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Sul-Americana: Fluminense vai de Caio Paulista contra chilenos

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Na próxima terça (18), a partir das 19h15 (horário de Brasília), na grama sintética do estádio Municipal Nicolás Chahuán, o Fluminense tem uma partida decisiva contra o Unión La Calera (Chile) pela Copa Sul-Americana.

No primeiro jogo, no Maracanã, as equipes empataram em 1 a 1. Como a competição adota o critério do gol fora de casa, o zero a zero classifica os chilenos. O técnico Odair Hellmann deve repetir a escalação que atuou contra o Flamengo nas semifinais da Taça Guanabara. A única mudança deve ser a entrada de Caio Paulista no lugar de Wellington Silva, que, por enquanto, não está inscrito para a Sul-Americana.

Assim, o Fluminense deve vir a campo com: Muriel; Gilberto, Digão, Luccas Claro e Egídio; Yuri, Henrique e Nenê; Caio Paulista, Marcos Paulo e Evanílson.

Fora de campo a torcida do tricolor vive a expectativa do retorno de Fred às Laranjeiras. O clube carioca teria proposta de dois anos de contrato com o artilheiro, que ainda precisa se desligar totalmente do Cruzeiro.

Edição: Fábio Lisboa

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COB organiza operação para trazer equipamentos enviados a Tóquio 2020

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O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) se manifestou após a confirmação das novas datas dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, com início no dia 23 de julho e término em 8 de agosto de 2021. O diretor-geral Rogério Sampaio, medalhista olímpico no judô, elogiou a agilidade o Comité Olímpico Internacional (COI) em divulgar o novo calendário. 

“Tudo está andando num prazo muito bom. A rápida definição da nova data dos Jogos permite que todo o calendário esportivo mundial se reorganize, protegendo a saúde dos atletas e demais envolvidos nos Jogos. Nosso desejo é que essa fase de afastamento social passe logo para voltarmos à rotina normal, com a retomada dos treinos e a diminuição da ansiedade geral.”

O diretor do COB disse que o momento é de reorganizar a logística, tendo em vista que muitos equipamentos e materiais já haviam sido enviados ao Japão. Uma outra parte sairia do Brasil em abril. A entidade estima que mais de 400 pessoas devam integrar o Time Brasil, deste total aproximadamente 270 devem ser atletas. Sendo assim, surge a necessidade de remarcar passagens e hospedagens.

“Já iniciamos o contato com nossas bases e fornecedores, comunicando oficialmente sobre o adiamento e informando, de forma antecipada, sobre o interesse de manutenção das parcerias para 2021. Estamos elaborando também o aditamento do contrato com fornecedores de transporte, alimentação e depósitos que tínhamos à disposição no Japão”, detalha Sampaio.

O Brasil já tem 178 atletas classificados para as Olimpíadas de Tóquio, porém ainda há indefinição em relação àqueles que dependem do posicionamento no ranking mundial para assegurar vagas. 

“O COI e as Federações Internacionais devem se manifestar sobre até o início de abril a respeito do restante das vagas em disputa” – explicou Jorge Bichara, diretor de Esportes do COB.

Vôlei brasileiro também se manifesta

A levantadora do Osasco, Roberta Kantz, frequência constante nas convocações da seleção brasileira de vôlei, aprovou a decisão tomada pelo COI.

“Foi uma decisão muito sensata, e inteligente também. Deve ter sido muito difícil, mas foi o certo a fazer neste momento. A gente está vendo a dimensão que esta pandemia tomou, então não tinha como nós atletas nos prepararmos. Eu vejo como uma nova oportunidade, temos mais um ano pré-olímpico para a gente se preparar”,disse a jogadora da seleção feminina, já classificada para os Jogos de Tóquio.

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Técnico Renan Dal Zotto aguarda pelas definições da FIVB do restante do calendário de 2021 – FIVB/Divulgaçao/Direitos Reservados

Já o técnico da seleção brasileira de vôlei masculino, Renan Dal Zotto, diz que o próximo passo é a definição do calendário internacional da modalidade.

