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Economia

Confiança da indústria atinge maior valor desde março de 2018

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O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 1,5 ponto de dezembro de 2019 para janeiro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 100,9 pontos, o maior valor desde março de 2018 (101,4 pontos).

A confiança subiu em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela FGV. A alta em janeiro foi puxada pelas expectativas do empresário da indústria, medidas pelo Índice de Expectativas, que cresceram 2,8 pontos. O que mais contribuiu para essa alta da expectativa foi a avaliação sobre a evolução do ambiente de negócios nos próximos seis meses.

A avaliação dos empresários sobre o momento presente, medida pelo Índice da Situação Atual, manteve-se estável de dezembro para janeiro.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada do setor subiu 0,6 ponto percentual de dezembro para janeiro e chegou a 75,7%.

Segundo a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco, o ânimo dos empresários tende a melhorar no primeiro semestre, mas a sustentação dessa confiança depende da evolução da demanda interna.

Edição: Valéria Aguiar
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Economia

Paulo Guedes afirma que governo "mudou eixo da economia"

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou hoje (04) à tarde de uma teleconferência pelo YouTube com empresários do setor varejista de diferentes partes do país, ligados à Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas.

Na abertura, o ministro assinalou o esforço que o governo está fazendo esforço para ajudar a população durante a fase de distanciamento social – medida que visa evitar maior contágio do novo coronavírus -, em especial junto a aposentados, beneficiários do programa Bolsa Família e trabalhadores informais.

O ministro da Economia lembrou que já foram anunciadas medidas para garantir a manutenção de emprego e também para dar crédito às empresas.

Segundo Guedes, o pacote de medidas anunciadas na última semana é maior do que o orçamento de gastos que estava previsto para todos os ministérios em 2020. A decisão assinala uma mudança na política econômica que, antes da crise provocada pelo novo coronavírus, era centrada no controle fiscal, na redução de despesas e na diminuição do déficit público.

“Trocamos o eixo de atuação de reformas estruturantes para o eixo de medidas emergenciais, que confirmam nosso pacto federativo”, disse o ministro.

Conforme Guedes, o país neste momento fura a onda da pandemia com medidas de proteção e isolamento social, e no momento seguinte terá de furar uma segunda onda, de natureza econômica, por causa da paralisação das atividades em diversos segmentos, e em especial no comércio. “Vamos atravessar essas ondas juntos”, disse.

Mantendo um tom positivo, Paulo Guedes garantiu crédito e reforçou a necessidade de manter o fluxo de pagamentos das despesas constantes das empresas, como em serviços de abastecimento (água, luz, telefonia) e junto a fornecedores. “Não vamos interromper os fluxos de pagamentos”, pediu.

Em sua visão, a interrupção atrapalharia a produção econômica. “Temos que manter respirando e oxigenada a economia brasileira. Podemos renegociar tudo, mas não podemos desorganizar a rede de pagamento.”

Paulo Guedes pediu união e apoio dos empresários. “Se do ponto de vista da saúde precisamos do isolamento, o que é contra a nossa natureza afetiva (…), do ponto de vista de rede de produção, essa capilaridade não pode ser perdida”. Segundo ele, “um pode salvar o outro. Não podemos soltar as mãos uns dos outros”, concluiu.

O Ministério da Economia se reuniu nos últimos dias com cerca de 190 associações e recebeu mais de uma centena de pedidos e sugestões para contornar a crise econômica.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Economia

Gestor público de Jesuítas, Robson Bastos assume Incra do Paraná

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Robson Luís Bastos assumiu a superintendência do Incra do Paraná arrow-options
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Robson Luís Bastos assumiu a superintendência do Incra do Paraná

Uma portaria assinada pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, e publicada no Diário Oficial da União (DOU) no último dia 26,  nomeou o gestor público Robson Luís Bastos para o cargo de Superintendente Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Estado do Paraná.

Veja também:  Gilmar Mendes suspende decisão do Congresso que amplia BPC

Ex-secretário municipal de Administração de Jesuítas , município na região Oeste do estado, Bastos tem formação em Gestão Pública e MBA em Governança Municipal, Compliance e Gestão de Riscos, com Ênfase em Gestão Pública (Faculdades Pólis Civitas).

Segundo declarações à imprensa local, Bastos afirmou que pretende “promover a regularização fundiária no Estado e a prioridade será aperfeiçoar a gestão para viabilizar, com a segurança jurídica necessária, a titulação dos agricultores e assentados do Programa Nacional de Reforma Agrária”.

Covid-19: Senado quer suspender direito de desistir de compra por delivery

O superintendente também apontou que o Incra terá no Paraná uma atuação municipalista e buscará parcerias para realizar o  georreferenciamento  de lotes da reforma agrária.

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