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Uma solução cuiabana para o Nilo Póvoas

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Fui eleito prefeito para melhorar a vida da minha gente, da cidade que eu tenho tanto orgulho em dizer que nasci. Hoje posso me dizer um homem e gestor realizado, porque sou prefeito de Cuiabá, uma experiência única que vivo intensamente com o mesmo vigor de um primeiro dia de mandato, sem nenhuma diferença de quando assumi, pela primeira vez, a cadeira no sétimo andar do Palácio Alencastro.

Como gestor nesses últimos três anos aprendi que não existe o salvador da pátria, não existe o papai sabe tudo, não existe o prefeito que se elege e que diz ‘eu sei, eu faço’. A minha experiência é de que a solução está nas ações coletivas, entre governos, em conjunto com a sociedade e que, cabe aos gestores serem os agentes catalizadores de ideias do que é de interesse da coletividade, da comunidade e transformá-las em políticas públicas. Esse é o meu papel como prefeito Municipal, como um gestor bem intencionado que quer acertar e promover o desenvolvimento da sua cidade.

E para desenvolver é preciso sempre transformar. E não existe transformação que não seja pela educação, que não seja pela valorização dos profissionais, dos alunos, que não seja pelo respeito, pela motivação em trazer a sagrada educação, ensino e aprendizagem para preparar as nossas crianças para o futuro. O nosso maior patrimônio são os nossos alunos. Em Cuiabá, são cerca de 53 mil deles que dependem de nós, do nosso comprometimento, do nosso amor, da nossa união, da nossa dedicação.

Trabalhar pela educação de qualidade é uma das minhas principais metas como gestor, uma das principais responsabilidades da minha gestão. Por isso, mediante a decisão do Governo do Estado de encerrar as atividades e fechar a estrutura física da Escola Estadual Professor Nilo Póvoas, como prefeito da Capital e em respeito a esta instituição de ensino, que completa neste ano de 2020, 50 anos de vida na história da educação pública de Cuiabá é que, tomo a decisão, de requerer ao Governo do Estado de Mato Grosso a cessão da unidade física da Escola para a Prefeitura Municipal de Cuiabá.

Recentemente tive conhecimento pela mídia sobre novos projetos de ocupação da unidade, porém, ainda ficam fora da atividade-fim da escola que é a formação dos alunos na educação. Acredito que um prédio como o da escola Nilo Póvoas não pode ser destinado para servir simplesmente como apoio, até porque existem outros prédios ociosos do Governo do Estado em Cuiabá para que possam desenvolver este fim extracurricular da educação. Acredito que uma escola municipal naquela localização seria um ganho ainda maior para o cidadão cuiabano. Levando-se em conta a história do prédio e do homenageado, dando continuidade ao brilhante passado da instituição, em favor da educação e pensando em facilitar a vida de centenas de pessoas, a escola municipal seria uma proposta mais viável e uma saída muito honrosa nesses tempos em que a educação tem sofrido várias perdas.

Uma explosão de desenvolvimento econômico e fluxo migratório tem acompanhado Cuiabá nos últimos 50 anos. Crescimento que os corredores da Nilo Póvoas ajudaram a formar. A Escola que leva o nome do nosso saudoso e multifacetado Nilo Póvoas, percorreu o tempo de Cuiabá escutando e escrevendo histórias. Seria uma injustiça muito grande que, na época da Cuiabá tricentenária, o cuiabano que foi sepultado no dia do aniversário da cidade que tanto ajudou a construir, tenha sua voz silenciada com o fechamento da instituição batizada com seu nome.

Com o crescimento exponencial da nossa Capital, temos uma necessidade imperiosa do Município em continuar ousando na oferta de mais vagas para a educação infantil, especialmente porque, apesar de avançarmos muito e termos criado 2 mil novas vagas, ainda temos um déficit em torno de 5 mil vagas.

Ocupar o prédio da histórica Nilo Póvoas significaria, não só uma oferta de mais 750 vagas para a educação infantil de zero a cinco anos em período integral e já com a expectativa de 300 vagas imediatas, mas uma economia aos cofres Municipais de aproximadamente R$ 6 milhões. Dinheiro este que seria utilizado na construção de 3 CMEIS para suprir a demanda e que poderá ser melhor aplicado com a utilização da estrutura física da instituição.

Outro ponto importante que observamos é a grande vantagem da localização geográfica da instituição, que está no Centro de Cuiabá, no tradicional bairro Bandeirantes, em frente a Secretaria Municipal de Educação. A estratégica posição dá a oportunidade de que os pais que trabalham na região levem e busquem seus filhos no colégio, dando agilidade a rotina e criando memórias afetivas da vida em família.

