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Saúde

A digestão começa na boca! Descubra a importância da mastigação

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Os nutrientes que precisamos para uma saúde e bem-estar ideais começam com as escolhas que fazemos nas refeições. No entanto, o que muitos ignoram é que a assimilação desses alimentos requer digestão adequada. O que começa na nossa boca.

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Getty Images

Mastigação incorreta pode causar problrmas

As pessoas que não mastigam os alimentos suficientemente bem antes de engolir geralmente desenvolvem problemas digestivos e também correm um risco maior de:

  • Sufocamento – Obstrução mecânica das vias aéreas que impede a respiração normal.
  • Aspiração – Uma sucção acidental de partículas ou líquidos de alimentos nos pulmões.
  • Desnutrição – Consome muito pouco ou muitos nutrientes.
  • Desidratação – Perda excessiva de água no corpo devido a diarréia.
  • Ganho de peso – Comer muito rápido tende a suprimir a sensação de plenitude.

Quanto tempo você deve mastigar?

Seus dentes, língua e glândulas salivares iniciam o processo digestivo triturando sua comida em pedaços menores, mais fáceis de digerir.

Muitos sugerem que você deva mastigar cerca de 32 vezes. Isso pode não ser suficiente para carnes por exemplo . E provavelmente demais para frutas. O objetivo da mastigação é quebrar a comida para que ela mais pastosa e perca sua textura.

À medida que mastigamos , as glândulas salivares secretam enzimas que são misturadas com a comida. Agora que sua comida está totalmente esmagada e na forma pastosa, está pronta para o segundo estágio de digestão no estômago.

Mastigar é um hábito que a maioria de nós não pensa. Contar suas mastigações pode ser útil. Geralmente, diminuir a velocidade e levar mais tempo para comer podem ajudar. Tudo começa com a conscientização da importância da mastigação adequada.

Dr. Bruno Puglisi nos dá algumas dicas de mastigação:

  • Mastigue sua comida lenta e firmemente;
  • Evite beber líquidos antes ou depois da refeição;
  • Sentar-se. Comer em pé reduz o tempo de mastigação;
  • Aprecie a conversa com aqueles com quem você está compartilhando sua refeição;
  • Cheire e prove completamente sua comida;
  • Mastigar é doloroso? Você ouve cliques ou outros ruídos enquanto mastiga a comida? Seus dentes são sensíveis a alimentos quentes ou frios? Você sente dor ao redor das orelhas, face ou mandíbula ao mastigar?

Essas são questões que vemos em nossa prática o tempo todo. Se você tiver esses sintomas ou sintomas semelhantes, procure um dentista. Esses tipos de problemas raramente se resolvem por conta própria e a espera geralmente os torna mais difíceis de corrigir.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Yaravírus: vírus encontrado em MG significa uma nova doença? Entenda

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Um estudo divulgado no dia 28 de janeiro trouxe inquietação para a comunidade científica e também para os profissionais de saúde: um novo vírus, com quase 90% do seu DNA desconhecido, foi descoberto por cientistas franceses e brasileiros na lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. 

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Divulgação/UFMG

Yaravírus: nome foi dado em homenagem à lenda da sereia Iara

Chamado Yaravírus Brasiliensis , o organismo traz no nome uma referência à lenda da Iara, uma sereia de água doce que faz parte do folclore brasileiro. Profissionais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Aix-Marseille, na França, foram responsáveis pela escolha. 

No estudo – publicado no site Bio Rvix – um mapeamento buscou semelhanças do vírus com estruturas já conhecidas e, surpreendentemente, apenas seis genes do vírus apresentaram algum parentesco distante com outros organismos já conhecidos. 

A suspeita, até o momento, é que o vírus pertença a um novo grupo de vírus amebais, de natureza mais evoluída e reduzida em tamanho, o que explicaria a falta de um genoma grande/gigante e um núcleo complexo – que caracteriza o grupo, porém o Yaravírus não possui. 

Segundo os estudiosos, para além do risco de doenças ou problemas a humanos, a descoberta representa um passo importante no mundo da ciência.  “A quantidade de proteínas desconhecidas que compõem o Yaravírus reflete a variabilidade existente no mundo viral e o potencial de novos genomas virais a serem descobertos”, diz o artigo. 

Devemos nos preocupar com uma doença nova? 

Apesar de uma nova descoberta viral significar um mundo que a ciência ainda não desvendou, por assim dizer, é importante reforçar que nem todos os vírus são patogênicos, ou seja, nem todos transmitem doenças. 

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Como ainda existem poucas informações precisas sobre o yaravírus , não é possível calcular os danos que ele poderia causar no corpo humano ou mesmo quais células poderiam ser infectadas mais facilmente. O que sabemos, porém, é que não há motivos para pânico neste momento. 

Também é fundamental destacar que existem vírus que desempenham funções positivas para o corpo humano, principalmente quando aliados à ciência, como no caso da produção de vacinas ou do equilíbrio biológico do intestino, por exemplo, onde vírus costumam infectar bactérias para o melhor funcionamento do corpo. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Osteoporose tem relação hormonal e atinge mais as mulheres; veja como se cuidar

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Embora não seja uma doença desconhecida no Brasil, a osteoporose e seus fatores de risco ainda recebem pouca atenção. E, se há grupos que precisam olhar constantemente para a prevenção, o primeiro deles são as mulheres: estima-se que pelo menos 80% dos pacientes da doença são do sexo feminino. 

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shutterstock

Osteoporose causa fragilidade dos ossos e atinge principalmente as mulheres

Apesar da diferença alarmante entre homens e mulheres atingidos pela osteoporose , uma pesquisa realizada em 2018 pela KRC Research apontou que apenas 7% das brasileiras sabiam estar incluídas no grupo de risco. Na média mundial, o número sobe para 25%.

Silenciosa, a osteoporose é uma doença caracterizada pela perda progressiva da massa óssea, tornando os ossos enfraquecidos e propensos a fraturas que podem ser altamente incapacitantes ou apresentar risco à vida do paciente.

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De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO), Charlles Heldan, um dos principais motivos para isso está relacionado à própria formação óssea. “Os  ossos do homem são geometricamente maiores do que o osso das mulheres e, naturalmente, a doença afeta pessoas que tem ossos menores”, diz.

Além disso, outro fator importantíssimo é o hormonal . “Os hormônios sexuais, como o estrogênio, possui receptores em várias partes do corpo, entre elas nos nossos. Quando ocorre o fenômeno da menopausa, que é um processo considerado rápido em sua instalação e faz com que a mulher deixe de produzir o estrogênio, isso favorece o aparecimento da osteoporose nas mulheres”, explica.

Apesar de minoria, doença é mais perigosa em homens

Apesar de representarem uma parcela de apenas 20% entre as pessoas que sofrem com a doença, os homens podem estar expostos a um risco ainda maior quando o assunto é saúde óssea, sendo eles os que mais sofrem fraturas com risco de morte.

De acordo com o médico, o principal fator pode ser social. “Os homens não tem uma cultura de procurar o médico desde cedo, diferente das mulheres que normalmente são acompanhadas por uma ginecologista durante a menopausa e orientadas sobre cuidados que  a osteoporose exige, por exemplo”, explica. 

Por isso, é importante estar sempre ciente da importância da prevenção da doença, independentemente dos grupos de risco. Para ajudar a conscientizar sobre os casos e prevenção, a Febrasgo disponibiliza uma calculadora de risco online, que pode ser acessada  neste link.

Fonte: IG Saúde
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