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5 motivos para você não perder o musical “A Cor Púrpura”

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A breve temporada de “A Cor Púrpura” está entrando em sua reta final, mas ainda dá tempo de se encantar com esse espetáculo que coloca em foco uma mulher que vence todas as dificuldades espalhando o amor. Em cartaz no Teatro Net, em São Paulo, até o dia 16 de fevereiro, o musical segue os moldes da premiada montagem da Broadway.

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Divulgação/Rafael Nogueira

“A Cor Púrpura” está em cartaz em São Paulo, no Teatro Net


Elenco, trilha sonora e assuntos abordados colocam “ A Cor Púrpura ” em um patamar de destaque e, pensando nisso, o iG listou cinco bons motivos para você não perder esse musical. Confira!

1. História que dialoga com a atualidade

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Divulgação/Rafael Nogueira

O musical se passa no século XX e é inspirado em um livro

O espetáculo se passa na primeira metade do século XX em uma zona rural dos Estados Unidos, mas impressiona por tratar de assuntos tão atuais. Inspirado no livro “A Cor Púrpura”, escrito por Alice Walker há mais de 35 anos, a história narra a trajetória de Celie (Letícia Soares), que na adolescência é vendida pelo pai para um fazendeiro – que a despreza por achá-la feia. O maior sofrimento de Celie é que com isso ela é separada de sua irmã caçula, Nettie (Ester Freitas).

Nesse cenário, o musical explora vários temas relevantes sendo que o principal é a opressão que as mulheres sofrem em uma sociedade machista. Questões sociais, étnicas e de gênero também estão presentes na história e mostram que alguns pensamentos, infelizmente, continuam similares ao do século passado. No decorrer da história, mulheres fortes surgem para mostrar a Celie que é possível se reinventar e vencer o sexismo, a violência e abuso.

2. Representatividade no elenco

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Divulgação/Rafael Nogueira

O elenco conta com 17 atores e narra a história de uma mulher que luta contra o ódio

O talento dos artistas em cena não passa despercebido e esse é um dos pontos fortes do espetáculo. O elenco é formado por 17 atores, todos negros, que entregam muito em cena. Além de interpretarem ao vivo músicas que exigem uma grande extensão vocal, os artistas conseguem emocionar e dosar isso com as cenas cômicas que deixam “A Cor Púrpura” mais leve.

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Letícia Soares se destaca como a protagonista que vence o ódio com o amor. Segundo o próximo diretor e idealizador do espetáculo no Brasil, Tadeu Aguiar, o musical traz uma representatividade negra e feminina para o teatro.

3. Aclamado e premiado

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Divulgação/Rafael Nogueira

“A Cor Púrpura” fez sucesso na literatura, no cinema e também no teatro

A trajetória de Celie é um sucesso na literatura, no cinema e no teatro. A escritora Alice Walker fez história ao ser a primeira mulher negra a ganhar o prêmio Pulitzer pelo livro “A Cor Púrpura”. A adaptação para o cinema aconteceu em 1985, pelas mãos de Steven Spielberg, e recebeu 11 indicações ao Oscar. A versão musical chegou a Broadway em 2005 e, em 2016, foi feita uma nova montagem que levou duas estatuetas no Tony Award e o Grammy de Melhor Álbum de Teatro Musical.

4. Trilha sonora de arrepiar

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Divulgação/Rafael Nogueira

As músicas do espetáculo chamam atenção e mostra uma mistura de ritmos

É difícil não se emocionar com a trilha sonora criada por Brenda Russell, Allee Willis e Stephen Bray. O espetáculo foi traduzido Artur Xexéo, que, sem perder a essência das letras, tomou a liberdade de se afastar da tradução literal para respeitar o efeito sonoro das canções. “Há, na peça, todo tipo de música negra americana: spirituals, blues, work songs, etc. Muito da ação é transmitida pela música. Então, a versão não pode tomar muitas liberdades. Tem que respeitar a intenção da letra original”, comentou o versionista. A orquestra do musical é formada por oito músicos que tocam ao vivo.

