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Ducati Mark 3, vocação esportiva

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Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

A Ducati 250 Mark 3, já nos anos 60, tinha linhas esguias e elegantes

Assim como algumas outras motocicletas que marcaram a minha infância e a minha entrada no maravilhoso mundo das duas rodas, a Ducati 250 Mark 3 tem um lugarzinho especial na minha memória.

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Entre as motocicletas que meu pai mantinha na garagem de casa, uma de suas preferidas era a Ducati 250 Mark 3, que chegou novinha à coleção. Na minha concepção, era a mais bonita, apesar de ser a menor delas. O guidão tomaseli e o enorme conta-giros Veglia de fundo branco eram equipamentos originais, mas a motocicleta não tinha pedaleira para o garupa. Só que isso não me impediu de acompanhar meu pai aos sábados de manhã nos passeios pela então praticamente deserta Cidade Universitária, ainda nos anos 60. Eu ia agarrado na garupa com os pés soltos, às vezes riscando o asfalto. E sem capacete!

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Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

A Ducati 250 Mark 3, já nos anos 60, tinha linhas esguias e elegantes

Não havia como esconder que aquela moto era uma autêntica esportiva. Assim, o jovem Expedito não pensou duas vezes para inscrevê-la em uma corrida. Com Interlagos fechado para a grande reforma dos anos 60, lá fomos nós para Ribeirão Preto, participar de uma prova que se tornaria lendária.

Para correr, bastou cobrir o farol com o number-plate original da sua outra Ducati, uma 250 Mach 1, e trocar o escapamento original por um “megafono” ensurdecedor. O carro de equipe era um Chevrolet Veraneio, sem os bancos traseiros, e o mecânico era nosso bom amigo Polé. Eu viajei sentado no meio.

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Gabriel Marazzi/Acervo Pessoal

Detalhes inesquecíveis: conta-giros Veglia e duplo bocal de combustível

Com meus 10 anos de idade, era a primeira corrida de motocicleta que eu via de perto. As recém-asfaltadas vias cheias de areia de um condomínio da cidade faziam as vezes do circuito. O box era improvisado em chão de terra. Nunca mais esqueci o nome do hotel em que todos ficaram hospedados – Umuarama. Correndo o boato de que amigos do alheio costumavam colocar açúcar nos tanques das motocicletas concorrentes, nossa Ducati dormiu trancada dentro da Veraneio.

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No dia da corrida, um domingão infernal, muitas motocicletas estavam alinhadas. Vi também, pela primeira vez, as Yamaha TD especiais de competição. Eram as favoritas, porém aquele calor de 40 graus favoreceram as europeias, de concepção mais simples. Na hora da bandeirada, Luiz Latorre viu primeiro a quadriculada, com uma Ducati 350 Mark 3 Desmo, seguida pelo jovem Expedito e sua Ducati 250 Mark 3 “não desmo”. As japonesas e as inglesas ficaram para trás.

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O “megafono”, escapamento direto, dá o tom no ronco da motocicleta

Também jamais saiu da minha memória a cerimônia do pódium: todo o palanque das autoridades, de madeira, ruiu, vindo todos abaixo. Se fosse nos dias atuais, teríamos dezenas de vídeos, mas essa cena ficou marcada apenas na minha mente.

Mas vamos falar um pouco da motocicleta. A marca Ducati começou com as motocicletas em 1946, com a Cucciolo, mais uma bicicleta motoeizada do que uma moto. Nos anos 50, entra para a empresa, e para a história, o engenheiro Fabio Taglioni, que idealizou o revolucionário sistema desmodrômico de acionamento das válvulas. No lugar das molas convencionais, que fecham as válvulas de admissão e de escapamento, Taglioni instalou hastes que as puxam de volta, evitando o tão conhecido flutuamento de válvulas, que limita a rotação e a potência. Tanto Taglioni quanto o sistema desmodrômico tornaram-se sinônimos de Ducati.

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Para um rolê na Ducati Mark 3, não esqueça que o câmbio está no lado “certo”

Em 1961, surgiu a Ducati Diana Mark 3 Super Sport, já com uma boa dose de esportividade, apesar de ser um pacato modelo de passeio. Suas variações evoluíram até os anos 70, sempre monocilíndricos, para depois disso entrarem em cena os motores em “V” a 90º, também conhecidos como motores em “L”.

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A Ducati 250 Mark 3 ainda mantinha o pedal de câmbio do lado direito, quando a maioria das marcas já estava mudando para o lado esquerdo, como se convencionou até os dias de hoje. Por isso, para dar uma “voltinha” nessa Ducati, é preciso um pouco de concentração para não trocar os pés. Outra característica marcante dessa motocicleta é o tanque de combustível com dois bocais de abastecimento, de travamento rápido. Já pensando em uma prova longa.

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O jovem Expedito Marazzi no circuito de rua, em 1969. Segundo lugar com a Mark 3

Esta Ducati 250 Mark 3 tinha apenas 18 cv de potência, mas seu desempenho pode ser comparado ao de uma 250 atual, mesmo com toda a tecnologia que os motores absorveram nos últimos 50 anos. E com o bônus de estar pilotando uma motocicleta clássica atemporal.

Fonte: IG Carros
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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

Fonte: IG Carros
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Harley-Davidson CVO Road Glide chega à linha 2020

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Harley-Davidson CVO Road Glide: O suprassumo da marca, que custava R$ 155.900

Após a saída da CVO Road Glide, que era vendida no Brasil até o fim do ano passado, eis que ela acaba de chegar à linha 2020 no exterior. Sem previsão de retornar ao nosso mercado, sai por US$ 40.999 nos EUA, aproximadamente R$ 177.120 em conversão direta. O topo de linha da Harley-Davidson, criado pela divisão especial Custom Vehicle Operation, a equipa com tudo o que a marca pode oferecer.

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Modelo é um dos mais equipados, o que faz ser uma das Harley preferidas dos que curtem pegar uma estrada

O maior destaque fica por conta do motor Milwaukee-Eight 117. Com 1.923 cc, gera 17,42 kgfm nos 3.750 rpm. Além disso, a Harley-Davidson de topo recebe o RDRS (Reflex Defensive Rider Systems ou Sistemas Reflex de Pilotagem Defensiva), pacote eletrônico com itens como ABS e controle de tração atuantes em curvas, entre outros recursos.

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Única pela carenagem fixa, do tipo nariz de tubarão, a CVO Road Glide , como se não bastasse, ainda vem com os aquecedores de manopla, sistema H-D Connect com conectividade para celulares, fone Bluetooth para permitir ao piloto controlar o sistema de infotenimento por comandos de voz e painel de 6,5 polegadas, com tela sensível ao toque.

Road Glide no Brasil

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Harley-Davidson Road Glide Limited, que acaba de chegar à linha 2020 com novidades

Enquanto isso, para o Brasil, a família Touring tem como destaque a Road Glide Limited , que chega à linha 2020 para substituir a Road Glide Ultra, oferecendo recursos touring premium, incluindo novo acabamento interno da carenagem, manoplas aquecidas, novo grafismo, emblemas e rodas. Ela é outra que traz o motor Milwaukee-Eight 114.

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Destaque para 2020 é o novo sistema Reflex Defensive Rider System, que conta com controle de tração, freios ABS, controle assistente de parada e pressão de pneus. O sistema de informação e lazer Boom Box GTS conta com tela colorida sensível ao toque mesmo com luvas, com opções de navegação, entretenimento e comunicação via Bluetooth com celulares. A Harley-Davidson Road Glide Limited chega com preço sugerido à partir de R$ 104.500.

Fonte: IG Carros
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