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AL homenageia pessoas que atuam na Escola Tiradentes em Rondonópolis

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso realizou, na noite de segunda-feira (17), em Rondonópolis (217 km de Cuiabá), sessão solene com o objetivo de homenagear com concessão de moções de aplausos personalidades civis e militares que prestam trabalho junto à Escola Militar Tiradentes PM Major Ernestino Veríssimo da Silva. A unidade escolar é resultado de uma parceria entre a Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e a Polícia Militar de Mato Grosso, com apoio das igrejas católica Salesiana e evangélica Assembleia de Deus.

O diretor da escola, PM Marco Antônio da Silva, lembrou que a escola militar “busca oferecer excelência no ensino, além de transmitir valores morais, disciplina, amizade, respeito à família e à pátria e incentivo ao esporte". Sobre a possível rigidez curricular em face ao atendimento a jovens, o militar disse que "é feito todo um trabalho diferenciado, no qual os alunos e as famílias recebem orientação técnica para que busquem um futuro promissor e se comprometam com as ações que possam levá-los a alcançar essa meta. Além de profissionais que ofertem um trabalho qualificado à sociedade, queremos formar homens que sejam bons filhos, bons pais e cidadãos de bem na sociedade", explicou.

O deputado Sebastião Rezende fez um relato histórico da luta pela implantação da Escola Tiradentes em Rondonópolis e citou que as tratativas foram iniciadas em 2016, com a realização de uma audiência pública que ouviu a população em seu anseio de receber a escola militar. Depois, em 2017, se decidiu pela escola e foi dado início à busca por um local adequado. Pensou-se em fazer no centro de Rondonópolis, mas depois, com a inviabilidade, o parlamentar buscou ajuda das igrejas.

O padre Danillo, do Oratório Dom Bosco (localizado no bairro Jardim Universitário), então cedeu parte do espaço do oratório, e membros da igreja Assembleia de Deus, através da Fundação Shalom, fizeram a adaptação do local. "Foi uma união de esforços para que a Escola Tiradentes se concretizasse e por isso, hoje, prestamos essa homenagem aos que fizeram e fazem a escola funcionar’, reconheceu Rezende.

O aluno Pedro Henrique Corteli, do 1º ano A do ensino médio, disse: "Fui incentivado por meus pais e não achava que ia ser tão bom. Eu sempre quis ser engenheiro e aqui descobri que posso me preparar para cursar o Instituto Tecnológico de Aeronáutica [ITA], que é uma das melhores escolas de engenharia. Então superou minhas expectativas".

A aluna Ingrid Rafaela Peres de Almeida, do 9º ano, também se surpreendeu. Ela pretende cursar direito, ser advogada, não quer seguir a carreira militar, mas acredita que a escola militar vai lhe ensinar a ter melhor conduta e fazer melhores escolhas na vida. Ingrid também veio para a escola por incentivo dos pais, mas agora quer ficar e diz com firmeza que “quando cheguei aqui era pelo sonhos dos meus pais, mas agora fico por mim, estou sendo melhor nos estudos e na vida’.

Já Cintia Jaqueline Botton, que é mãe da aluna Giovanna Botton, de 13 anos, está muito satisfeita com o ingresso da filha na escola. Segundo ela, a filha “amadureceu, continua a mesma filha, mas agora pensando no futuro profissional". Cintia considera que a escola militar tem um diferencial das civis em face da relação professor-aluno.

"Nas demais escolas estaduais, parece que os alunos perderam o respeito pelos professores e aqui não, como acontecia antes nas demais escola, aqui o professor ainda é visto como um aliado forte que vai ajudar o aluno a ter um futuro promissor”, explicou.        

Mato Grosso conta com escolas militares em oito cidades, sendo sete comandadas pela PM , localizadas nos municípios de Cuiabá, Confresa, Juara, Sorriso, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde e Rondonópolis, e uma do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, em Alta Floresta. Essas unidades de Mato Grosso estão no ranking dos colégios públicos com melhores índices de desempenho, segundo dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2017, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

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Deputados aprovam financiamento de R$ 550 milhões para construção de pontes

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Reunidos em sessão extraordinária na manhã desta segunda-feira (30), os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram em primeira votação o Projeto de Lei 217/2020, que autoriza o Poder Executivo a contratar operação de crédito no valor de R$ 550 milhões junto à Caixa Econômica Federal (CEF), no âmbito do programa Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (Finisa), para a construção de pontes no Estado. Foram 21 votos favoráveis à proposta governamental e apenas uma abstenção do deputado Ulysses Moraes.

