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Justiça impede demissão de funcionários pela OS Viva Rio

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O plantão da Justiça do Trabalho concedeu na noite de ontem (20) liminar contra a demissão de 5.300 funcionários da organização social (OS) Viva Rio, que trabalham em unidades de saúde municipais do Rio de Janeiro.

A liminar foi pedida pelo Sindicato dos Auxiliares e Técnicos de Enfermagem do Rio de Janeiro e pela Comissão de Negociação dos Agentes Comunitários de Saúde do Município do Rio.

A Viva Rio anunciou ontem que dispensaria os funcionários depois que a prefeitura do Rio de Janeiro rescindiu contrato com a OS para gestão e fornecimento de mão de obra para unidades de saúde cariocas.

Para o juiz Marcel da Costa Roman Bispo, que concedeu a liminar, “há clara ameaça de direito e violação ao princípio da dignidade humana dos trabalhadores”. Segundo ele, a dispensa dos funcionários está impedida até que a OS informe como pretende pagar as rescisões contratuais e quais empregados serão aproveitados em outros postos de trabalho.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informou ontem (20) que rescindiu contrato com a OS, que atua na gestão das unidades de saúde de atenção primária da zona sul, regiões da Leopoldina e de Madureira, além das unidades de pronto atendimento do Alemão e da Rocinha e dos centros de atenção psicossocial Maria do Socorro Santos, na Rocinha, e João Ferreira Silva Filho, no Complexo do Alemão.

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Segundo a secretaria, a rescisão do contrato faz parte da substituição de todas as organizações sociais pela empresa pública municipal RioSaúde, que já é responsável pela gestão de 75 unidades de saúde, com o objetivo de gerar economia de R$ 200 milhões.

Em comunicado interno aos trabalhadores, a Viva Rio informou que o processo de demissão só será concluído se a prefeitura depositar recursos necessários para as rescisões até 7 de fevereiro. Caso contrário, as demissões serão suspensas.

Edição: Valéria Aguiar
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Johnson & Johnson inicia maior teste de vacina contra Covid-19 do mundo

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Vacina Johnson & Johnson inicia última fase dos testes

A farmacêutica Johnson & Johnson, que possui uma das candidatas a vacina contra Covid-19 mais avançadas do mundo, iniciou esta semana a fase final de testes do imunizante. Com 60 mil voluntários de diferentes países, a fase é considerada a mais ampla já feita até agora.

Os participantes da pesquisa estão nos Estados Unidos, Brasil e África do Sul, entre outros países. De acordo com a fabricante, a vacina terá apenas uma dose e os resultados devem ser conhecidos já no início do ano que vem.

Caso possua segurança e eficácia comprovada, a J&J pode receber uma autorização emergencial dos países. Até o momento, um estudo prévio já mostrou “resutados promissores” para a vacina, cujos resultados preliminares da última fase deve chegar nos próximos dois meses.

O mecanismo do imunizante utiliza um adenovírus, causador da gripe comum, que foi midificado em laboratório com o objetivo de incentivar o sistema imune humano a evitar a infecção pelo Sars-CoV-2. A Johson & Johnson espera uma produção de até 1 bilhão de doses após aprovação.

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Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19, gripe ou resfriado? Confira os sintomas

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BBC News Brasil

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BBC

Aprenda a diferenciar os sintomas da gripe, Covid-19 e resfriado

Em meio à pandemia do coronavírus, muitas dúvidas permanecem sobre os sintomas da covid-19, que, na maioria dos casos, são semelhantes aos de uma gripe comum.

A doença que o vírus Sars-Cov-2 provoca, a covid-19, é uma infecção respiratória que começa com sintomas como febre e tosse seca e, ao fim de uma semana, pode provocar falta de ar.

Segundo especialistas, seus sintomas são parecidos aos da gripe, mas caso o paciente tenha dificuldade de respirar, precisa buscar ajuda médica “urgente”.
De acordo com uma análise da OMS baseada no estudo de cerca de 56 mil pacientes na China, 80% dos infectados desenvolvem sintomas leves (febre, tosse e, em alguns casos, pneumonia), 14% têm sintomas graves (dificuldade em respirar e falta de ar) e 6%, quadros críticos (insuficiência pulmonar, choque séptico, falência de órgãos e risco de morte).

Entre os sintomas apresentados pelos pacientes, os mais comuns são a febre (cerca de 88% dos casos), a tosse seca (quase 68%) e a fadiga (38%). A dificuldade de respirar aconteceu em quase 19% dos pacientes, enquanto sintomas como dor de garganta e dor de cabeça atingiram cerca de 13%. Já a diarreia foi um sintoma de apenas 4% das pessoas com o novo coronavírus.

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No entanto, um levantamento com mais de 2 mil pacientes chineses publicado nesta semana na revista científica Pediatrics indica que os sintomas digestivos, como diarreia, vômitos e dores abdominais, apareciam com frequência em crianças infectadas pelo coronavírus.

Mas também é comum, sobretudo no inverno, apresentar tosse, febre, dores na garganta e na cabeça e sensação de fadiga por causa dos vírus da influenza, que provocam as gripes comuns.

De acordo com os especialistas, os sintomas devem ser monitorados e, caso permaneçam leves, podem ser tratados em casa.
No entanto, é preciso ter especial atenção a idosos e pessoas com baixa imunidade, mais vulneráveis ao novo coronavírus, e consultar um médico em caso de dúvidas.

“A gripe normalmente é a única que nos faz sentir dores musculares. E costuma durar entre três e cinco dias. Essas podem ser indicações de que se trata de um vírus comum”, disse à BBC News Brasil Heloisa Ravagnani, presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal em entrevista recente.

No caso do resfriado, os sintomas costumam ser ainda mais brandos e, em geral, apenas respiratórios — coriza, congestão nasal, tosse e dor de garganta, mas nem todos ocorrem ao mesmo tempo.

“Caso a pessoa esteja tossindo e tenha outros sintomas leves, não deve esquecer de usar máscara ao entrar em contato com outras pessoas e de higienizar bem as superfícies com as quais tiver contato. Ela pode não ter covid-19, mas, em um momento como esse, todo cuidado é bem-vindo”, acrescentou a infectologista.

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Há também confusão sobre os sintomas da covid-19 e da rinite alérgica sazonal.
As síndromes respiratórias alérgicas, comuns em períodos como outono e primavera, podem provocar coriza e congestão nasal, comuns a gripes, resfriados e à covid-19. Mas são marcadas normalmente por espirros, e dificilmente provocam tosse ou febre, segundo especialistas.

Termômetro
BBC

Especialistas explicam diferença entre os sintomas

“O importante é que as pessoas, mesmo sofrendo de alergia, resfriado ou gripe comum, mantenham a etiqueta respiratória. Ou seja, mantenham distância de 1 metro de outros espirrando ou tossindo; ao tossir ou espirrar, utilizem o antebraço ou um lenço, que deve ser descartado; e lavem sempre as mãos após tossir ou espirrar, para evitar disseminar outros vírus no ambiente”, disse o infectologista da Fiocruz Recife Paulo Sergio Ramos, também em entrevista recente.

Seguir estas regras também é importante pelo fato de que, de acordo com o mais amplo estudo já feito até agora sobre o novo coronavírus, realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China, 80% dos pacientes terão apenas sintomas leves. No entanto, há evidências científicas de que até mesmo uma pessoa sem sintomas pode transmitir o vírus.

Fonte: IG SAÚDE

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