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Temporal causa alagamentos em Belo Horizonte e deixa moradores ilhados

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DIVULGAÇÃO / DEFESA CIVIL

Casas à beira de córrego ficam alagadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte

A chuva forte deste fim de semana — além de ter deixado mortos, desabrigados e desalojados no Espírito Santo — alagou ruas de Belo Horizonte (MG) e Contagem, na Região Metropolitana da capital mineira, e deixou moradores ilhados nas duas cidades.

A Defesa Civil de Minas informou, no início da tarde deste domingo, que recebeu 67 solicitações na capital mineira. Segundo a corporação, a maior parte dos pedidos é de pessoas que estão com suas casas alagadas e sem conseguir deixá-las. No fim da tarde, em novo comunicado, o órgão informou que o nível da água começou a baixar.

Nos momentos mais intensos da chuva, regiões importantes da capital tiveram o trânsito bloqueado. A situação foi normalizada após às 18h, quando a chuva deu uma trégua.

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O helicóptero do Corpo de Bombeiros de Minas prestou auxílio em áreas inacessíveis a viaturas da corporação. Cinco vítimas foram retiradas de uma residência que ficou illhada no bairro Camargos, na Região Oeste de Belo Horizonte. A família está em segurança.

Apesar do temporal, a Defesa Civil informou que não houve registros de mortes e desaparecimentos no estado.

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Crise da água: sem acordo, Defensoria e MP vão à Justiça por indenização

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Cedae / Reprodução

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Depois de quatro horas em reunião sem chegar a um consenso com a Cedae , a Defensoria Pública e o Ministério Público devem levar à Justiça já nesta quinta-feira (20) um ação pedindo que os mais de 9 milhões de consumidores abastecidos pelo sistema Guandu sejam ressarcidos por conta da crise da água .

Este foi o quinto encontro entre representantes da estatal, da Defensoria, do Ministério Público e do governo do estado a respeito da possibilidade de desconto ou ressarcimento aos consumidores que foram lesados por conta da presença de geosmina na água . Desde o início de janeiro, moradores da cidade do Rio e da Baixada Fluminense recebem nas torneiras água com cheiro, gosto e cor alterados.

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“Não chegamos a um acordo. Depois desse tempo de reunião, os critérios técnicos e financeiros, não se chegou a um lugar comum, a um consenso “, disse o presidente da companhia, Renato Lima do Espírito Santo.

Na última reunião, na segunda-feira (17), ficou acordado que a estatal enviaria em até 48 horas uma proposta à Defensoria, o que foi feito no início desta tarde, horas antes do início da reunião. De acordo com a defensora Patrícia Cardoso, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), os valores oscilaram durante a negociação, mas não foram os únicos fatores que impediram que o acordo fosse firmado.

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“Por mais que a gente tivesse chegado a valores, outras tantas questões nos impediram de fazer o acordo. Algumas limitações de ordem técnicas que a Cedae expôs, e até questões jurídicas intransponíveis fizeram com que a gente não pudesse celebrar o TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), como a necessidade que a Cedae entende de edição de uma norma legislativa nova e a dificuldade de aprovação (do acordo) junto ao Conselho de Administração”, explicou a defensora.

Ao fim da reunião, a defensora Patrícia Cardoso e o presidente da Cedae, Renato Lima do Espírito Santo, não expuseram os descontos negociados, mas de acordo com a coordenadora do Nudecom, os percentuais propostos pela estatal foram inferiores aos que a Defensoria esperava.

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“Estamos juntando os últimos documentos da instrução, e o Ministério Público também. Provavelmente daremos entrada na ação judicial que visa o ressarcimento dos consumidores por conta dos danos experimentados nesse mês de janeiro de 2020 ainda nesta quinta-feira (20)”, diz Cardoso.

Ainda segundo a defensora, a indenização pedida na Justiça deve chegar aos consumidores em valores, e não em desconto percentual, e que todos os detalhes serão divulgados assim que a ação for ajuizada.

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“Seria muito mais simples preparar a petição e judicializar sem tentar um acordo, que é sempre uma boa saída, rápido, eficiente, claro, e não depende de uma decisão judicial. A gente não descarta a possibilidade de fazer esse acordo de maneira não tão demorada no próprio judiciário”, disse. 

Fonte: IG Nacional
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São Paulo está em alerta para alagamentos nesta quinta

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Aloisio Mauricio/Fotoarena/Agência O Globo

Há chances de alagamento

São Paulo amanhece nesta quinta-feira (19) com o sol entre as nuvens e tempo abafado, segundo a previsão do tempo do Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE). A temperatura irá oscilar entre 21ºC e 31ºC e o índice de umidade do ar permanece durante todo o dia acima de 45%.

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A partir do entardecer há grandes chances de fortes pancadas de chuva atingirem todas as regiões da capital paulista. O CGE alerta para a formação de alagamentos e transbordamentos de rios e córregos. Há também potencial para ventos fortes.

Fonte: IG Nacional
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