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App de reconhecimento facial identifica foragidos no carnaval baiano

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E mais uma vez, o sistema de reconhecimento facial utilizado pela Secretaria de Segurança Pública da Bahia ( SSP-BA ) foi útil para capturar foragidos em meio ao carnaval de Salvador . No total, 42 pessoas – 40 homens e duas mulheres – foram identificadas nas comemorações de 2020.

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“O Carnaval de 2020 confirma o nosso pioneirismo no uso de tecnologia de ponta em grandes eventos. Começamos na festa do ano passado, com o reconhecimento facial e tivemos um preso. Na Micareta de Feira de Santana alcançamos 33 foragidos e agora, encerramos a folia de Salvador com 42 capturados”, informou Maurício Teles Barbosa , destacou o secretário de Segurança Pública .

Dessa vez, porém, não foi o sistema de reconhecimento facial espalhado por câmeras instaladas nas ruas da capital baiana que reconheceu os fugitivos, mas sim um aplicativo chamado Face Check . Para efetuar a ação, os peritos tinham que tirar uma fotografia do rosto do indivíduo suspeito para que, em seguida, o software apresentasse todos os dados do cidadão e, consequentemente, sua ficha criminal.

Reprodução

Durante a ação, dois ligados a homicídios , 13 relacionados ao tráfico de drogas , 14 procurados por roubo e três envolvidos com furto foram identificados.

Nesta quarta-feira (26), as fotografias e os dados registrados no Face Check foram apresentados no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar da Bahia , onde os dados foram verificados.

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Essa é a primeira vez que o governo baiano usa a tecnologia, que ainda está em fase de testes e é ligada ao banco de dados do Instituto de Identificação Pedro Mello ( IIPM ). Até gora, o aplicativo possui cerca de 160 mil cadastros dos 9 milhões de registros guardados pela instituição.

Além dos foragidos identificados, o aplicativo serviu, também, para calcular o número real de foliões que passaram pelas ruas de Salvador durante o carnaval de 2020: entre quinta-feira (20) e quarta-feira de cinzas, 11,7 milhões de pessoas curtiram os principais circuitos soteropolitanos.

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Trump x Twitter: entenda como o presidente quer interferir na rede social

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Unsplash/Sara Kurfeß

Donald Trump planeja regulamentar redes sociais como o Twitter


Não há neste momento qualquer dúvida de que Donald Trump se elegeu em boa parte graças ao trabalho eficaz de comunicação com seu público nas redes sociais . Há anos ele escolheu o Twitter como a sua principal ferramenta de interação com cidadãos americanos e, principalmente, com seus apoiadores.

Essa relação de “amor” se transformou em um ódio dos mais violentos nos últimos dias. Tudo aconteceu quando o Twitter decidiu marcar duas publicações do presidente americano como factualmente imprecisas após os posts serem averiguados por agências de checagem independentes. Ambas falavam sobre suas suspeitas de fraude com o uso de cédulas enviadas pelo correio no processo eleitoral dos Estados Unidos.

A empresa decidiu incluir junto de suas publicações links para que os leitores pudessem se informar sobre o tema por outras fontes, e isso acabou enfurecendo Trump, que agora se propõe a colocar seu poder como presidente dos EUA para impor nova regulamentação sobre as redes sociais.

Trump, o Twitter e censura

O modelo adotado por Trump para uso do Twitter como forma de comunicação com seus seguidores tornou-se exemplo para muitos líderes políticos no mundo, inclusive no Brasil, no caso de Jair Bolsonaro .

Leia também: Trump diz que irá ‘regular ou fechar’ mídias sociais

O uso da ferramenta deu a Donald Trump a capacidade de interagir diretamente com seus apoiadores, eliminando a interferência da mídia tradicional. Graças a isso, ele conseguiu atingir um público mais amplo, especialmente quando ele sequer fazia parte do universo político antes da campanha presidencial de 2016. Ele não era filiado ao partido republicano, e aproveitou-se muito bem da desconfiança da população com os meios de comunicação convencionais.

Esse canal sem filtros se mostrou crítico para que ele pudesse expor suas ideias de caráter mais disruptivo e agressivo, que, se dependesse da imprensa tradicional, possivelmente não conseguiria ter o impacto desejado, como explica Philippe Scerb, cientista político e pesquisador da Universidade de São Paulo.

A abordagem teve grande sucesso durante o processo eleitoral, quando as plataformas sociais basicamente não tinham qualquer tipo de moderação contra discursos políticos mais agressivos e, em alguns casos, embasados em boatos e informações factualmente incorretas. No entanto, com o passar do tempo, houve uma pressão da sociedade civil no país para que houvesse maior controle na propagação da desinformação, especialmente em um momento em que o mundo começava a ver efeitos letais das fake news , como linchamentos na Índia e o genocídio em Mianmar.