Além de tudo isso, automaticamente vamos poder abrir mais vagas nas unidades dos bairros, porque os filhos dos pais que trabalham no Centro da Capital estão, atualmente, ocupando vagas nas CMEIS que estão localizadas nos bairros.

Com esta proposta, damos mais um passo largo em nossa meta de aumentar a oferta de vagas para a educação infantil em Cuiabá, que no início do meu mandato era de alcançar a marca de 2 mil vagas em quatro anos e que tenho orgulho em dizer que batemos essa meta em três anos. Agora, com a Nilo Póvoas, os CMEIS, CEICS em construção e as parcerias com as creches, podemos chegar ao número extraordinário e histórico de ofertar cerca de 4,5 mil vagas em quatro anos de mandato, que é um avanço sem precedentes para a educação infantil da nossa Capital.

Eu tenho uma expectativa muito positiva de que vamos ter o apoio da Secretaria de Estado de Educação, do vice-governador Otaviano Pivetta e do governador Mauro Mendes, porque é uma decisão a favor de Cuiabá, a favor da educação pública e a favor das nossas crianças, que precisam muito de mais ofertas de vagas, especialmente da educação infantil da capital do Estado de Mato Grosso.

Peço, publicamente, ajuda ao Estado para que possamos provar nosso amor por Cuiabá, mais uma vez!

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Três temáticas que marcaram o ano 2019 no Brasil

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Ao longo de um ano, os mídia trazem inúmeras notícias até ao grande público. Se torna, por isso, complexo escolher aquelas que marcam a atualidade ao longo do ano 2019. Apesar disso, julgamos que três temáticas merecem destaque quando pensamos no jornalismo de 2019 no Brasil. Venha saber quais são as temáticas destaque do ano que passou.

Hoje, estamos em permanente atualização sobre as notícias e, por isso, parece sempre que acontece algo de novo, de interessante e de marcante.
Os mídia convencionais brasileiros deram destaque, em 2019, a inúmeras temáticas. Entre estas, muitas estavam relacionadas com o desporto, muitas com a economia ou política, muitas com o ambiente, muitas com festas e temáticas da cultura e da sociedade brasileira.
É impossível destacar apenas algumas temáticas, sem que fiquem de fora, evidentemente, tantas outras de igual importância.
Ainda assim, pela sua frequência, pelo impacto internacional e pela força com a qual o país e o resto do globo viveram algumas das temáticas do Brasil, existem três que merecem destaque e que, sem dúvida, foram marcantes no ano 2019. Venha saber quais são.

Os incêndios e os povos da Amazônia

A floresta Amazônica sofreu, apenas nos 8 primeiros meses do ano, perto de 60 mil focos de incêndio e essa notícia de catástrofe ambientalista esteve presente nos meios de comunicação do mundo inteiro.
As queimadas e o desmatamento motivados pela exploração destes terrenos florestais para fins empresariais e econômicos chocou o globo, onde se culparia, em grande medida, a política do novo líder brasileiro, Jair Bolsonaro.
Uma onda ambientalista e de defesa do planeta – com foco particular na Floresta Amazônica e nos seus povos indígenas – fez com que ocorressem, ao redor do mundo, várias manifestações e protestos.

A regulação dos jogos no Brasil

Com uma lei muito antiga a regular os jogos de fortuna e azar, os brasileiros vivem permanentemente no desejo de ver o regresso dos seus cassinos.
Jair Bolsonaro colocou essa temática sobre a mesa e a regulação dos jogos tem dado largos passos, atraindo o interesse internacional, principalmente no que concerne ao mundo dos jogos digitais.
A regulação dos jogos, seguindo o exemplo português que alterou a sua legislação em 2015, visava, principalmente, a melhoria da economia brasileira através da tributação das empresas que exploram a atividade.

A greve pelo trabalho e a educação

Os mídia internacionais focaram também as manifestações brasileiras do começo de 2019 sobre o congelamento de fundos para a educação e a precariedade do trabalho e da vida no Brasil.
Esta foi uma das maiores manifestações da qual o país tem memória, tendo levado milhares de pessoas até às ruas, em protesto pelos seus direitos e pela necessidade de construir estruturas de previdência social que protejam os trabalhadores e lhes confira uma vida mais digna.
A falta de qualidade no ensino público e os preços impeditivos do ensino particular no Brasil estiveram também em foco, chamando a atenção internacional para um dos mais severos problemas brasileiros.

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Por que as marcas estão investindo em e-sports?

