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Saúde

Cidades liberam Aedes aegypti com batérias “do bem” para evitar doenças

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Como uma das formas de combater as doenças transmitidas pelo Aedes aegypti (dengue, zika e chikungunya), o Ministério da Saúde liberou mais mosquitos “do bem” em Niterói (RJ). A tecnologia consiste em infectar os mosquitos com a bactéria Wolbachia, o que inibe a transmissão de doenças que atingem o ser humano. Nos primeiros resultados, os insetos infectados com na experiência reduziram em 75% os casos de chikungunya, em 33 bairros da região.

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A metodologia é inovadora, autossustentável e complementar às demais ações de prevenção ao mosquito. A Wolbachia é uma bactéria intracelular que, quando presente nos mosquitos, impede que os vírus da dengue, zika e chikungunya se desenvolvam dentro destes insetos. Desse modo, não há qualquer modificação genética, nem da bactéria, nem do mosquito. Normalmente, a Wolbachia está naturalmente presente na maioria dos insetos. Porém, ela não é encontrada nos mosquitos Aedes aegypti .

Até o momento, o método já foi aplicado em 28 bairros do Rio de Janeiro e 33 de Niterói. Com isso, já foram beneficiadas mais de 1,3 milhão de pessoas. O projeto prevê ainda a realização de ações prévias de engajamento e comunicação junto às comunidades locais e profissionais de saúde sobre a segurança do método e seu impacto no ecossistema.

Wolbachia já vem evitando que mosquitos transmitam doenças no Brasil

Somente em 2019, o Ministério da Saúde investiu R$ 21,7 milhões na tecnologia. Esse processo de mobilização já se iniciou em Campo Grande (MS), Petrolina (PE) e Belo Horizonte. A soltura dos mosquitos será iniciada nas três localidades no próximo ano, com o apoio do Ministério da Saúde. Além dos três estados, outros estados também receberão o Wolbachia em 2020. São eles: Fortaleza (CE), Foz do Iguaçu (PR) e Manaus (AM).

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Além disso, o Ministério recomenda algumas ações por parte da população para prevenir a contaminação. Uma delas é verificar sempre se há algum tipo de depósito de água no quintal ou dentro de casa. Também é indicado que uma vez por semana, lavem com água, sabão e esfreguem com escova os pequenos depósitos móveis, como vasilha de água do animal de estimação e vasos de plantas.

É necessário ainda descartar o lixo em local adequado, não acumular no quintal ou jogar em praças e terrenos baldios. Além disso, as pessoas devem lembrar-se de limpar as calhas, retirando as folhas que se acumularam no inverno, o que também é importante para evitar pequenas poças de água.

Fonte: IG Saúde
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Coreia do Sul registra primeira morte por novo coronavírus

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(ANSA) – Enquanto o novo coronavírus (Sars-CoV-2) dá sinais de arrefecimento na China, a epidemia fez suas primeiras vítimas na Coreia do Sul e no navio Diamond Princess, que está em quarentena há mais de duas semanas no Japão.

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Primeira morte por coronavírus é confirmada na Coreia do Sul

No condado sul-coreano de Cheongdo, um homem de 63 anos que estava internado com pneumonia faleceu na manhã da última quarta-feira (19). Exames mostraram que ele havia contraído a Covid-2019, doença causada pelo Sars-CoV-2.

Até o momento, a Coreia do Sul já confirmou 104 casos do novo coronavírus. No Japão, duas das 634 pessoas contaminadas no Diamond Princess – um casal de cerca de 80 anos – morreram. O navio havia sido isolado em 5 de fevereiro com 3,7 mil indivíduos a bordo, entre passageiros e tripulantes, e passou duas semanas em quarentena.

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As primeiras 443 pessoas desembarcaram na quarta-feira, e a operação de evacuação continuará até sexta, mas apenas para quem testou negativo para o novo coronavírus e não apresentou sintomas. Já na China, a Comissão Sanitária Nacional (NHC) registrou 394 casos e 114 mortes na última quarta, menores valores diários em cerca de um mês. “Nossos esforços estão funcionando”, disse o ministro das Relações Exteriores Wang Yi.

Segundo dados compilados pela Universidade John Hopkins, nos EUA, a epidemia contaminou 75.751 pessoas e matou 2.130. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Ventilador x ar-condicionado: qual é o pior para quem sofre com rinite?

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Chega o verão e, com a necessidade de refrescar os ambientes, uma dúvida é recorrente na vida de quem sofre de alergias respiratórias: ventilador faz mal para a saúde? E o ar-condicionado? Será que algum deles pode piorar as crises de rinite? Para responder as perguntas, consultamos o otorrinolaringologista da Cia. da Consulta, Alexandre Colombini.

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Thinkstock/Getty Images

Ventilador é uma alternativa muito buscada nos dias mais quentes

Antes de qualquer coisa é importante entender que a rinite é causada por uma irritação e inflamação nasal que traz sintomas desagradáveis como congestionamento nasal, vermelhidão, inchaço e coceira. A reação, porém, não deve ser confundida com gripes ou resfriados, que possuem sintomas parecidos. 

“Na verdade o que interessa realmente é a condição de limpeza do ventilador ou do ar-condicionado . Se a gente liga aquele ventilador que passou o ano encostado e está cheio de poeira, ele vai acabar espalhando poeira e ácaros pelo ambiente”, explica o profissional, referindo-se aos alérgenos mais comuns no engatilhamento das crises de rinite. 

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A mesma recomendação é dada no caso dos condicionadores de ar. “É importante que ele esteja limpo, pois grande parte do ar do ambiente – que interfere na qualidade respiratória – virá dele. Quando sujo, o ar-condicionado espalha microorganismos como vírus e bactérias que ficam retidos no filtro”, reforça Pellegrini. 

Um adendo, porém, vale para quem prefere o ar-condicionado: o uso frequente e muito prolongado pode, sim, causar danos. “Se usado de maneira muito intensa, ele acaba removendo a umidade do ar , o que também facilita o desenvolvimento das doenças respiratórias”, explica. 

Leia mais: 10 erros para evitar na limpeza de casa

Para ficar de olho na limpeza correta dos climatizadores , não tem mistério: é importante conferir sempre o filtro do ar condicionado, que costuma ficar na parte interna do aparelho, e seguir as orientações do fabricante para a limpeza. Na maioria dos casos, uma lavagem semanal utilizando apenas água é o recomendado.

No caso dos ventiladores, o procedimento é semelhante. A sujeira se mantém acumulada nas grades e na hélice do objeto, mas outras áreas, como a região do motor, também não devem ser esquecidas. Até quem não sofre com rinite vai agradecer por se refrescar sem colocar a saúde em risco com esses cuidados. 

Fonte: IG Saúde
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