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Mato Grosso

Governo do Estado finaliza COT UFMT e entrega complexo para universidade no dia 28

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Considerada uma das principais obras esperadas para a Copa do Mundo de 2014, o Centro Olímpico de Treinamento da Universidade Federal de Mato Grosso (COT UFMT) foi totalmente concluído e será entregue oficialmente à universidade no final de janeiro pelo Governo do Estado.

O complexo, que contou com investimentos de R$ 17,1 milhões, tem em sua estrutura um campo de futebol, uma pista de atletismo padrão internacional, que vem sendo utilizada desde 2018 para eventos esportivos, e arquibancada com capacidade para receber até 1,5 mil pessoas.

Segundo informações da equipe técnica da Secretaria Adjunta de Obras Especiais, da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), que coordenou os trabalhos na gestão atual do governo estadual, o término da obra foi possível após uma série de tratativas com a empresa responsável pela obra e a quitação de pagamentos (multas, glosas, retenções judiciais, entre outros), que não vinham sendo feitos desde 2014, bem como a resolução de pendências técnicas realizadas em parceria com a UFMT, responsável pelo projeto do COT.

O secretário Marcelo de Oliveira, titular da Sinfra, afirmou que a finalização de obras remanescentes da Copa do Mundo foi uma solicitação governador Mauro Mendes ainda no início da gestão e vem sendo cumprida.

“No início da sua gestão o governador nos pediu para que fizéssemos um trabalho muito sério para que pudéssemos retomar essas obras e dar uma conclusão. É inadmissível que um Estado espere sete a oito anos para entregar uma obra como a implantação e duplicação da Avenida Parque do Barbado e o COT UFMT, que eram para estar finalizadas em 2014. E agora as duas estão finalizadas”, salientou.

Complementando o tema, o titular da Infraestrutura citou que a Sinfra atuou ainda em 2019 para retomada dos trabalhos de revitalização do Córrego Mané Pinto, na Avenida 8 de Abril.

“Nossa previsão é de entregar essa obra em dezembro de 2020”, destacou ele, revelando que a equipe da Sinfra trabalha agora para reiniciar este ano as obras de revitalização e duplicação da Avenida Arquimedes Pereira Lima (Estrada do Moinho), cujas tratativas com a construtora tiveram início no primeiro ano da atual gestão da pasta.

Reiterando a fala, o secretário adjunto de Obras Especiais, Isaac Nascimento Filho, afirmou que toda as metas traçadas para 2019 foram executadas pela Adjunta. “Conseguimos vencer diversos imbróglios técnicos e jurídicos referentes a contratos remanescentes da Copa. Estamos bastante satisfeitos com o trabalho da equipe e em 2020 vamos continuar atuando para destravar outras obras importantes”, pontuou.

Obra do COT

O Centro Olímpico de Treinamento da UFMT (COT UFMT) conta com uma área construída de 5,4 mil metros quadrados e uma arquitetura moderna. Os vários espaços do complexo estão divididos em três pisos e a área externa engloba arquibancada para o público, pista de atletismo e campo de futebol.

De acordo com a equipe de engenharia da Sinfra, a estrutura do COT é completa, composta por dois vestiários climatizados (com uso de placas solares) com espaço destinado a aquecimento dos atletas, uma sala para comissão técnica e uma segunda para apoio médico.

O local possui ainda oito banheiros, sendo quatro para Portadores de Deficiência (PCDs). Quatro deles estão no primeiro piso e outros quatro no segundo. A estrutura comporta também seis salas de aula, quatro camarotes, um local para lanchonete, sala antidoping, auditório, elevador com acessibilidade, duas salas de apoio, uma sala técnica, dois depósitos e um mirante.

Na parte de fora, ficam a pista de atletismo, construída seguindo padrão internacional estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT), e o campo de futebol, que possui quatro torres de iluminação, com refletores.

Conforme informações da área de engenharia e fiscalização da obra, desde o primeiro semestre de 2019, quando foram retomados os trabalhos para conclusão do COT UFMT uma série de serviços foram concluídos. Entre eles, a finalização das instalações de prevenção e combate a incêndio; conclusão das instalações hidrossanitárias (água fria e água quente), além de loucas e metais; fixação de esquadrias; instalação de ar condicionado; comunicação visual do empreendimento; colocação do elevador, sistema de catracas; instalação dos armários dos vestiários, além da implantação do piso monolítico (que proporcionam unidade); rampa e calçamento, bem como, pintura, iluminação e paisagismo.