5. Cenários e figurinos bem estruturados

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Divulgação/Rafael Nogueira

Os figurinos e o cenário foram pensados para ambientar o sul do Estados Unidos do século XX

A cenografia do espetáculo conta com uma casa giratória que é usada de diferentes formas ajudando a construir a história da protagonista. Esse elemento central fica em um palco giratório de 6 metros de diâmetro. Uma escadaria, também giratória, contorna a casa e é usada para representar os ambientes externos. A estrutura foi inspirada nas construções do sul dos Estados Unidos.

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Já os 90 figurinos de época foram feitos com cerca de 350 metros de tecidos e passaram por um processo de tingimento artesanal. Como na época em que o espetáculo se passa as roupas eram costuradas a mão, os figurinos seguem uma linha mais artesanal – algo importante visualmente já que a protagonista de “ A Cor Púrpura ” encontra na costura um refúgio e uma fonte de renda.

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Ostentando boa forma, Taís Araújo sensualiza de biquíni

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Na noite da última quinta-feira (27), Taís Araújo atualizou sua conta do Instagram com uma imagem para lá de sensual. A fotografia, na qual a atriz da Globo exibe boa forma em um pequeno biquíni, não é recente e na legenda ela explicou o motivo de querer reviver o momento.

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Taís Araújo arrow-options
Reprodução Instagram

Taís Araújo

“Eu amo esse cabelo e adoraria estar nesse mar e de férias. Vale sonhar com férias faltando 4 meses pra elas chegarem? Por que depois de ‘ Amor de Mãe ‘ ainda tem ‘Aruanas’, minha gente!”, escreveu Taís Araújo , citando a novela e uma minissérie da Globo .

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No ar na novela “Amor de Mãe”,  Taís Araújo  falou à coluna de Patrícia Kogut recentemente sobre as cenas quentes que tem gravado com Vladmir Brichta. “nós vamos fazendo. Não tem história, não. Vlad é um dos meus melhores amigos, um dos melhores amigos do meu marido… A gente é família: eu, Adriana (Esteves), Vladimir. A gente é tudo comadre e compadre. (Eu digo): ‘Vamos embora fazendo, acabar essa cena aqui logo. Sete, oito, sete, oito’ (risos)”, relatou ela, que interpreta Vitória.

Fonte: IG GENTE

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Reviravolta: Rose Miriam e Gugu tinham conta conjunta nos EUA

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Embora esteja perdendo no processo do inventário de Gugu Liberato para que o testamento deixado pelo apresentador seja invalidado e tenha seu nome reconhecido como herdeira, Rose Miriam acaba de entrar com um novo processo para provar a união estável que tinha com o comunicador.

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Gugu e filhos


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A ação, que teve início na semana passada, já tramita com dezenas de provas anexadas na inicial do processo. Entre elas, consta a principal: uma correspondência que mostra que Rose e Gugu mantinham uma conta conjunta no Bank Of America, nos Estados Unidos. Pra quem não sabe, conta conjunta é um dos principais indícios que levam a Justiça a reconhecer a união estável de um casal que tenta provar o relacionamento.

Conta conjunta Rose Mirian e Gugu Liberato arrow-options
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Rose e Gugu tinham conta conjunta em banco nos Estados Unidos


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Além da conta, consta também uma carta de Gugu para Rose: “Querida Rose, gostei muito de te ver e fico feliz em ver que você se realiza como médica, o que me deixa muito orgulhoso. Estou lendo o livro que você me deu, aos poucos, porque este final de ano está sendo bravo! Quero desejar um feliz Natal com saúde e muita paz. Vamos nos ver mais em 2001! Beijão, Gugu”, escreveu o apresentador na carta enviada à médica em dezembro de 2000, antes mesmo do nascimento de João Augusto Liberato, o primogênito de Gugu, hoje com 18 anos.

Rose alega ter entrado com a ação para ser reconhecida como viúva de Gugu e ter direito a 50% da herança, pelo fato de estar passando por uma situação financeira difícil. “Tive de pedir dinheiro emprestado a uma amiga para fazer compras de mercado”, conta, em entrevista exclusiva à Veja, a mãe dos três filhos do apresentador.

Fonte: IG GENTE

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