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Saúde

SP tem 48 óbitos e 862 confirmações de casos do novo coronavírus

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O último balanço divulgado no final da tarde de hoje (25) aponta que desde ontem, oito pessoas morreram no estado de São Paulo por complicações relacionadas ao novo coronavírus. Todos eles tinham idade acima dos 70 anos, com exceção de uma mulher de 52 anos, que tinha comorbidade. Com isso, somam 48 o total de óbitos por covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, no estado.

Segundo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, todos os novos óbitos ocorreram na capital. As vítimas que tiveram a morte confirmada hoje pela doença são seis homens, com idades de 70, 72, 75, 80, 82 e 98 anos, e duas mulheres, de 52 e 87 anos. Do total de mortes registradas no estado, 45 ocorreram em hospitais privados.

A secretaria informou ainda que os casos confirmados de coronavírus no estado passaram de 810 [registrado ontem] para 862, sendo 722 só na capital.

Brasil

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus em todo o país chegou a 57, conforme atualização do Ministério da Saúde publicada hoje. Pela primeira vez desde o início da pandemia, foram registradas mortes fora dos epicentros do surto no país, São Paulo e Rio de Janeiro. Falecimentos em razão da covid-19 ocorreram em Pernambuco, no Rio Grande do Sul e no Amazonas.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19 mata por dia mais que tuberculose, a infecciosa mais letal do mundo

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Novo coronavírus ultrapassa tuberculose em mortes por dia arrow-options
Pixabay/Tumisu

Novo coronavírus ultrapassa tuberculose em mortes por dia

O número de mortes por dia pelo novo coronavírus (Sars-Cov-2)ultrapassou a tuberculose , considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) a doença infecciosa mais letal do mundo. Segundo a OMS, a tuberculose matou cerca de 1,5 milhão de pessoas no mundo, ou 4,1 mil por dia, em 2018, os últimos dados disponíveis. Já a Covid-19 tem ultrapassado essa marca desde a última quarta-feira, 1º de abril.

De acordo com a OMS, a tuberculose é “curável e evitável”, mas, apesar disso, é uma das dez que mais matam no mundo e a mais letal quando se trata de um único agente infeccioso. É importante ressaltar que o novo coronavírus ainda é uma doença muito nova, portanto sua real letalidade só poderá ser reconhecida ao término da pandemia.

A tuberculose geralmente afeta adultos em idade ativa, no entanto, todas as faixas etárias podem contrair a doença. Mais de 95% dos casos e mortes estão em países em desenvolvimento. Em 2018, os 30 países do mundo com a maior incidência da doença foram responsáveis por 87% dos casos. Oito deles respondem por dois terços desse total: Índia, China, Indonésia, Filipinas, Paquistão, Nigéria, Bangladesh e África do Sul.

O Covid-19 também pode afetar pessoas de todas as idades, porém sua taxa de letalidade é muito maior entre indivíduos acima de 60 anos (cerca de 10,5%). Além disso, pessoas com doenças preexistentes como diabetes, hipertensão arterial, asma e cardiopatias são mais suscetíveis a desenvolver complicações. A doença já atingiu, em todo o mundo, cerca de 1,3 milhão de pessoas, com mais de 70 mil mortes.

Veja também: Australianos descobrem remédio que mata o novo coronavírus em 48 horas

Brasil

No ano de 2019, o Brasil registrou 73.864 mil novos casos de tuberculose, de acordo com o Ministério da Saúde, com cerca de 5 mil mortes. Segundo a pasta, o abandono no tratamento é o maior responsável pela letalidade. “No Brasil, de cada 10 pessoas que iniciam o tratamento, pelo menos uma abandona o uso dos medicamentos”, diz o Ministério da Saúde.

O novo coronavírus já soma 11.130 casos confirmados no Brasil, com 486 mortes, de acordo com os últimos dados disponibilizados pelo Ministério da saúde no domingo (5).

Leia mais: Covid-19: cloroquina é promissora, mas não deve ser comprada nas farmácias 

“A COVID-19 está revelando quão vulneráveis as pessoas com doenças pulmonares e sistemas imunológicos debilitados podem ser. O mundo se comprometeu a acabar com a tuberculose até 2030; melhorar a prevenção é essencial para que isso aconteça”, disse em nota o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Beneficiário de plano de saúde pode fazer consulta por telemedicina

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Os beneficiários de planos de saúde podem fazer consultas por telessaúde, ou telemedicina, com a utilização da rede assistencial, da mesma forma que seriam realizadas no sistema presencial em consultórios e clínicas, que ocorriam antes da determinação do isolamento social. Segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os atendimentos “serão de cobertura obrigatória, uma vez atendida a diretriz de utilização do procedimento e de acordo com as regras pactuadas no contrato estabelecido entre a operadora e o prestador de serviços”.

Além disso, a ANS informou que se o prestador de serviço não pertencer à rede de atendimento do plano do beneficiário, o usuário do plano poderá ser atendido e depois pedir o reembolso, se o contrato permitir essa opção. “Caso o plano do beneficiário tenha previsão de livre escolha de profissionais, mediante reembolso, o atendimento realizado por meio dessa modalidade também terá cobertura e deverá ser reembolsado, na forma prevista no contrato”, indicou a ANS.

