conecte-se conosco


Esportes

Coluna – Feriadão de Carnaval no mundo dos Games

Avatar

Publicado

O clima de carnaval já tomou conta do Brasil. Mas para quem não curte a maior festa de rua do mundo, o feriadão pode ser a chance para relaxar e aproveitar para jogar alguns games, por que não?

Com exceção da Liga Brasileira de Free Fire, que retorna no próximo sábado, os dias de carnaval vão ser de descanso para os principais campeonatos de esporte eletrônico no Brasil, incluindo aí o CBLoL e o Clutch.

Com o tempo livre, quem não quiser curtir o Carnaval pelas ruas pode entrar no clima sem sair de casa. Alguns games não só aproveitam a data para criar eventos especiais, como também já buscaram referências no festival. Veja a lista de sugestões.

Free Fire (Android/iOS)

O jogo de tiro para celulares da Garena está distribuindo bônus especiais durante o Carnaval. Entre os dias 16 e 27 de fevereiro, a empresa está distribuindo skins e caixa de armas temáticas de carnaval, fragmentos de cubo mágico e tickets diamante.

Aika Online (PC)

O RPG massivo online da empresa coreana Hanbisoft está dando o triplo de pontos de experiência e honra, além do dobro de Moedas de Determinação. A promoção vale do dia 22 de fevereiro até o dia 01 de março. Além disso, já estão disponíveis missões especiais que darão itens únicos. O evento também conta com a presença de um chefe exclusivo invocado no mapa Leopold.

Just Dance 2020 (Wii/Switch/PS4/XONE)

O Brasil já é um dos maiores públicos do game de dança da Ubisoft, com mais de 20 milhões de aficionados, segundo a desenvolvedora. O país inclusive é bicampeão na Copa do Mundo do game, com os dois títulos de Diegho San. Não surpreende, portanto, que a série Just Dance tenha lembrado de incluir algumas músicas brasileiras em mais de uma edição.  Depois de “Bang”, da Anitta, e “Dançando”, da Ivete Sangalo, a escolhida em Just Dance 2020 foi o funk “Só Depois do Carnaval”, da cantora Lexa.

Street Fighter V (PS4/PC)

O famoso jogo de luta da Capcom conta com um cenário localizado no Brasil. O país sempre foi lembrado em praticamente todos os games da série, mas pela primeira vez é o Rio de Janeiro que aparece no jogo, com uma arena inspirada no bairro de Santa Tereza. Algumas passistas inclusive aparecem ao fundo da luta!

 ​Mario & Sonic at the Rio 2016 Olympic Games (Wii U/3DS)

O jogo oficial da Olimpíada do Rio de 2016 colocou as turmas dos dois amigos e rivais Mario e Sonic em uma série de disputas olímpicas. O game é recheado de referências ao carnaval, a começar pela abertura, que coloca os personagens desfilando em carros alegóricos. O mais legal é a animação de encerramento na versão para 3DS, onde podemos ver Mario e Sonic sambando em plena Sapucaí!

Samba de Amigo (Arcade/Dreamcast/Wii)

O jogo japonês com nome em português Samba de Amigo coloca você para balançar maracas no ritmo de várias músicas latinas, embora poucas sejam verdadeiros sambas. Uma delas em especial é muito associada ao game: Samba de Janeiro. O sucesso dos anos 90 da banda alemã com vocalistas brasileiras Bellini pode ser escutado no game Sonic & Sega All-Stars Racing ao correr na pista baseada em Samba de Amigo.

Assassin´s Creed II (PS3/X360/PC/PS4/XONE)

Como se sabe, o carnaval brasileiro é uma tradição herdada dos colonizadores europeus, ainda que o nosso país tenha conseguido criar um tempero só nosso. Se você quiser experimentar um pouco de como era o festival no século XV na cidade de Veneza, na Itália, deve jogar Assassin´s Creed II. Em uma das missões, você precisa roubar uma máscara e infiltrar um baile de carnaval com a missão de eliminar um alvo.

Jogos grátis

Para quem quer evitar o carnaval até no mundo dos games, a dica é aproveitar o tempo livre para experimentar jogos gratuitos diversos disponibilizados nas principais plataformas.