O projeto segue agora para segunda votação e deverá ter emendas para corrigir algumas necessidades, como exemplo, a inserção da região Noroeste que, conforme o deputado Lúdio Cabral (PT), não vem sendo atendida na mensagem governamental. “A região Noroeste não vem sendo contemplada nessa proposta e é onde estão os problemas mais graves nessa área. Vou apresentar uma emenda para que seja contemplada todas as nove regiões do Estado”, disse.

O parlamentar destacou que o projeto contempla oito regiões e deixa só uma de fora. “Não tem sentido contemplar oito regiões e deixar apenas uma de fora”, disse o parlamentar que pretende ainda apresentar outra emenda ao projeto de financiamento para obrigar o governo a prestar contas dessas obras, desde o início. “Isso é importante para que tenhamos condições de fiscalizar”, observou.

Para o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), “esse financiamento vai ajudar muito o Estado na pós-crise do coronavírus. É um projeto que ajuda o homem do campo e os moradores das cidades. O governador acerta em mandar esse projeto, que vai gerar empregos e oportunidades de trabalho”.

O líder de governo na Assembleia Legislativa, deputado Dilmar Dal´Bosco (DEM), fez questão de destacar que o projeto de financiamento é muito importante para Mato Grosso, principalmente, “porque 70% desses recursos vão para as estradas vicinais”. Dal´Bosco destacou que o pagamento do financiamento será feito em quatro parcelas semestrais, com carência de dois anos e com juros de 5,7% ao ano mais a correção. “É um projeto extremamente importante para o Estado”, completou.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), sugeriu que seja feito um substitutivo ao projeto de lei do empréstimo para a construção de pontes, para ser votado na próxima quarta-feira (01). “Sugeri ao Lúdio e ao Wilson Santos que façam emendas e apresentem um substitutivo para ser aprovado nas duas comissões e, na quarta-feira, em segunda votação no plenário”.

 

Fonte: ALMT

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Sancionada lei que protege mulheres ameaçadas em bares, restaurantes e casas noturnas.

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O governador Mauro Mendes sancionou a Lei 11.100, de autoria do deputado Max Russi (PSB), que o obriga bares, restaurantes e casas noturnas a adotar medidas de auxílio à mulheres que se sintam em situação de risco. A sanção foi publicada no Diário Oficial de sexta-feira (27).

Na prática, fica obrigatório que esses estabelecimentos desenvolvam formas de comunicação simples e discretas, no intuito de diminuir o número de vítimas de qualquer tipo de violência. A intenção é oferecer à mulher que se sinta ameaçada, um ambiente seguro para pedir ajuda, evitando que ela seja coagida pelo possível agressor.

Conforme o deputado, a criação desses mecanismos protetivos poderão diminuir ou anular eventuais atos de agressão. Russi avalia ainda que, para isso, os custos poderão ser mínimos ou até nulos.    

“É algo que não terá praticamente custo para esses estabelecimentos, tendo em vista a vantagem de se criar procedimentos de socorro às mulheres que estiverem sendo ameaçadas. Seriam mecanismos de pedido de ajuda, que poderão salvar muitas vidas”, ponderou.

A nova lei impõe ainda a utilização de cartazes fixados nos banheiros femininos ou em qualquer ambiente desses locais, além de estabelecer outras medidas que viabilizem a efetiva comunicação entre as mulheres e o estabelecimento. Outra atribuição é a disponibilidade de treinamentos e capacitações aos funcionários, para que as equipes saibam como agir em um eventual pedido de ajuda.

Autor da proposta, o deputado Max Russi lembra que o abuso contra mulheres tem se tornado um dos maiores indicadores de violência em espaços públicos no país e Mato Grosso não está livre das estatísticas.

“Mesmo que, muitas vezes, a agressão seja praticada pelo próprio acompanhante, dificilmente alguém interfere na briga. Essa é uma forma muito eficaz, que tem dado certo em outros países e até mesmo em alguns estados aqui do Brasil. Medidas simples e fáceis de serem adotadas”, argumentou.

O descumprimento ao disposto nessa Lei acarretará ao infrator a imposição de multa no montante correspondente a 5 (cinco) Unidades Padrão Fiscal do Estado de Mato Grosso – UPFs/MT.

Fonte: ALMT

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