têm números expressivos.

Faltam testes e sobram omissões

Segundo análises, o Brasil pode estar enfrentando dois problemas principais: a falta de para testes e as subnotificações dos dados da doença. Recentemente, o país comprou novos kits para poder testar uma parcela maior da população, o que poderia aumentar consideravelmente o número de casos confirmados, e identificou omissões em alguns estados nos totais declarados de óbitos.

Em relatório do último dia 3 de abril, por exemplo, pesquisadores da PUC-RJ e da Fiocruz alertaram que a aparente diminuição do ritmo da Covid-19 poderia ser ilusória em razão da subnotificação: “no dia 31 de março, o Brasil apresentou auento de 25% em comparação ao dia anterior, sendo que em São Paulo o aumento foi de 54%”.

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Outro exemplo aconteceu com os postos de Saúde em São Paulo. Em orientação enviada no último dia 25 de março para 37 unidades de atendimento na zona sul da cidade, o Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas João Amorim) pedem que  apenas casos de profissionais da saúde com queixa respiratória sejam reportados.

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Prefeito de Manaus diz que rede de saúde do Amazonas entrou em colapso

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Twitter/Reprodução

Prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto

Em um vídeo publicado nas redes sociais na noite deste domingo (5) o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto, afirmou que a rede de saúde do Amazonas está em colapso por causa da epidemia de novo coronavírus e pediu ajuda.

“Peço ao governador Wilson Lima celeridade no funcionamento do hospital da Universidade Nilton Lins e aqui garanto, por parte do município, a disponibilização de mão de obra para somar esforços no combate ao novo coronavírus”, afirmou o prefeito. No vídeo, ele aparece sozinho e de máscara.

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Até a manhã desta segunda-feira (6), o estado do Amazonas tinha confirmado 417 casos do novo coronavírus, com registro de 15 mortes. Com o aumento nos casos do estado, o prefeito prometeu medidas mais drásticas contra aqueles que furarem o isolamento social, bloqueando gratuidade de passagem para idosos e estudantes, assim como suspendendo alvará de funcionamento de comércios que abrirem sem permissão.

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