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Rede estadual comprará água mineral para alunos se Cedae não eliminar geosmina

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Criança pegando água mineral em bebedouro arrow-options
Agência Brasil

Desde o início do mês, relatos de água suja começaram a aparecer no Rio e na Baixada Fluminense

As escolas da rede estadual de ensino estão autorizadas a comprar água mineral para os estudantes caso a água fornecida pela Cedae esteja turva, com sabor e cheiro ruins quando começarem as aulas. Segundo o secretário de Educação, Pedro Fernandes, a cota de recursos para manutenção de cada unidade poderá ser antecipada. Desde o início do mês, relatos de água com “gosto de terra” começaram a aparecer em diferentes bairros do Rio e da Baixada Fluminense, deixando os moradores apreensivos.

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“Uma semana antes do início do ano letivo, faremos uma checagem em todas as escolas para verificar a qualidade da água , mas temos a garantia da Cedae de que não haverá nenhum problema”, afirmou Fernandes, nesta terça-feira, em entrevista ao Bom Dia Rio, da TV Globo .

Ainda segundo o secretário, 50 mil alunos não conseguiram vaga nas escolas de preferência durante a primeira fase. Nesta terça-feira, está aberta a segunda fase de matrículas nas escolas estaduais para quem não foi alocado na primeira fase. São 150 mil vagas disponíveis na fase, e a listagem das unidades está disponível no site da secretaria.

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“Há áreas que sobram vagas e outras em que, historicamente, há carência. Nessas regiões, principalmente na Zona Oeste, nós já ampliamos a oferta. Bairros como Campo Grande, Jacarepaguá, Santa Cruz e Pedra de Guaratiba tiveram o número de vagas aumentados para garantir que todos os alunos estudem perto de casa”, garantiu.

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Segunda fase das matrículas

Quem não foi alocado na primeira fase terão até amanhã para escolher a escola no site Matrícula Fácil. Após o cadastro, o aluno ou o responsável terá dois dias para ir à escola selecioanda e confirmar a matrícula. Os que se inscreveram na primeira etapa e foram alocados e não confirmaram matrícula e os alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio que não participaram da primeira fase poderão se inscrever a partir do dia 23 de janeiro na segunda fase. É preciso ficar atento à documentação exigida.

“No ato da matrícula é necessário apresentar originais e cópias dos seguintes documentos: carteira de identidade ou documento que a substitua (certidão de nascimento ou casamento); CPF, se possuir; histórico escolar ou declaração da última unidade de ensino em que estudou, constando a série para a qual o aluno está habilitado; carteira de Identidade e CPF do responsável legal, no caso de menor de 18 anos; laudo comprobatório de deficiências declaradas (se for o caso) e comprovante de residência”, lista Fernandes.

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A rede estadual também vai abrir mais de 1.600 vagas em três novas escolas da capital, em imóveis que foram comprados pela Secretaria de Educação. No Colégio Estadual Deborah Mendes de Morais, antigo Colégio Figueiras, em Pedra de Guaratiba, serão abertas 590 oportunidades. No Colégio Estadual Rodrigo Otávio Filho, antigo Colégio Republicano, em Vaz Lobo, serão cerca de 600 vagas. Já no Colégio Estadual Mato Grosso, antigo Colégio Futuro VIP, a Seeduc ofertará mais de 450 oportunidades.

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O cadastro para transferência de alunos matriculados na rede estadual será antecipado do dia 27 para o dia 23 deste mês. Os estudantes que desejam trocar de escolas e turnos devem acessar o site Matrícula Fácil e selecionar a unidade com vaga disponível. Após a confirmação do cadastro, o aluno terá dois dias úteis para confirmar a vaga.

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Projeto de Lei de autoria do vereador Dilmair Callegaro concedeu ao Presidente Bolsonaro o título de cidadão sinopense.

Kayan Henrique

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Projeto de Lei de autoria do vereador Dilmair Callegaro concedeu ao Presidente Bolsonaro o título de cidadão sinopense.

A honraria foi entregue pelo Sindicato Rural de Sinop, na pessoa do Presidente Redivo, durante evento em Sinop na Impasa.

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Ex-secretário da Saúde do Rio afirma que governador em exercício recebia propina

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O ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos disse, como parte do acordo de delação premiada, que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, André Ceciliano (PT-RJ), falou durante uma conversa que desviaria parte dos R$ 100 milhões, valor que foi doado pelo Legislativo para ajudar no combate a Covid-19. O dinheiro seria transferido para as prefeituras do interior com influência dos deputados da Casa. A propina seria dividida entre o então vice-governador, Cláudio Castro, que assumiu o posto de Wilson Witzel, com o ex-secretário estadual da Casa Civil André Moura (PSC).

Cláudio Castro
Divulgação/Rafael Campos

Cláudio Castro está sendo acusado de estar envolvido em esquema de propina

Segundo o documento divulgado pelo jornal O Globo, Edmar falou que esteve com Ceciliano para falar do esquema e toda a movimentação do dinheiro seria feita sob os excedentes dos duodécimos da Alerj. Por conta das dificuldades de caixa do Executivo, foi proposto pela Assembleia doar as sobras, porém, de acordo com o ex-secretário de Saúde, tudo não passou de uma manobra para que o desvio fosse realizado em meio a pandemia.

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Edemar foi procurado por Ceciliano, conforme afirma a Procuradoria-Geral da República (PGR), pois ele queria ter certeza de que o dinheiro chegaria aos municípios “evidenciando que a estratégia tinha por objetivo maior atender aos interesses espúrios do grupo criminoso”. O esquema acontecia da seguinte forma: o dinheiro saía da Alerj e ia para a Secretaria Estadual de Saúde, depois disso, era encaminhado para os municípios específicos sinalizados por parlamentares. Segundo O Globo, foram 87 cidades beneficiadas com valores de aproximadamente R$ 1 milhão que deveriam ser voltados a construção de centros triagem, mas as obras não aconteceram em boa parte dos municípios.

Durante o depoimento, Edemar garantiu que Ceciliano falou que a propina seria dividida e que os políticos envolvidos receberiam em dinheiro vivo. Como exemplo, o ex-secretário da Saúde contou que foi chamado pelo presidente da Assembleia Legislativa para ajudar a resolver o problema do deputado estadual Márcio Canella (MDB), que teria pedido para a Alerj mandar R$ 25 milhões para Duque de Caxias, entretanto o então secretário André Moura falou ao presidente da Alerj que tinha esse valor.

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De acordo com Edmar, Canella teria ficado “furioso” em uma reunião que aconteceu no gabinete de Ceciliano e que ele gritou que “sairia da base do governo por não ter sido atendido”. Porém, ele não afirmou que o deputado recebeu propina. Após a reunião, o deputado estadual Rodrigo Bacellar (SD-RJ) o chamou para uma conversa sobre a divisão de propina. Ceciliano teria deixado claro que André Moura e Cláudio Castro participavam do esquema ao dizer que pretendia deixar de fazer o pagamento dos dois e deixar Edmar como único beneficiário, isso se ele ajudasse a receber o dinheiro. Ele afirmou que não disse se aceitava ou não a proposta.

Ainda de acordo com Edmar, em uma conversa com André Moura, ele notou que Moura pode ser o intermediário de Witzel para receber esses recursos ilícitos. Todos os citados negaram envolvimento no esquema.

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