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Condições ideias de solo e clima atraem pequenos produtores para o cultivo de flores tropicais em MT

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Neste período de chuva a produção de flores tropicais aumenta em 30% no Campo Experimental da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), no município de Acorizal (62 km ao Norte de Cuiabá).

A pesquisadora da Empaer, Eliane Maria Forte Daltro, explica que a fenologia e a viabilidade produtiva das espécies estrelícias, helicônias, bastões do imperador, alpínias, antúrios, costus tem sido estudadas como mais uma alternativa de renda para a agricultura familiar.

A pesquisadora destaca que o Estado possui características de solo, clima e localização geográfica privilegiadas para o desenvolvimento de uma floricultura eficiente e competitiva.

“Na época da chuva as flores ficam mais vigorosas e produtivas. E no período da estiagem (junho a agosto) a produção diminui, principalmente por causa da baixa unidade relativa do ar, motivo pelo qual, requer irrigação para o desenvolvimento da cultura”, esclarece.

A floricultura tropical é uma atividade geradora de emprego e renda

As flores tropicais são plantas perenes e podem ser cultivadas em áreas impróprias para outras atividades agropecuárias.  Ela comenta que Mato Grosso tem todas as condições para se tornar um grande produtor e exportador de excedentes de flores tropicais. É consumidor potencial, mantendo total relação de dependência com as principais regiões produtoras para o seu abastecimento.

No Campo Experimental estão sendo desenvolvidas 12 variedades diferentes de antúrios, mais de 10 espécies de helicônias, alpínias, sorvetão (gengibre ornamental), bastão do imperador, costus, estrelícias e algumas folhagens. Conforme estudos, após o plantio, dependendo da espécie, a primeira colheita leva em média de oito a 12 meses. No segundo ano, as plantas são mais produtivas.

“A atividade de produção de flores possibilita múltiplas formas de exploração e diversidade de cultivo que podem ser: produção de flores de corte, plantas envasadas, folhagens, plantas de interior e viveiros de produção de mudas para jardins”, salienta.

A pesquisadora Eliane mostra a viabilidade do cultivo para agricultores

A floricultura tropical é uma atividade geradora de emprego e renda, fixadora de mão-de-obra no campo e alternativa de diversificação da produção em pequenas propriedades rurais, promovendo o rápido retorno do capital empregado em face do ciclo curto da maioria das plantas cultivadas, possibilitando uma remuneração acima da média.

O projeto de flores tropicais tem atraído produtores dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Sorriso e Rondonópolis que estão cultivando em áreas menores que dez hectares e que despertaram para uma oportunidade de negócio. Segundo Daltro, a floricultura comercial abrange o cultivo de flores e plantas ornamentais com variados fins que incluem desde as culturas de flores para corte, produção de mudas arbóreas e as de porte elevado. Envolve a produção, o comércio e a distribuição de flores e plantas cultivadas com fim ornamental.

A Empaer desenvolve pesquisas com flores tropicais desde 2009. De acordo com a pesquisadora, começou a pesquisar outras espécies para inserir no cultivo com a finalidade de atender os agricultores familiares. “Estamos buscando novas opções de flores e folhagens para diversificar a produção”, enfatiza Daltro.

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Mato Grosso

Segunda-feira (30): Mato Grosso tem 18 casos confirmados de coronavírus

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (30.03), 18 casos confirmados de coronavírus em Mato Grosso. Um aumento de 6 casos, desde a divulgação da Nota Informativa da última sexta-feira (27.03)

Os casos confirmados da Covid-19 são em Cuiabá (12), Rondonópolis (3), Nova Monte Verde (1) e Várzea Grande (2). Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada pela SES (anexada a este texto).

Dos 18 casos confirmados de Covid-19 em Mato Grosso, 4 estão hospitalizados, sendo todos em leitos privados; dois estão em Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) e dois em enfermaria.

A Nota Informativa com dados atualizados é divulgada diariamente neste link a partir das 17h – horário em que também ocorre a coletiva de imprensa virtual com o secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, transmitida pelo Instagram e Facebook do Governo do Estado.

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Fonte: GOV MT

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Assembleia Legislativa aprova decreto de calamidade pública

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O decreto editado pelo poder Executivo que declara estado de calamidade pública em toda a administração estadual de Mato Grosso foi aprovado pela Assembleia Legislativa em sessão nesta última sexta-feira (27.03). O objetivo da medida é auxiliar o Estado a reduzir os impactos socioeconômicos e financeiros causados pelo novo coronavírus.

De acordo com o decreto 424/2020, publicado em edição extra do Diário Oficial no dia 25 de março, o governo isentou a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre produtos destinados ao combate da propagação do novo coronavírus (Covid-19). A isenção é válida para itens doados para entidades governamentais ou assistenciais reconhecida como de utilidade pública, e para o transporte das doações.

Conforme o governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, o decreto foi formulado com base nas informações técnicas do Gabinete de Situação, que atua para monitorar e traçar estratégias de combate a pandemia, e segue o que diversos estados têm feito como forma de auxiliar os municípios.

A partir do decreto de calamidade, será possível que cada uma das 141 prefeituras possa adotar ações sem muita burocracia para atender as ações urgentes de combate ao coronavírus, de acordo com a situação de sua região.

A situação de calamidade pública tem a duração estipulada de 90 dias, a contar de forma retroativa desde o dia 16 de março.

Estado de calamidade pública

O governo federal teve calamidade pública reconhecida no país pelo Congressso Nacional no dia 20 de março, o que representa a possibilidade de alocar recursos para gastos emergenciais importantes para conter o avanço da doença.

Como prevê o art. 65 da Lei Complementar Federal nº 101, de 04 de maio de 2000 – que trata das normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal – com a autorização do Legislativo estadual, Mato Grosso passa a atender a mesma flexibilização, que suspende a contagem de prazo para adequar a despesa total com pessoal que ultrapassar o limite de 40,9% da receita corrente líquida, e para diminuir o percentual de endividamento do estado.

O governo considerou o estado de emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), decretado pelo Ministério da Saúde, e a declaração de transmissão pandêmica, isto é, pelo território mundial em todos os continentes, e também o caráter de transmissão comunitária reconhecido pelas autoridades de Saúde, que significa que o contágio pode acontecer em qualquer ambiente, e por qualquer pessoa, inclusive de pessoas assintomáticas.

Confira o decreto da íntegra aqui.

Fonte: GOV MT

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