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Internacional

Sacolas de compras que não poluem os oceanos serão vendidas no Japão

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Uma empresa com sede no oeste do Japão desenvolveu sacolas de compras que não poluem os oceanos.

A Fukusuke Kogyo, da província de Ehime, juntamente com pesquisadores da Universidade de Gunma, desenvolveram sacolas feitas de resinas de cana-de-açúcar e milho.

Se as sacolas chegarem ao oceano, bactérias marinhas podem decompor mais de 90% de seu material em 180 dias.

China

No início desta semana, o governo chinês anunciou nova medida para combater a poluição. O país quer que as maiores cidades fiquem sem sacos de plástico descartável até o fim deste ano.

Os sacos de plástico vão ser proibidos nas principais cidades chinesas até o fim de 2020 e, até 2022, a medida vai se estender a todas as cidades e vilas.

A China é o maior fabricante de plástico do mundo, produzindo cerca de 29% dos produtos de plástico.

A Indonésia também implementou medida em que proíbe o uso de sacos plásticos descartáveis em lojas, supermercados e mercados tradicionais até junho de 2020.

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*Com informações das emissoras públicas de televisão de Portugal (RTP) e do Japão (NHK)

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Internacional

Mais de 170 países aderiram ao programa de vacinas contra covid-19

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Segundo Tedros Adhanom Ghebreysus, diretor geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 170 países aderiram ao Covax – uma alocação global de recursos contra o novo coronavírus co-liderada pela OMS que visa impulsionar o desenvolvimento de vacinas para combater a pandemia de covid-19 em todo o mundo.

“Mais de 170 países aderiram à Covax, ganhando acesso garantido ao maior portfólio mundial de vacinas candidatas”, disse Tedros em comentários pré-gravados em um webinar antes do prazo final de sexta-feira (18) para associar-se ao programa.

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Internacional

Banco central japonês anuncia apoio à nova política monetária de Suga

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O banco central do Japão vai monitorar não apenas as tendências de inflação mas também o crescimento do emprego ao guiar a política monetária, disse seu presidente, Haruhiko Kuroda, sinalizando a prontidão do Bando do Japão para aumentar o estímulo se as perdas de emprego devido à crise do novo coronavírus aumentarem o risco de deflação.

Com o impacto imediato da pandemia diminuindo, o banco central manteve a política monetária nesta quinta-feira (17) e melhorou sua visão sobre a economia para dizer que ela está começando a acelerar.

Mas Kuroda afirmou que o Banco do Japão vai trabalhar de perto com o governo do novo primeiro-ministro, Yoshihide Suga, para proteger a economia da pandemia, inclusive afrouxando mais a política monetária.

A declaração ecoa a de Suga, que foi oficialmente eleito premiê na quarta-feira, de que proteger os empregos é a principal prioridade de seu governo.

“Nosso principal objetivo é nossa meta de inflação. Mas obviamente também estamos nos esforçando para alcançar crescimento econômico saudável, incluindo condições de emprego”, disse Kuroda em entrevista à imprensa.

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“Só porque a inflação não está se mexendo muito isso não significa que não adotaremos medidas monetárias adicionais. Vamos, claro, considerar medidas adicionais de afrouxamento se fatores como emprego e demanda afetarem os movimentos de preços negativamente”, disse ele.

As declarações de Kuroda também foram feitas depois da recente promessa do Federal Reserve de fazer mais para criar empregos e seu compromisso na quarta-feira de manter a taxa de juros perto de zero até que a inflação esteja a caminho de superar a meta de 2%.

“O que está mais preocupando do Banco de Japão tem que ser as perspectivas de um afrouxamento prolongado pelo Fed, o que vai exercer pressão de baixa sobre o dólar, fazendo o iene subir”, disse Masaki Kuwahara, economista sênior do Nomura Securities.

Como esperado, o Banco do Japão manteve a meta para a taxa de juros de curto de -0,1% e a promessa de limitar os rendimentos dos títulos de 10 anos em torno de zero. O banco central também não fez alterações em seus esquemas de compra de ativos e empréstimo para aliviar o aperto no financiamento corporativo.

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