Os jogadores de PC podem baixar a partir de hoje sem custo algum os games Assassin´s Creed Syndicate e Faeria na Epic Store. A promoção vai até o dia 27 de fevereiro. Os assinantes da Xbox Live podem “comprar” gratuitamente os jogos TT Isle of Man (Xbox One), Call of Cthulhu (Xbox One) e Star Wars Battlefront (Xbox). Já os assinantes da PS Plus têm à disposição até o dia 2 de março os jogos Bioshock The Collection, The Sims 4 e Firewall Zero Hour.

Uma última sugestão é dar uma olhada na biblioteca dos serviços de assinaturas de games, modalidade que tem crescendo ano a ano, como o Xbox Game Pass, Apple Arcade, Uplay+ ou Origin Acess.

Edição: Verônica Dalcanal

Comentários Facebook

Esportes

Coluna – A voz dos protagonistas

Avatar

Publicado


.

Com a confirmação hoje (30) da Paralimpíada de Tóquio (Japão) no período de 24 de agosto a 5 de setembro do ano que vem, as federações internacionais paralímpicas passam a ter um novo desafio: montar o calendário do próximo ciclo. Afinal, terminados os Jogos na capital japonesa, restarão somente três anos – e não quatro, como é habitual – para a edição de Paris 2020, na França.

“Teremos que criar estratégias para suprir, em três anos, o planejamento da próxima Paralimpíada. Isso altera o calendário de todas as modalidades quanto à classificação funcional (processo que verifica a elegibilidade do atleta no paradesporto e qual sua categoria), torneios regionais e regras a serem discutidas”, explica Ana Carolina Duarte, atleta da seleção brasileira feminina de goalball, único esporte paralímpico que não é adaptado.

Teremos? Sim. Ana Carolina fará parte dessas discussões. Desde o ano passado, ela é a representante dos atletas no subcomitê do goalball na Federação Internacional de Esportes para Deficientes Visuais (IBSA, sigla em inglês), uma das entidades mais importantes do movimento paralímpico. Nesta semana, inclusive, a brasileira (que perdeu a visão aos 11 anos, devido a um tumor no cérebro) deverá participar de uma reunião, por videoconferência, sobre o próximo ciclo.

“É muito gratificante poder representar minha modalidade, dar voz aos atletas. Temos um grupo nas redes sociais pelo qual nos comunicamos. Antes das reuniões, eu passo aos atletas a pauta para eles interagirem, saberem o que será falado, e levar a palavra deles adiante”, conta a jogadora de 33 anos, 20 dedicados ao goalball, e quatro Paralimpíadas na bagagem.

ana_carolina_duares_goalball_pan_de_limaana_carolina_duares_goalball_pan_de_lima
Ana Carolina Duarte, integrante da seleção brasileira de goalball , ouro nos Jogos Parapanamericanos Lima (Peru) , em 2019 – Douglas Magno / EXEMPLUS / CPB

Segundo a mais recente atualização do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês), divulgada na última sexta-feira (27), 87 competições marcadas entre março e junho deste ano, em diferentes modalidades, foram canceladas ou adiadas pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). Torneios qualificatórios para os Jogos e eventos-teste devem ser a prioridade da agenda pré-Tóquio, enquanto outros campeonatos poderão ser postergados ao ciclo de Paris. Isso além do que já estava agendado para 2021 que, possivelmente, terá que ser repensado.

Mas, se hoje Ana Carolina e os demais integrantes do subcomitê do goalball poderão discutir o planejamento pós-Tóquio com mais “tranquilidade”, o mesmo não se pode dizer de uma semana atrás, quando os Jogos ainda estavam marcados para 25 de agosto deste ano – o adiamento só foi confirmado na última terça (24). Além de alterar a Paralimpíada e cancelar eventos pelo mundo, a pandemia da covid-19 dificultou (até impediu) o treinamento diário de atletas (olímpicos e paralímpicos) pela necessidade de evitar aglomerações, para a própria segurança dos esportistas, familiares e sociedade.

“Fomos pegos de surpresa por essa pandemia. Fiquei bastante chocada, apreensiva, triste por toda essa situação. Os atletas também ficaram preocupados pela data (dos Jogos) não estar definida. O Comitê (Organizador) japonês queria realizar o evento (na data prevista) e isso nos trazia insegurança. A confirmação da nova data traz alívio, uma direção”, afirma, relatando como tem sido o contato com os demais atletas no período.

