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Saúde

Caso Backer: Sobe para 21 os casos de intoxicação por cerveja em Minas Gerais

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De acordo com o novo boletim da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, subiu para 21 os casos notificados de suspeita de intoxicação exógena por dietilenoglicol, após o consumo de cervejas Backer . Isto seria o motivo para que pessoas apresentassem os sintomas da síndrome nefroneural. São 19 homens e duas mulheres.

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Lote de cerveja da fabricante Backer está contaminado e já são 21 pessoas intoxicadas, além de quatro mortos

Até o momento, quatro pessoas morreram em decorrência da síndrome. O dietilenoglicol foi encontrado em apenas uma das vítimas fatais e em três que estão internadas. O delegado Flávio Grossi, que preside o inquérito, pediu a exumação do corpo de uma mulher de 60 anos, que morreu em 28 de dezembro do ano passado, para tentar encontrar a substância.

Nesta segunda-feira (20), quatro testemunhas prestaram depoimentos à Polícia Civil. De acordo com o órgão, elas são parentes das vítimas — algumas hospitalizadas e uma morta. O objetivo é entender sobre os acontecimentos que antecederam à intoxicação.

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Também nesta segunda, outras equipes da Polícia Civil estiveram na cervejaria para sanar dúvidas acerca da linha de produção. Mais amostras de cervejas Backer foram recolhidas. As amostras recolhidas na semana passada, tanto da cervejaria, quanto da empresa química que vendia o monoetilenoglicol, continuam sendo analisadas pelas equipes de peritos do Instituto de Criminalística (IC). Ainda não há previsão para a conclusão dos laudos, informou a polícia, por meio de nota.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Yaravírus: vírus encontrado em MG significa uma nova doença? Entenda

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Um estudo divulgado no dia 28 de janeiro trouxe inquietação para a comunidade científica e também para os profissionais de saúde: um novo vírus, com quase 90% do seu DNA desconhecido, foi descoberto por cientistas franceses e brasileiros na lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte. 

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Divulgação/UFMG

Yaravírus: nome foi dado em homenagem à lenda da sereia Iara

Chamado Yaravírus Brasiliensis , o organismo traz no nome uma referência à lenda da Iara, uma sereia de água doce que faz parte do folclore brasileiro. Profissionais da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Aix-Marseille, na França, foram responsáveis pela escolha. 

No estudo – publicado no site Bio Rvix – um mapeamento buscou semelhanças do vírus com estruturas já conhecidas e, surpreendentemente, apenas seis genes do vírus apresentaram algum parentesco distante com outros organismos já conhecidos. 

A suspeita, até o momento, é que o vírus pertença a um novo grupo de vírus amebais, de natureza mais evoluída e reduzida em tamanho, o que explicaria a falta de um genoma grande/gigante e um núcleo complexo – que caracteriza o grupo, porém o Yaravírus não possui. 

Segundo os estudiosos, para além do risco de doenças ou problemas a humanos, a descoberta representa um passo importante no mundo da ciência.  “A quantidade de proteínas desconhecidas que compõem o Yaravírus reflete a variabilidade existente no mundo viral e o potencial de novos genomas virais a serem descobertos”, diz o artigo. 

Devemos nos preocupar com uma doença nova? 

Apesar de uma nova descoberta viral significar um mundo que a ciência ainda não desvendou, por assim dizer, é importante reforçar que nem todos os vírus são patogênicos, ou seja, nem todos transmitem doenças. 

Leia mais: Novo tipo de HIV é descoberto após 20 anos

Como ainda existem poucas informações precisas sobre o yaravírus , não é possível calcular os danos que ele poderia causar no corpo humano ou mesmo quais células poderiam ser infectadas mais facilmente. O que sabemos, porém, é que não há motivos para pânico neste momento. 

Também é fundamental destacar que existem vírus que desempenham funções positivas para o corpo humano, principalmente quando aliados à ciência, como no caso da produção de vacinas ou do equilíbrio biológico do intestino, por exemplo, onde vírus costumam infectar bactérias para o melhor funcionamento do corpo. 

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Osteoporose tem relação hormonal e atinge mais as mulheres; veja como se cuidar

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Embora não seja uma doença desconhecida no Brasil, a osteoporose e seus fatores de risco ainda recebem pouca atenção. E, se há grupos que precisam olhar constantemente para a prevenção, o primeiro deles são as mulheres: estima-se que pelo menos 80% dos pacientes da doença são do sexo feminino. 

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shutterstock

Osteoporose causa fragilidade dos ossos e atinge principalmente as mulheres

Apesar da diferença alarmante entre homens e mulheres atingidos pela osteoporose , uma pesquisa realizada em 2018 pela KRC Research apontou que apenas 7% das brasileiras sabiam estar incluídas no grupo de risco. Na média mundial, o número sobe para 25%.

Silenciosa, a osteoporose é uma doença caracterizada pela perda progressiva da massa óssea, tornando os ossos enfraquecidos e propensos a fraturas que podem ser altamente incapacitantes ou apresentar risco à vida do paciente.

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De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo (ABRASSO), Charlles Heldan, um dos principais motivos para isso está relacionado à própria formação óssea. “Os  ossos do homem são geometricamente maiores do que o osso das mulheres e, naturalmente, a doença afeta pessoas que tem ossos menores”, diz.

Além disso, outro fator importantíssimo é o hormonal . “Os hormônios sexuais, como o estrogênio, possui receptores em várias partes do corpo, entre elas nos nossos. Quando ocorre o fenômeno da menopausa, que é um processo considerado rápido em sua instalação e faz com que a mulher deixe de produzir o estrogênio, isso favorece o aparecimento da osteoporose nas mulheres”, explica.

Apesar de minoria, doença é mais perigosa em homens

Apesar de representarem uma parcela de apenas 20% entre as pessoas que sofrem com a doença, os homens podem estar expostos a um risco ainda maior quando o assunto é saúde óssea, sendo eles os que mais sofrem fraturas com risco de morte.

De acordo com o médico, o principal fator pode ser social. “Os homens não tem uma cultura de procurar o médico desde cedo, diferente das mulheres que normalmente são acompanhadas por uma ginecologista durante a menopausa e orientadas sobre cuidados que  a osteoporose exige, por exemplo”, explica. 

Por isso, é importante estar sempre ciente da importância da prevenção da doença, independentemente dos grupos de risco. Para ajudar a conscientizar sobre os casos e prevenção, a Febrasgo disponibiliza uma calculadora de risco online, que pode ser acessada  neste link.

Fonte: IG Saúde
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