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Queda corintiana na pré-Libertadores tem "déjà-vu" de carrascos

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Fernando Fernández. Guaraní, do Paraguai. Cinco anos depois, eles foram mais uma vez os algozes do Corinthians em uma Libertadores. A diferença é que se da outra vez o duelo foi nas oitavas de final, agora foi ainda pela segunda fase preliminar da competição. O Timão até venceu o jogo de quarta-feira (12), em São Paulo, mas o 2 a 1 não foi suficiente.

Na partida de ida, em Assunção, os paraguaios ganharam por 1 a 0, gol de Morel. Aos brasileiros, só uma vitória por dois gols de diferença serviria — especialmente se o rival marcasse na Arena de Itaquera. Devolver o 1 a 0 só levaria a decisão aos pênaltis.

Até o intervalo, apesar da expulsão de Pedrinho no retorno dele à equipe após a disputa do Pré-Olímpico pela seleção brasileira, Luan e Boselli estavam classificando os paulistas para a sequência da competição. Só que cobrando falta (muito contestada pelos corintianos), Fernández — o mesmo que decidiu para o Guaraní, nessa mesma Arena, em 2015 — descontou, obrigando o Alvinegro a colocar pelo menos outra bola na rede paraguaia. O Timão tentou, mas pecou no passe final. Quando conseguiu finalizar, parou em duas defesas de Sérvio.

Tal qual em 2011, o clube paulista se despede da Libertadores antes da fase de grupos — na ocasião, o carrasco foi o Tolima, da Colômbia. É, ainda, a terceira vez consecutiva que um time brasileiro dá adeus na etapa preliminar do torneio. No ano passado, o São Paulo caiu para o Talleres, da Argentina. Em 2018, a Chapecoense não superou o Nacional, do Uruguai.

Classificado, o Guaraní terá pela frente o Palestino, do Chile, na terceira e última etapa preliminar da Libertadores. Os chilenos se classificaram ao superar o Cerro Largo, do Uruguai, por 5 a 1 (6 a 2 no placar agregado). Quem avançar vai para o grupo B, o mesmo de Palmeiras, Tigre, da Argentina, e Bolívar, da Bolívia.

Nos demais jogos de quarta-feira (12), o Cerro Porteño, do Paraguai, recebeu o Universitário, do Peru, e venceu por 1 a 0, classificando-se pelo placar agregado (2 a 1). Já o Atlético Tucumán, da Argentina, fez 2 a 0 em casa no The Strongest, da Bolívia, devolvendo o placar da partida de ida — nos pênaltis, vitória argentina por 6 a 5.

Nesta quinta-feira (13), Sporting Cristal, do Peru, e Barcelona de Guayaquil, do Equador, decidem às 21h30 (de Brasília) em Lima, capital peruana, a última vaga à terceira fase preliminar da Libertadores. No jogo de ida, os equatorianos golearam por 4 a 0.

Edição: Verônica Dalcanal

Fonte: IG Esportes
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Ex-capitã pede sequência de Pia na seleção feminina: "Melhor do mundo"

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O trabalho de Pia Sundhage na seleção feminina de futebol está apenas no início, mas um dos maiores nomes da história da modalidade no Brasil defende que a técnica sueca tenha, ao menos, a garantia de mais um ciclo de trabalho, independente do resultado nos Jogos de Tóquio (Japão). Ex-zagueira e capitã da seleção, pela qual atuou entre 2004 e 2013, Aline Pellegrino acredita que o papel da treinadora será fundamental, principalmente na transição entre a geração das craques Marta, Cristiane e Formiga e a seguinte.

“Se olharmos para a primeira Copa do Mundo, em 1991, e a primeira Olimpíada [com futebol feminino], em 1996, nunca tivemos um técnico por quatro anos inteiros. Que bom que ela começou antes [de um ciclo completo]. Acho que tem de ser cobrança zero [por resultados em Tóquio]”, declarou Aline à Agência Brasil durante evento na unidade Interlagos do Sesc, em São Paulo.

“O que imagino da Pia? É na hora que uma Marta, Formiga e Cristiane estiverem saindo. Acho que, se não tivesse uma Pia, elas estariam mais perdidas. Hoje, elas têm uma comandante, sabem onde seguir. Na hora da transição, já se terá um caminho trilhado”, afirmou.

Os números de Pia são positivos. Em oito jogos, são seis vitórias e dois empates no tempo normal (a seleção perdeu duas disputas na disputa de pênaltis, para Chile e China). Foram 24 gols marcados e dois sofridos, com 42 atletas diferentes convocadas e 38 testadas no período. Nessa sequência, destaque para as goleadas sobre México (6 a 0) e Argentina (5 a 0), ambas em São Paulo, e vitórias sobre seleções à frente no ranking mundial como Inglaterra (2 a 1) e Canadá (4 a 0). Para o Torneio amistoso da França, entre 2 e 11 de março, a sueca chamou nesta terça-feira (18) duas caras novas: a goleira Natascha, do Paris (França), e a lateral Jucinara, do Corinthians.

A técnica assumiu o time brasileiro em julho no lugar de Vadão, que deixou a seleção após a eliminação nas oitavas de final da última Copa. Pia chegou credenciada pelo bicampeonato olímpico no comando dos Estados Unidos (2008 e 2012) e pelo prêmio de melhor treinadora de futebol feminino pela Fifa em 2012. Na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, conquistou a medalha de prata com a Suécia, batendo a equipe de Marta e companhia nas semifinais.

“É a melhor técnica do mundo”, afirmou Aline. “Espero que Pia esteja sendo feliz aqui no Brasil, com as jogadoras e o que está sendo oferecido, para que ela deseje seguir por muito tempo. Ela esteve acompanhando os jogos do Campeonato Brasileiro, do Paulista e de outros estaduais. É a característica dela. Gosta de estar perto dos clubes, das organizações. Estamos no caminho e temos que aproveitar essa experiência dela”, completou.

Diretora de futebol feminino da Federação Paulista (FPF) desde 2016, Aline atuou profissionalmente entre 1997 (quando tinha apenas 15 anos) e 2013. Pela seleção, fez parte da geração medalhista de prata nãos Jogos de Atenas (2004), foi vice-campeã mundial em 2007, na China, e foi superada nas quartas de final da Copa de 2011, na Alemanha, pelos Estados Unidos (à época comandados exatamente por Pia). Após a carreira como jogadora, foi técnica do Vitória das Tabocas (PE) e supervisora do time formado na parceria Corinthians/Audax, precursora da atual equipe feminina do timão, antes de assumir o cargo na FPF.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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Sul-Americana: Fluminense empata e acaba eliminado

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Em jogo de baixo nível técnico disputado nesta terça (18) no estádio Municipal Nicolás Chahuán, o Fluminense empatou em 0 a 0 com o Unión La Calera (Chile) e acabou dando adeus à Copa Sul-Americana.

A desclassificação aconteceu porque no jogo de ida, realizado no Maracanã, as equipes empataram em 1 a 1. Como a competição adota o critério do gol fora de casa, o zero a zero garantiu os chilenos.

Agora o Fluminense terá que concentrar as atenções na Copa do Brasil e no Campeonato Carioca.

Edição: Fábio Lisboa

Fonte: IG Esportes
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