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Confiança do comércio é a maior desde fevereiro de 2019

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Agência Brasil

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Valter Campanato/Agência Brasil

Cresce a confiança do comércio


O Índice de Confiança do Comércio , medido pela Fundação Getulio Vargas ( FGV ), subiu 1,3 ponto em janeiro deste ano, chegando a 98,1 pontos. Este é o maior nível desde fevereiro de 2019, quando atingiu 99,8 pontos. A escala varia de zero a 200.

A confiança dos empresários do comércio subiu em 4 dos 6 segmentos pesquisados pela FGV. O Índice de Expectativas , que mede a confiança em relação ao futuro, subiu 3,8 pontos e atingiu 104,4 pontos, maior nível desde março de 2019 (104,7).

Já o Índice de Situação Atual , que mede a confiança dos empresários no momento presente, recuou 1,1 ponto e passou para 91,9 pontos.

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De acordo com o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, a alta da confiança do empresário do comércio foi influenciada pela melhora das expectativas que voltaram a subir depois de um período de espera dos empresários no final do ano passado.

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“Por outro lado, os indicadores de situação atual , que vinham apresentando resultados mais positivos no final de 2019, recuaram em janeiro. Essa combinação de resultados mostra que o cenário de recuperação gradual persiste, ainda dependente de sinais mais fortes do mercado de trabalho e da confiança dos consumidores ”, disse Tobler.

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Indústria da construção mostra sinais de recuperação, diz CNI

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A indústria de construção civil está em recuperação, com melhora nos índices de atividade e do número de empregados. É que mostra a Sondagem Indústria da Construção, divulgada hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo a CNI, os índices estão crescendo desde maio, “mostrando desempenho cada vez mais favorável”.

O índice de evolução do nível de atividade registrou 51,4 pontos em agosto, alta de 3,3 pontos frente a julho. É o maior índice desde junho de 2011. O indicador varia de 0 a 100. Ao se situar acima da linha divisória de 50 pontos, aponta para aumento da atividade no mês.

O índice de evolução do número de empregados aumentou 2,7 pontos, para 49,5 pontos, e está praticamente sobre a linha divisória.

A Utilização da Capacidade Operacional (UCO) apresentou nova alta em agosto, aumentando 2 pontos percentuais e alcançando 60%. O percentual de agosto de 2020 superou em 2 pontos o índice de agosto de 2019.

Confiança

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI-Construção) apresentou alta de 2,7 pontos no mês, atingindo 56,7 pontos. É a quinta alta consecutiva do índice, que acumula crescimento de 21,9 pontos no período. Com a alta, o ICEI-Construção se distancia de sua média histórica (53,5 pontos) e da linha divisória de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança.

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Entre os componentes do ICEI-Construção, o Indicador de Expectativa aumentou 1,7 ponto e o de Condições Atuais, 4,6 pontos. O índice de Condições Atuais foi a 46,1 pontos, ou seja, mostra que o empresário ainda percebe o impacto da crise em suas condições de negócios. Por outro lado, o índice de Expectativas alcançou 62 pontos, mostrando otimismo disseminado pela indústria da construção.

Os indicadores de expectativas do nível de atividade e de novos empreendimentos e serviços registraram 56,1 e 55,5 pontos, após crescimento de 1,8 e 2,3 pontos, respectivamente.

Os indicadores de expectativas de compras de insumos e matérias-primas e números de empregados, por sua vez, alcançaram 55,6 e 54,1 pontos, após altas de 2,8 pontos e 1,8 ponto, respectivamente.

A intenção de investimento alcançou 44,4 pontos em agosto, após aumento de 4,9 pontos. É a quarta alta consecutiva do indicador, que agora se situa no mesmo nível registrado para fevereiro, na pré-pandemia.

Edição: Maria Claudia

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Prévia da inflação em setembro fica em 0,45%, diz IBGE

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) , que mede a prévia da inflação oficial, registrou alta de preços de 0,45% em setembro deste ano. A taxa é superior ao 0,23% de agosto deste ano e ao 0,09% de setembro do ano passado. Esse é também o maior resultado para um mês de setembro desde 2012 (0,48%).

O dado foi divulgado hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA-15 acumula taxas de 0,98% no terceiro trimestre do ano, 1,35% no ano e 2,65% em 12 meses.

A alta de preços na prévia de setembro foi puxada principalmente pelos alimentos e bebidas, que tiveram inflação de 1,48%. Entre os itens que mais contribuíram para o aumento dos preços no período destacam-se as carnes (3,42%), tomate (22,53%), óleo de soja (20,33%), arroz (9,96%) e leite longa vida (5,59%).

Outros grupos de despesas com inflação foram transportes (0,83%), alta puxada pelo preço da gasolina (3,19%); artigos de residência (0,79%); habitação (0,34%); despesas pessoais (0,09%); e comunicação (0,15%).

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Por outro lado, houve quedas de preços nos grupos de despesas vestuário (-0,27%), saúde e cuidados pessoais (-0,69%) e educação (-0,11%).

 

Edição: Valéria Aguiar

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