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O e-sport, mais conhecido como o esporte eletrônico, tem crescido cada vez mais ao redor do mundo, principalmente no Brasil. A nova modalidade de jogo encontrou no país um público cativo e segue em plena ascensão. Segundo dados da Abragames, Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Digitais, em 2018 mais de 61 milhões de brasileiros já participavam de jogos online. Além disso, o Brasil também é o terceiro maior mercado de esportes eletrônicos do mundo, ficando atrás apenas da China e Estados Unidos.

 

Quando se fala de América Latina, o Brasil também segue liderando o ranking de fãs de e-sports, com mais de 9 milhões de entusiastas. Pesquisas indicam que só em 2019, a audiência de jogos aumentou em 20%. E este número trata dos que sempre se mantém conectados e seguindo e-sports. A categoria de e-sport é mais comum e faz mais sucesso entre os jovens e adolescentes, que passam horas online aperfeiçoando jogadas e participando de torneios e competições, ou assistindo as competições.

Por dentro do e-sport

Um esporte eletrônico, ou e-sport, se trata de uma modalidade de competição online em grande escala e a nível profissional. Assim como nos jogos de futebol e em outros esportes mais tradicionais, essas competições são acompanhadas ao vivo por uma grande plateia, seja presencialmente ou através de plataformas online de transmissão desses jogos.

Para um jogo ser considerado e classificado como um e-sport, é necessário que haja uma competição entre jogadores ou equipes profissionais, que inclusive vão receber por estar ali participando. Essa  bonificação pode ser em forma de dinheiro ou algum outro auxílio de custo para os jogadores. Não é obrigatoriamente um salário.

Além disso, o jogo precisa acontecer em um plataforma digital, e com partidas sincronizadas, ou seja, todos os jogadores ou equipes disputando devem estar online naquele momento, na mesma plataforma online para disputar o jogo.

Outros jogos de plataformas online

Assim como o e-sport, um outro esporte que vem crescendo muito em número de entusiastas e fãs é o poker online. E da mesma forma, pode ser jogado pela Internet. Também oferecido em diversas plataformas online, o poker online se diferencia do poker tradicional pela sua grande flexibilidade de jogo. E por isso tem alcançado tantas pessoas ao redor do mundo. Os avanços tecnológicos também facilitaram muito esse processo. 

Para o jogador, seja ele profissional ou amador, é possível jogar de qualquer lugar do mundo, a qualquer momento, e usando os dispositivos mais simples, como um smartphone. Basta ter uma oba conexão de Internet para se conectar com as plataformas disponíveis, como as de jogos de poker da 888, por exemplo. Os jogos são fáceis, acessíveis, e com diversas modalidades e mesas diferentes. No poker online os jogadores também tem oportunidade de praticar, treinar novas estratégias e participar de diferentes mesas de jogo, apostando com dinheiro real ou não.

As marcas e o e-sport

Com todo o sucesso do e-sport no Brasil, era esperado que algumas grandes marcas se interessassem pela nova modalidade. Afinal, as possibilidades de investimento e retorno são promissoras. Um outro grupo que vem investindo forte nessa área são os clubes de futebol, que tentam entrar cada vez mais nesse mercado de diversas formas. Uma das maneiras mais comuns é através do patrocínio de uma equipe ou jogador específico, geralmente em torneios da categoria de futebol.

Uma outra forma que os clubes também tem utilizado para investir é criando times próprios para competir. Muitos clubes europeus já tem essa prática como forma de investimento, e agora isso tem se tornado uma tendência forte no Brasil. Um grande exemplo disso é o clube paulista do Corinthians, que já criou diversas equipes próprias de e-sports.

Para os gamers profissionais, esse processo tem saldo positivo pois aumenta a visibilidade dos mesmos nos jogos, já que grandes clubes estão por trás deles agora, além de garantir que seus trabalhos serão reconhecidos e remunerados. Para os clubes também há a vantagem de aumento de visibilidade de público, afinal as competições são assistidas por milhões de pessoas.

Para as outras grandes marcas que tem se envolvido no cenário de e-sport, além dos grandes clubes de futebol, essa também é uma boa oportunidade de visibilidade. E com o tamanho do crescimento e expansão de e-sports pelo Brasil, elas vão continuar se inserindo nesse mercado, buscando alcançar cada vez mais público.

Em consequência de tudo isso, o mercado de games é quem sai ganhando. Tanto os jogadores quanto os fãs, que apenas acompanham as competições. Com maior interesse das marcas, o esporte se torna mais visível, mais relevante e mais potente no país. Para os fãs, nada melhor do que saber que investimentos maiores estão entrando para seus times, trazendo benefícios para as equipes. E para as marcas, cada vez mais visibilidade e lucro.

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