Leia também: Bolsonaro viola regras do Twitter e tem publicações apagadas

Como aponta Scerb, isso colocou as redes sociais, como Facebook e Twitter , em uma posição complicada, de serem pressionadas a começar a policiar mais ativamente o conteúdo que circula por essas plataformas. Nos Estados Unidos, isso se reflete principalmente em quem tem o discurso mais agressivo, que se coloca “contra o sistema”, em uma posição de ataque. É o caso de Trump.

O que Trump está tentando fazer

A ordem executiva de Trump mira um ponto específico da legislação dos Estados Unidos. O presidente tenta mexer na seção 230 do Ato de Decência das Comunicações, que determina uma série de liberdades e deveres de plataformas de internet . Isso afeta diretamente as redes sociais.

Pela regulamentação atual, essas plataformas online não podem ser responsabilizadas pelo conteúdo publicada pelos seus usuários. Da mesma forma, é permitido a elas modificar, excluir, editar e moderar da forma que preferirem o conteúdo de usuários sem que sejam responsabilizadas judicialmente.

É uma regulamentação importante para permitir que plataformas online funcionem. Se o YouTube tivesse que responder a um processo todas as vezes que algum vídeo pregando violência fosse publicado, o Google provavelmente precisaria repensar o funcionamento do serviço.

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Na prática, Trump tenta atingir exatamente a ferramenta que dá ao Twitter a liberdade para fazer o que fez. A rede social não chegou a excluir nenhuma publicação do presidente, mas alterou, sim, sua interface para oferecer mais informações sobre um tema. Posteriormente, a empresa viria a ocultar um post de Trump que fere os termos de conduta da plataforma ao defender o uso de força letal contra manifestantes em Minnesota em caso de saques a lojas.

É possível regular as redes sociais?

Ao querer remover dessas empresas essa liberdade das plataformas digitais de não responderem pelo conteúdo nelas publicados, Trump se baseia na eterna discussão sobre o que é a liberdade de expressão.

O problema é que a liberdade de expressão é uma faca de dois gumes. Da mesma forma que Trump quer ser livre para falar sobre o que quiser sem filtros, as empresas podem defender que estão exercendo sua liberdade de expressão ao cercar a publicação do presidente com outras informações.

Scerb avalia que ao propor essa regulamentação, Trump está tentando contra-atacar as redes sociais e demonstrar força. Ele tenta parecer mais forte para demonstrar ao seu público que não está derrotado. É uma disputa de poder.

No entanto, existe pouca chance de que essa decisão tenha o efeito que Trump espera, devido à força das instituições dos Estados Unidos. Por lá, a Suprema Corte consegue agir na moderação desse tipo de ação contra as empresas privadas, como prevê o cientista político.

No fim, a ação de Trump dá uma demonstração do quão importantes são as redes sociais para sua comunicação e como uma reação dessas empresas como tem se visto por parte do Twitter pode prejudicar a difusão de sua mensagem. Afinal de contas, não seria tão simples para Trump fundar e povoar outra rede social com suas próprias regras com o mesmo alcance que ele tem nas plataformas mais convencionais.

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Confira os lançamentos da Netflix para assistir no final de semana

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Reprodução/Pixabay

Confira os lançamentos da semana na Netflix


Semanalmente, a Netflix adiciona novos filmes e séries ao seu catálogo trazendo cada vez mais opções do que assistir para os assinantes. Já em tempos de quarentena, sempre é uma boa ideia dar uma conferida no que há de novo para fazer o tempo passar mais rápido.

Nessa semana, um dos maiores destaques ficou por conta da estreia da série Space Force , que mostra um general bem excêntrico com a missão de fazer decolar a mais nova agência militar dos EUA, a Força Espacial.

Leia também: Para os indecisos da Netflix: novo aplicativo ajuda a escolher o que assistir

Já em relação a filmes, a Netflix trouxe poucas novidades, tendo como destaque CHiPs: O Filme, que mostra dois agentes atrapalhados em uma missão do FBI para achar quem são as pessoas corruptas da Polícia Rodoviária da Califórnia. A seguir, confira a relação completa do que chegou na Netflix nessa semana.

Séries

  • Expresso do Amanhã (25/05)
  • Jeffrey Epstein: Poder e Perversão – Minissérie (27/05)
  • Someboy Feed Phil – 3º temporada (29/05)
  • Space Force (30/05)


Filmes

  • Annabelle (26/05)
  • Ya No Estoy Aqui (27/05)
  • CHiPs: O Filme (28/05)
  • Desaparecida – O Início (28/05)
  • Paixão Obsessiva (28/05)

Leia também: Netflix vai lançar recurso para facilitar downloads; conheça

Stand-Ups

  • Hannah Gadsby: Douglas (26/05)
  • Kenny Sebastian: The Most Interesting Person in the Room (29/05)

Desenhos, animes e programação infantil

  • Dorohedoro (28/05)
  • Robot Trains (30/05)

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