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Economia

Aéreas usam super desinfetantes para limpar aviões por causa do coronavírus

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Agência Brasil

aeronaves utilizadas para evacuar regiões com contaminação de coronavírus são desinfetados

Companhias aéreas internacionais, inclusive aquelas que retiraram pessoas de locais com alta taxas de infecção pelo coronavírus, estão utilizando alguns dos desinfetantes mais fortes do mundo

Eles são capazes de impedir quase tudo, desde doenças sexualmente transmissíveis, herpes, até a superbactéria MRSA, e agora são utilizados para combater o coronavírus em aeronaves.

As companhias aéreas Qantas Airways (Austrália), Korean Air Lines (Coreia do Sul) e Singapore Airlines (Singapura) estão entre as transportadoras que ajudaram a evacuar pessoas do epicentro do surto, a cidade chinesa de Wuhan, e de um navio de cruzeiro no Japão.

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Por isso, elas intensificaram os esforços de limpeza de aeronaves , e buscam como resultado garantir que os aviões usados ​​nas missões de resgate sejam seguros para serem colocados novamente em uso comercial.

A limpeza padrão a vácuo e a limpeza a bordo se transformaram em esterilizações de nível hospitalar . As informações são do site Bloomberg.com

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A aérea australiana Qantas usou o Viraclean , um desinfetante de nível hospitalar fabricado pela Whiteley Corp, com sede em Sydney.

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É um líquido rosa com aroma de limão que mata uma variedade de bactérias e vírus, incluindo hepatite B e herpes simplex , de acordo com o fabricante. Superfícies muito sujas de sangue ou suor devem ser ensopadas com Viraclean não diluído, informa a fabricante.

Já a Korean Air optou pelo MD-125 . Essa é uma versão diluída do D-125 , uma solução de limpeza fabricada pela Microgen e usada em indústrias de cuidados de saúde a avicultura .

A fabricante informa que o MD-125 age contra 142 bactérias e vírus , incluindo salmonela, gripe aviária, HIV e sarampo.

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Economia

União poderá pagar parte do salário de trabalhadores com contrato suspenso

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Trabalhadores com contrato reduzido ou suspenso poderão vir a receber benefício

Uma Medida Provisória ( MP ) do Governo Federal poderá garantir uma renda integral aos trabalhadores que tiveram os contratos suspensos ou reduzidos, com consequente diminuição do salário, causados pelo surto do novo coronavírus . Trata-se, porém, de uma minuta do texto que ainda não foi publicado, obtida pela rede de TV CNN.

Leia mais: 12 mil pacientes aguardam exame para novo coronavírus no estado de São Paulo

De acordo com o trecho, a União deverá pagar parte dos salários que foram reduzidos, desde que haja obediência a certos critérios pré-estabelecidos. a medida, batizada de Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda , terá um custo de R$ 51,2 bilhões ao governo federal .

Se a MP chegar a ser publicada sem alterações, devem ser contemplados os trabalhadores com carteira assinada ou intermitentes com salário igual ou inferior a R$ 3.135 . Também estão incluídos trabalhadores com diploma de nível superior e salário mensal igual ou superior a duas vezes o limite máximo dos benefícios do Regime de Previdência Social.

O novo texto remete à polêmica medida publicada na semana passada, que previa a suspensão dos contratos de trabalho por até quatro meses. Após a imensa repercussão negativa , porém, o próprio presidente revogou a MP , sob o argumento de que houve um “erro de redação” no texto.

Leia mais: Mandetta cobra Bolsonaro: “estados prontos para caminhões levando corpos?”

A nova medida, então, seria – de acordo com o ministro da Economia , Paulo Guedes – a prova de que o objetivo do governo era, desde o princípio, garantir o benefício aos trabalhadores prejudicados pelo novo vírus

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Economia

Impactada pela covid-19, indústria têxtil não vê mudança no crédito

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Pesquisa feita com 225 fabricantes de tecidos e empresas de confecção em todo país, entre 16 e 26 de março, revela que 97% do setor sentem impacto direto da pandemia do novo coronavírus. 

O levantamento mostra que 98% das indústrias indicam que foram atingidas com o cancelamento ou adiamento de pedidos, 41% tiveram abastecimento afetado e 28% reclamam de alteração nos custos dos insumos para produção.

Apesar da adversidade, 70% das empresas pesquisadas informaram não terem obtido nenhuma alteração nas condições de financiamento para obtenção de crédito bancário. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa básica de juros da economia, a Selic, ao menor valor da história (3,75% ao ano).

Dentre as empresas pesquisadas, 44% reclamam da falta de mudança nos prazos para pagamentos, 23% defendem a postergação do recolhimento de tributos e 21% querem que haja mais crédito para a produção e para o consumo.

A pesquisa foi feita pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Por causa da pandemia do novo coronavírus, a entidade está cadastrando empresas pela internet que possam fornecer produtos solicitados pelo governo federal para uso em atendimento emergencial.

Edição: Aline Leal

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