“A confirmação da nova data dos Jogos foi uma grande novidade para todos nós. Agora vamos aguardar pela definição da Federação Internacional com as novas datas das competições, principalmente da Liga das Nações de Vôlei (VNL), prevista para o segundo semestre deste ano, para que possamos fazer um novo planejamento rumo a 2021”.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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Coluna – Novo coronavírus afeta as finanças dos clubes

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Não poderia ter sido pior. A chegada do novo coronavírus afeta as finanças dos clubes do futebol brasileiro. Estudos mostram, há anos, que muitos têm receitas inferiores aos custos, o que gera dívidas, não recolhimento de impostos e salários atrasados. Recentemente, as receitas de TV, bilheteria e programas de sócio-torcedor permitiram que alguns respirassem. Além disso, a venda de jogadores para o exterior passou a ser outra importante fonte de renda. Mas a redução na atividade das indústrias – como a do futebol – vai frear todo o movimento positivo que estávamos acompanhando. E o tempo que vamos levar para retornar à rotina será decisivo para mensurar o impacto que o novo coronavírus vai promover.

Conversei com dois especialistas no assunto: César Grafietti, consultor de finanças do Esporte, e Pedro Daniel, diretor executivo da EY. E ambos têm opiniões que se completam sobre esse cenário. Para Grafietti, não há distinção entre grandes e pequenos no momento atual. Ele lembra que os de maior investimento têm maior receita, mas custos maiores também, como salários. Os de menor investimento, por outro lado, têm dificuldades naturais e qualquer falta de receita vai impactar negativamente. Pedro Daniel faz ainda uma ressalva – muitos clubes se programam para operar até abril, quando terminam os Campeonatos Estaduais. Como eles foram interrompidos, sem prazo para retornarem, como fazer com os contratos firmados por prazo pré-estabelecido? E como sobreviver sem a entrada da receita prevista, no final dessas competições?

A insegurança gerada por essa paralisação mundial tem diversos motivos – como cumprir com os contratos firmados com os patrocinadores; como atender aos contratos de TV, caso o calendário seja reduzido, com menor número de transmissões; como manter os planos de sócio-torcedor ativos, sem futebol; como compensar a perda de arrecadação com as bilheterias?

Pedro Daniel salienta que outra importante fonte de receita poderá ficar de lado – a venda de jogadores. Ele lembra que os clubes europeus, grandes compradores, estão passando pelo mesmo momento de dificuldade e que vão aguardar um pouco mais para se arriscarem em qualquer novo investimento. Grafietti vê de forma positiva um movimento já iniciado na Europa de redução de salários dos jogadores, mesmo que momentânea, e entende que isso seria importante de acontecer também no Brasil

O aperto do calendário também é discutido por eles. Grafietti entende que se os Estaduais forem os grandes prejudicados, o calendário brasileiro poderá se ajustar e encerrar o ano relativamente bem. Mas se a paralisação se estender por datas que atinjam a Copa do Brasil, as Copas Libertadores e Sul-Americana e, principalmente, o Brasileirão, os clubes vão precisar renegociar valores com parceiros para atender a uma nova realidade de exposição da imagem. Pedro Daniel, inclusive, lembra que o caixa dos clubes vai sofrer impacto porque muitos fazem suas projeções em cima das premiações que esperam receber. E num calendário menor, elas podem não chegar. A questão do acesso e descenso, com a definição de vagas para competições em 2021, também é algo a ser debatido.

A situação é mesmo complexa – as TVs, por exemplo, têm mantido em sua grade jogos de futebol. O contrato que elas têm com os clubes permite essa reapresentação. Só que, para os clubes, causa um incômodo, pois lá estão patrocinadores, placas no entorno do campo e camisas antigas, todos ganhando visibilidade em detrimento de quem está pagando agora por isso.

Mas o que fazer, lembrando, ainda, que o retorno às atividades não significa a volta dos jogos, porque os atletas precisam de tempo para se recuperarem física e taticamente? César Grafietti e Pedro Daniel voltam a concordar. Só com união entre todos os envolvidos: clubes, TVs, patrocinadores, federações, CBF e jogadores. A solução precisa ser conjunta e uniforme, satisfazendo as necessidades de todos e não individualmente.

Até hoje, no Brasil, não houve união entre os clubes. Talvez seja o momento. Quem sabe, de forma positiva, podemos pensar em um novo formato de competições para o calendário do futebol brasileiro?

Por Sergio du Bocage, apresentador do programa No Mundo da Bola.

 

Edição: Verônica Dalcanal

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