Fonte: GOV MT
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Condições ideais de solo e clima atraem pequenos produtores para o cultivo de flores tropicais em MT

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Neste período de chuva a produção de flores tropicais aumenta em 30% no Campo Experimental da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), no município de Acorizal (62 km ao Norte de Cuiabá).

A pesquisadora da Empaer, Eliane Maria Forte Daltro, explica que a fenologia e a viabilidade produtiva das espécies estrelícias, helicônias, bastões do imperador, alpínias, antúrios, costus tem sido estudadas como mais uma alternativa de renda para a agricultura familiar.

A pesquisadora destaca que o Estado possui características de solo, clima e localização geográfica privilegiadas para o desenvolvimento de uma floricultura eficiente e competitiva.

“Na época da chuva as flores ficam mais vigorosas e produtivas. E no período da estiagem (junho a agosto) a produção diminui, principalmente por causa da baixa unidade relativa do ar, motivo pelo qual, requer irrigação para o desenvolvimento da cultura”, esclarece.

A floricultura tropical é uma atividade geradora de emprego e renda

As flores tropicais são plantas perenes e podem ser cultivadas em áreas impróprias para outras atividades agropecuárias.  Ela comenta que Mato Grosso tem todas as condições para se tornar um grande produtor e exportador de excedentes de flores tropicais. É consumidor potencial, mantendo total relação de dependência com as principais regiões produtoras para o seu abastecimento.

No Campo Experimental estão sendo desenvolvidas 12 variedades diferentes de antúrios, mais de 10 espécies de helicônias, alpínias, sorvetão (gengibre ornamental), bastão do imperador, costus, estrelícias e algumas folhagens. Conforme estudos, após o plantio, dependendo da espécie, a primeira colheita leva em média de oito a 12 meses. No segundo ano, as plantas são mais produtivas.

“A atividade de produção de flores possibilita múltiplas formas de exploração e diversidade de cultivo que podem ser: produção de flores de corte, plantas envasadas, folhagens, plantas de interior e viveiros de produção de mudas para jardins”, salienta.

A pesquisadora Eliane mostra a viabilidade do cultivo para agricultores

A floricultura tropical é uma atividade geradora de emprego e renda, fixadora de mão-de-obra no campo e alternativa de diversificação da produção em pequenas propriedades rurais, promovendo o rápido retorno do capital empregado em face do ciclo curto da maioria das plantas cultivadas, possibilitando uma remuneração acima da média.

O projeto de flores tropicais tem atraído produtores dos municípios de Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Sorriso e Rondonópolis que estão cultivando em áreas menores que dez hectares e que despertaram para uma oportunidade de negócio. Segundo Daltro, a floricultura comercial abrange o cultivo de flores e plantas ornamentais com variados fins que incluem desde as culturas de flores para corte, produção de mudas arbóreas e as de porte elevado. Envolve a produção, o comércio e a distribuição de flores e plantas cultivadas com fim ornamental.

A Empaer desenvolve pesquisas com flores tropicais desde 2009. De acordo com a pesquisadora, começou a pesquisar outras espécies para inserir no cultivo com a finalidade de atender os agricultores familiares. “Estamos buscando novas opções de flores e folhagens para diversificar a produção”, enfatiza Daltro.

Fonte: GOV MT
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FCO disponibiliza R$ 2,3 bilhões para investimento em Mato Grosso

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As linhas de financiamento do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO) já estão disponíveis para os empresários mato-grossenses. Em 2020, foram aportados R$ 2,3 bilhões para o estado, destes R$ 1,1 bilhão para o FCO Rural.

A Câmara Técnica de Política Agrícola e Crédito Rural (CPACR) já realizou duas reuniões ordinárias neste ano, em que analisou cartas consultas que pleiteiam os empréstimos. No primeiro encontro, foram analisadas 154 cartas e, no segundo, 61 cartas, totalizando R$ 489 milhões destinados a variados empreendimentos rurais.

De acordo com o superintendente de Política da Agricultura e Pecuária da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Eldo Leite Gatass Orro, as operações abaixo de R$ 500 mil podem ser feitas pelos interessados diretamente no Banco do Brasil. As operações acima de R$ 500 mil devem passar pela CPACR da secretaria.

Para operações acima de R$ 500 mil, o produtor rural contrata um projetista cadastrado na instituição financeira e elabora a carta consulta e protocola na agência. Aí é enviada para a superintendência regional do banco, que encaminha para a Sedec para ser analisada na CPACR e homologada pelo Conselho de Desenvolvimento Agrícola Empresarial (CDAE).  Todo o trâmite é feito pela instituição financeira.

Fonte: GOV MT
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