“As operadoras e os prestadores de serviços de saúde trocarão informações mais precisas acerca de procedimentos realizados a distância. O início da vigência da utilização dessa alteração no TISS (Troca de Informações de Saúde Suplementar) será imediato”, orientou a agência.

Medidas

Essas decisões foram resultado de uma reunião da diretoria colegiada da agência reguladora, que ocorreu na semana passada. No encontro, que definiu novas medidas para o setor de planos de saúde no enfrentamento ao coronavírus, foram propostas ações para organizar a utilização da telessaúde, flexibilizar normativas econômico-financeiras e adotar medidas regulatórias temporárias na fiscalização. “As deliberações visam a minimizar os impactos da pandemia na saúde suplementar, permitindo que as operadoras de planos de saúde respondam de maneira mais efetiva às prioridades assistenciais deflagradas pela covid-19”, disse a ANS.

O órgão regulador acrescentou que para facilitar o uso imediato da telessaúde no setor e garantir a segurança jurídica necessária, vai ser aplicado o entendimento de que a utilização desse tipo de serviço não depende de alteração contratual para se adequar às regras de celebração de contratos entre operadoras e prestadores de serviços, em especial as dispostas nas resoluções normativas n° 363 e 364, de 2015. A ANS advertiu, no entanto, que para que os atendimentos sejam feitos por meio de telemedicina, é preciso prévio ajuste entre as operadoras e os prestadores de serviços integrantes de sua rede, como, por exemplo, troca de e-mail e troca de mensagem eletrônica no site da operadora que permita a identificação dos serviços que podem ser prestados em atendimento telessaúde. A agência destacou que devem ser definidos também os valores que vão remunerar os serviços prestados e os ritos a serem observados para faturamento e pagamento dos serviços.

“É necessário, ainda, que tal instrumento permita a manifestação da vontade de ambas as partes”, observou a agência.

Esse entendimento vai valer enquanto o país estiver em situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN). No entanto, se após esse período, os atendimentos continuarem autorizados pela legislação e regulação nacional, será necessário ajustar os instrumentos contratuais que definem as regras para o relacionamento entre operadoras e prestadores de serviços de saúde.

A ANS chamou atenção também para o fato de que a telessaúde é um procedimento que já tem cobertura obrigatória pelos planos, uma vez que se trata de uma modalidade de consulta com profissionais de saúde. Por isso, no entendimento da agência, não há motivo para se falar em inclusão de procedimento no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. Em consequência, os profissionais devem observar as normativas dos conselhos profissionais de Saúde e/ou do Ministério da Saúde.

Fiscalização

O órgão regulador garantiu que, neste momento de crise, a fiscalização será ainda mais atuante para que o consumidor não fique sem a assistência contratada. Os prazos que foram prorrogados não deverão ser ultrapassados, resguardando o direito do beneficiário ao seu atendimento. Sendo assim, casos que tiveram os prazos dobrados, se forem ultrapassados serão tratados pela reguladora com as apurações e eventuais sanções previstas para atrasos nas situações normais.

A cobertura obrigatória continua garantida a todos os beneficiários. Os prazos não foram prorrogados para os casos de urgência e emergência, quando o atendimento deve ser imediato, em que o médico assistente justifique, por meio de atestado, que determinado procedimento não poderá ser adiado; nos tratamentos que não podem ser interrompidos ou adiados por colocar em risco a vida do paciente, como nos casos de pré-natal, parto e puerpério; no caso de doentes crônicos, tratamentos continuados, revisões pós-operatórias, diagnóstico e terapias em oncologia, psiquiatria e aqueles tratamentos cuja não realização ou interrupção coloque em risco o paciente, conforme declaração do médico assistente.

Efeitos financeiros

Para reduzir os impactos econômico-financeiros da pandemia e as possíveis consequências para o setor de saúde suplementar, a ANS decidiu antecipar os efeitos do congelamento da margem de solvência para as operadoras que manifestem a opção pela adoção antecipada do capital baseado em riscos (CBR). Segundo a reguladora, a margem de solvência é um montante variável, a ser observada em função do volume de contraprestações e eventos indenizáveis aferidos pela operadora. A intenção é assegurar liquidez ao setor, uma vez que o congelamento de percentual de exigência crescia mensalmente. Conforme a ANS, estudos técnicos indicaram uma redução de, aproximadamente, R$ 1 bilhão da quantia exigida para todo o setor, utilizando como referência as projeções para o mês de dezembro de 2019.

As exigências de provisões de passivo também foram flexibilizadas. A agência transferiu de 2020 para 2021 o início da exigência das provisões de passivo para Insuficiência de Contraprestação/Prêmio (PIC) e para Eventos/Sinistros Ocorridos e Não Avisados ocorridos no SUS (PEONA SUS). “Com a postergação, fica adiada também a exigência de constituição de ativos garantidores, recursos que as operadoras necessitam manter para garantir na mesma proporção essas novas provisões de passivo”, informou.

“Estudos técnicos apontam que o efeito esperado da constituição dessas provisões seria de aproximadamente 2% do total de receita anual das operadoras para a PIC e de 0,54%, para a PEONA SUS. Ao todo, esse adiamento de exigências totalizaria, ao longo de 2020, aproximadamente R$ 1,7 bilhão, que poderão ser utilizados pelas operadoras para outros fins”, completou.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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