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Internacional

Novo coronavírus: bolsas asiáticas e norte-americana caem

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Os mercados asiáticos de ações caíram ainda mais hoje (28), mostrando os receios causados pelo surto do novo coronavírus Covid-19. Os índices aprofundam o impacto negativo global, depois de Wall Street sofrer sua maior queda em um dia nos últimos nove anos.

A bolsa de Tóquio começou caindo mais de 3% e Xangai, Hong Kong e Seul caíram mais de 2%. Os preços do petróleo caíram ainda mais, com as expetativas de quebra na procura por parte da atividade industrial.

Os investidores, confiantes de que a doença que surgiu na China estaria sob controle, foram surpreendidos por surto na Itália, Coreia do Sul e no Irã. Agora, temem que o vírus esteja se transformando numa ameaça global que pode prejudicar o comércio e a indústria.

Dow Jones

O índice do Dow Jones, em Nova York, perdeu 1.200 pontos na quinta-feira, a maior queda de todos os tempos registrada em apenas um dia, devido ao aumento das preocupações a respeito do surto.

A sessão de ontem fechou com uma queda de 25.766 pontos, um recuo de 1.190 pontos em relação ao fechamento de quarta-feira no sexto dia consecutivo de queda.

O índice despencou depois que os Estados Unidos confirmaram seu primeiro caso de contágio do coronavírus através de uma rota desconhecida de infecção.

Alertas

Uma lista crescente de grandes empresas emite alertas sobre os resultados e indica que o fechamento de fábricas na China está interrompendo as cadeias de fornecimento, além de destacar que a proibição de viagens e outras medidas preventivas também prejudicam o consumo chinês.

O Nikkei 225, de Tóquio, caiu para 26.157,36, enquanto o Shanghai Composite Exchange perdeu 2,9%, para 2.904,92. O Hang Seng, de Hong Kong, perdeu 2,3%, para 26.157,36.

O Kospi, em Seul, caiu 2,2%, para 2.007,89, e o S & P-ASX 200, de Sydney, caiu 2,3%, para 6.502,6. Os mercados da Nova Zelândia e do Sudeste Asiático também recuaram.

*Emissora pública de televisão de Portugal

*Com informações da NHK

Ampliada às 10h29

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Internacional

Órgão do Mercosul aprova fundos de US$ 16 milhões contra pandemia

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O Conselho do Mercado Comum, órgão superior do Mercosul, aprovou a destinação imediata de cerca de US$ 6 milhões do seu fundo de desenvolvimento (Focem) para  combater o novo coronavírus nos quatro países do bloco – Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. No Brasil, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) receberá US$ 1,3 milhão.

O conselho é formado pelos chanceleres e ministros da Economia dos quatro países-membros. A decisão foi tomada no último dia 30, de acordo com nota conjunta dos ministérios da Economia e das Relações Exteriores, divulgada hoje (3).

Adicionalmente, foi aprovado um fundo reserva de US$ 10 milhões, também destinado ao combate à pandemia.

Segundo os ministérios da Economia e das Relações Exteriores, os recursos serão empregados na aquisição de insumos, equipamentos, roupas de proteção, kits de diagnóstico, no aumento da produção dos kits, bem como no desenvolvimento e produção de um teste para sorodiagnóstico.

A iniciativa está em consonância com o documento “Declaração dos Presidentes do Mercosul sobre coordenação regional para a contenção e mitigação do coronavírus e seu impacto”, publicado em 18 de março de 2020.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Internacional

G20 fará "o que for preciso" para combater coronavírus

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O Grupo das 20 principais economias do mundo fará “o que for preciso” para superar a crise do coronavírus e disse nesta quinta-feira (2) que vai injetar 5 trilhões de dólares na economia global por meio de medidas nacionais como parte de seus esforços para diminuir o impacto da doença.

Após uma cúpula extraordinária por vídeoconferência, os líderes do G20 se comprometeram a implementar e financiar todas as medidas de saúde necessárias para proteger vidas e minimizar danos econômicos e sociais, além de evitar interferências desnecessárias no comércio internacional.

Eles também expressaram preocupação com os riscos para países frágeis, principalmente na África, e populações como refugiados, reconhecendo a necessidade de reforçar as redes de segurança financeira global e os sistemas nacionais de saúde.

“Estamos fortemente comprometidos em apresentar uma frente unida contra essa ameaça comum”, disseram os líderes do G20 em um comunicado conjunto após sua reunião de 90 minutos.

A Arábia Saudita, atual presidente do G20, convocou a cúpula em meio a críticas anteriores sobre a lenta resposta do grupo à doença, que infectou mais de 470 mil pessoas em todo o mundo, matou mais de 21 mil e deve provocar uma recessão global.

Os líderes do G20 enfrentaram preocupações crescentes sobre possíveis medidas protecionistas e insistiram que os mercados devem continuar abertos: “As medidas emergenciais destinadas a proteger a saúde serão direcionadas, proporcionais, transparentes e temporárias.”

O grupo se comprometeu com apoio fiscal em larga escala, além do apoio de 5 trilhões de dólares em políticas fiscais direcionadas, medidas econômicas e esquemas de garantia.

Sobre a saúde, os líderes do G20 se comprometeram a fechar a lacuna de financiamento no plano de resposta da Organização Mundial da Saúde (OMS) e fortalecer seu mandato, bem como expandir a capacidade de fabricação de suprimentos médicos, fortalecer as capacidades de responder a doenças infecciosas e compartilhar dados clínicos.

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