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Internacional

Brasil trabalha com paraguaios na recaptura de presos fugitivos

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Após a fuga de 75 prisioneiros da Penitenciária Pedro Juan Caballero, no Paraguai, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou que o governo brasileiro está trabalhando junto com as força de segurança paraguaias para impedir a entrada dos criminosos no Brasil.

“Estamos trabalhando junto com as forças estaduais para impedir a reentrada no Brasil dos criminosos que fugiram de prisão do Paraguai. Se voltarem ao Brasil, ganham passagem só de ida para presídio federal”, disse Moro pelo Twitter.

Em outra postagem, o ministro disse ainda que está à disposição do Paraguai para ajudar na recaptura dos presos, que integram o Primeiro Comando da Capital (PCC).

“Estamos à disposição também para ajudar o Paraguai na recaptura desses criminosos. O Paraguai tem sido um grande parceiro na luta contra o crime”, escreveu.

Fuga

Nas primeiras horas deste domingo (19), 75 prisioneiros escaparam da penitenciária por um túnel. Inicialmente, a ministra da Justiça do Paraguai, Cecilia Pérez, disse que 91 presos haviam fugido. Pouco depois, a ministra corrigiu o número de fugitivos para 75.

O chefe de Segurança, Matías Vargas, e o diretor da penitenciária, Cristian González, foram demitidos. Também foram presos cinco guardas da prisão.

“Impossível que eles não tenham visto a quantidade de areia em uma das celas. O túnel foi cavado de uma cela que vai para o lado da prisão. Não é possível que os funcionários não tenham visto uma saída no perímetro da penitenciária. Existe um conluio brutal óbvio”, disse a ministra Pérez.

Edição: Fernando Fraga
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Internacional

Guaidó anuncia volta da Venezuela à Comunidade Andina de Nações

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O presidente do Parlamento venezuelano, o opositor Juan Guaidó, anunciou hoje (20) o regresso da Venezuela à Comunidade Andina de Nações (CAN), da qual deixou de fazer parte em 2006.

“A Venezuela regressa à CAN, de onde não devia ter saído” anunciou o líder opositor em sua conta no Twitter.

Guaidó acrescentou que falou “com o presidente da Colômbia, Ivan Duque, e com representantes dos ministérios de Relações Exteriores do Equador, do Peru e da Bolívia sobre a importância de fazer parte do Sistema Andino de Integração (SAI)”.

“Faremos a Venezuela juntar-se, de imediato, às medidas de migração e mobilidade. E tornar mais eficaz o processo de integração, com uma agenda nas áreas de comércio, investimentos, serviços, interligação e identidade andina”.

Em 2006, a Venezuela abandonou a CAN, numa decisão do antigo presidente Hugo Chávez, que dirigiu o país de 1999 até sua morte em 2013, depois de ter acusado o organismo de estar “ferido de morte”, na sequência de acordos de livre comércio assinados pela Colômbia e o Peru com os Estados Unidos.

Em 1969, o Pacto Andino, também conhecido como Acordo de Cartagena, foi criado entre a Bolívia, Colômbia, o Chile, Equador e Peru. A Venezuelana integrou o grupo em 1973.

Em 1997, o Pacto Andino passou a chamar-se Comunidade Andina de Nações, em decisão tomada durante cúpula realizada em março de 1996, em Trujillo, no Peru.

*Emissora pública de televisão de Portugal

Fonte: EBC
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Internacional

Médico japonês conta como é seu trabalho no navio Diamond Princess

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Um médico japonês, que lida com o surto do novo coronavírus (Covid-19) no navio de cruzeiro Diamond Princess, sob quarentena nas proximidades de Tóquio, descreveu seu trabalho a bordo.

Mineo Matsubara está no navio desde o dia 13 de fevereiro como membro da Equipe de Assistência Médica para Desastres.

Ele lidera um grupo que lida com passageiros com febre. Os membros da equipe fazem uma triagem de pacientes cujas condições pioraram e os enviam para instalações médicas.

Matsubara disse que quando chegou, a situação era bastante séria, já que muitos idosos apresentavam febre alta.

O foco de sua equipe era encontrar pessoas em estado grave, ou aqueles sob risco, e enviá-los a hospitais.

Ele afirmou que sua prioridade era salvar vidas, comprometendo de certa forma medidas de prevenção de infecções.

Acrescentou que a situação no navio está em grande parte sob controle agora, com menos pessoas apresentando febre e quase ninguém em estado grave.

O foco no momento é enviar ao hospital aqueles que testarem positivo para o vírus, mas que não apresentarem sintomas.

Matsubara informou que segue instruções de especialistas da Sociedade Japonesa para Controle e Prevenção de Infecções.

Isso significa usar roupa de proteção com duas camadas de luvas, só removendo o equipamento em áreas designadas.

Ele afirma que quando é alertado sobre alguém apresentando febre, primeiro faz perguntas sobre sua condição por telefone. Em alguns casos, pode apenas receitar medicamentos.

Quando há necessidade de ver um paciente, ele abre a porta do quarto e faz perguntas a uma distância de 1,5 metro. Se for necessário examinar o paciente, ele pede auxílio de outra equipe médica com roupa de proteção completa.

*Emissora pública de televisão do Japão

Edição: –

Fonte: EBC
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