“Esse tem sido um momento de reflexão, solidariedade, amor. A gente tenta passar mensagens positivas aos atletas. Acredito que, com essa decisão, as manifestações serão no sentido de ficarmos ainda mais seguros, e que haverá um planejamento melhor para nós, atletas”, completa.

Faltam 512 dias para a Paralimpíada de Tóquio 2020 no ano que vem. Parece muito tempo, mas, Ana Carolina sabe que o impacto do longo período sem treinamentos práticos será um dos desafios a serem superados pelos atletas, ainda mais quando não há precisão de quando a pandemia estará controlada. “A gente tenta suprir com treinos físicos, mas, não é a mesma coisa. Perde-se muito na questão física, fisiológica, hormonal e até psicológica. No esporte coletivo, como é o nosso, não tem como treinar em casa e ir para a quadra com o mesmo condicionamento, leitura de jogo”, explica.

Mesmo assim, a brasileira destaca o papel dos atletas no cenário global da pandemia. “A gente (ela e o companheiro Altemir Trapp, analista de desempenho da seleção de goalball) está na quarentena, obedecendo as orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde) e dos médicos infectologistas. Nunca imaginei passar por essa situação, mas é algo que a gente tem de superar. Estamos na vida para vencer obstáculos. Tudo passa, e isso vai passar. Hoje, pensamos em salvar vidas. Ano que vem, buscar uma conquista na Paralimpíada, superando o que estamos vivendo, será muito mais prazeroso”, conclui.

Nota triste

O paradesporto brasileiro foi pego de surpresa com a morte da mesatenista Eliane Corrêa, de 48 anos, no sábado (28) – o anúncio do falecimento veio na noite de ontem (29). Atleta da classe 4 (cadeirantes) e professora, Eliane teve falta de ar e foi levada ao Hospital do Servidor Público de São Paulo, mas não resistiu. Ela estava no mesmo andar de pacientes com suspeita de covid-19, mas o resultado do teste – que tem levado cerca de 10 dias para sair – ainda não foi divulgado.

Nome constante em competições nacionais da modalidade, nas quais representava a equipe da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD-SP), e apaixonada por samba (chegou a desfilar pela Rosas de Ouro no carnaval de São Paulo), ela foi homenageada, nas redes sociais, por amigos e atletas, como Jane Karla Gögel (tiro com arco e ex-mesatenista) e Joyce Oliveira, da seleção brasileira e que compete na mesma classe de Eliane.

“Hoje, o céu está em festa por receber essa pessoa, tão batalhadora, uma pessoa que, mesmo com as dificuldades, sempre ia atrás dos seus sonhos e dos seus objetivos. Você era um espelho pra mim, para nunca desistir do que queria, pois tudo era possível”, escreveu Joyce. Já a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) manifestou pesar à família por meio de nota oficial publicada no site da entidade.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Comentários Facebook
Continue lendo

Esportes

Coletivo de torcedores do Bahia cria campanha para ajudar ambulantes

Avatar

Publicado


.

“Fiado Invertido: compro e não nego, pego quando puder”. Esta é o lema da campanha para ajudar vendedores ambulantes no período de suspensão do futebol, em tempos de pandemia do novo coronavírus (covid-19). A iniciativa partiu da Frente Esquadrão Popular, um coletivo de torcedores, conselheiros e sócios do Bahia. A iniciativa tem o apoio do clube e, além de beneficiar os camelôs que atuam no entorno da Arena Fonte Nova, também deve ajudar os trabalhadores informais que comercializavam produtos nas imediações dos estádios de Pituaçu e Barradão. O coletivo publicou ainda um vídeo explicativo no Youtube mostrando, passo a passo, como fazer a contribuição financeira.     

O objetivo é que os torcedores comprem agora as mercadorias e as recebam depois do fim do perído de distanciamento social, ou seja, após o retorno dos jogos. As contribuições são realizadas online, pela internet, diretamente nas contas dos ambulantes. Existe a possibilidade ainda das pessoas simplesmente doarem determinado valor como ajuda a quem não vai poder trabalhar nas próximas semanas, em decorrência do risco de contaminação pela covid-19.

Os organizadores chamaram os ambulantes mais conhecidos do público para estrelarem a campanha e esperam que a proposta possa se multiplicar em outras torcidas e equipes.  Afinal, trata-se de uma questão de sobrevivência. Segundo o último levantamento do IBGE, quase 55% dos trabalhadores baianos vivem na informalidade.

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana