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Sobe para 29 total de mortos em incêndios na Austrália

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Subiu hoje (19) para 29 o total de mortos nos incêndios na Austrália. Um homem de 84 anos com queimaduras graves morreu Sidney.

Ele estava hospitalizado desde 31 de dezembro por causa de queimaduras sofridas nos incêndios na localidade de Cobargo.

Incêndio na Austrália

Incêndios na Austrália já mataram 29 pessoas e milhares de animais. Cidades ficam poluídas pela fumaça-   Alkis Konstantinidis/ Reuters/Direitos Reservados

Nas últimas horas, a chuva e a descida de temperaturas estão ajudando os bombeiros a conter dezenas de focos ativos dos incêndios em Vitória e Nova Gales do Sul, o estado mais afetado pelo fogo e onde se registraram 21 mortos.

Desde que começaram, em setembro, os incêndios nas áreas verdes da Austrália devastaram uma área de mais de oito milhões de hectares, o equivalente ao tamanho da Irlanda, e estima-se que tenham matado milhares de animais selvagens.

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Torre Eiffel é esvaziada em Paris

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A Torre Eiffel, em Paris, foi esvaziada, disse uma fonte de segurança à Reuters nessa quarta-feira (23).

A fonte não pôde confirmar se o esvaziamento ocorreu após uma ameaça de bomba, como noticiaram alguns veículos de comunicação.

A equipe de imprensa da Torre Eiffel confirmou que ela foi esvaziada, mas não detalhou o motivo.

 

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China promete "neutralidade carbônica" até 2060

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O presidente chinês, Xi Jinping, prometeu reduzir as emissões de carbono e alcançar a “neutralidade carbônica” antes de 2060. A China é o maior emissor de gases de efeito estufa do mundo, mas assumiu perante a Organização das Nações Unidas (ONU), nessa terça-feira (22), uma agenda climática ousada.

Na reunião anual da Assembleia Geral ONU, Xi Jinping disse que a China pretende adotar metas climáticas muito mais rígidas e até alcançar a “neutralidade de carbono antes de 2060”. A redução da emissão de gases poluentes como o carbono pode ser uma forma de pressionar os Estados Unidos, mas pode ser crucial no combate às alterações climáticas.

Em videoconferência da Assembleia Geral da ONU, o presidente chinês renovou o apoio ao Acordo Climático de Paris e pediu que o mundo tenha como foco a proteção do meio ambiente quando ultrapassar a pandemia da covid-19.

“O nosso objetivo é atingir o pico de emissões de CO² antes de 2030 e alcançar a neutralidade de carbono antes de 2060”, afirmou o presidente chinês em discurso, acrescentando que a pandemia mostrou que o mundo precisa mudar. Por isso, a China decidiu acelerar o processo a que Xi Jinping chamou de “revolução verde”.

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“A humanidade não pode ignorar indefinidamente os avisos da natureza e seguir o caminho tradicional de extração de recursos sem investir na conservação, no desenvolvimento à custa da proteção e explorando os recursos sem restauração”, disse Xi Jinping, lembrando que o Acordo de Paris, assinado em 2015, era o “mínimo” necessário para proteger a Terra, e, por isso, “todos os países devem dar passos decisivos para cumpri-lo”.  Ele pediu ainda que os países “alcancem uma recuperação verde da economia mundial na era pós-covid”.

“Apelamos a que todos os países procurem um desenvolvimento inovador, coordenado, verde e aberto para todos”, afirmou, sugerindo que as nações “aproveitem as oportunidades históricas apresentadas por uma nova etapa da revolução científica e tecnológica e pela transformação industrial”.

A confirmar-se, a meta chinesa será crucial para o sucesso dos objetivos climáticos mundiais, principalmente para manter a temperatura média global abaixo dos dois graus celsius acima dos níveis pré-industriais, fechada no Acordo de Paris de 2015.

Este já é considerado o maior compromisso da China com o combate às alterações climáticas, segundo o New York Times, e poderá pressionar o presidente norte-americano Donald Trump, que considera o aquecimento global um “embuste”.

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As emissões da China caíram drasticamente durante o confinamento imposto devido à covid-19 no início do ano, mas as emissões locais de muitas cidades voltaram aos níveis normais desde a retomada das atividades. No entanto, é preciso lembrar que para a China recuperar e acelerar o crescimento econômico, aumentou o número de projetos a carvão e de indústrias poluentes, o que tem gerado preocupação a ambientalistas e à comunidade internacional.

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