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Primeiro Corvette C8 é arrematado nos EUA por US$ 3 milhões

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Chevrolet Corvette C8: primeiro exemplar do supercarro produzido pela GM surge no palco do leilão da barret-Jackson Scottsdale

O primeiro Chevrolet Corvette C8 produzido em série foi arrematado por nada menos que US$ 3 milhões, o equivalente a cerca de R$ 12,3 milhões numa conversão simples. A raridade apareceu no palco do leilão organizado pela Barret-Jackson Scottsdale com a CEO da GM, Mary Barra, ao volante, seguido por um breve discurso da executiva.

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Todo dinheiro arrecadado com a venda do primeiro Chevrolet Corvette C8 irá para a instituição que ajuda crianças carentes de Detroit (EUA). Os lances começaram com US$ 200 mil e foram subindo, passando para US$ 250 mil, US$ 500 mil, US$ 750 mil até chegar a US$ 1 milhão.

Em seguida, chegaram a oferecer US$ 1,2 milhão, US$ 1,5 milhão, US$ 1,7 milhão e parou nos US$ 2 milhões. Mas, para surpresa de todos, no final, dono de equipe de NASCAR, Rick Hendrick, arrematou o supercarro pelos US$ 3 milhões e entrou para a história.

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O Chevrolet Corvette C8 é o primeiro fabricado com motor central. E a unidade número 1 a sair da linha de montagem terá, entre outros itens, pacote especial Z51 que inclui bancos esportivos GT2.

A versão Stingray conta com o motor 6.2 V8 LT2 herdado do Corvette C7, mas retrabalhado para o uso na posição central-traseira. Com o pacote Z51, o propulsor é capaz de desenvolver 495 cv. Ele trabalha em conjunto com uma transmissão do tipo transeixo de oito marchas e dupla embreagem, que traciona as rodas traseiras e permite ao esportivo acelerar de 0 a 100 km/h em cerca de três segundos.

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Os preços do novo Chevrolet Corvette C8 ainda não foram divulgados oficialmente. Mas o presidente da GM dos EUA, Mark Reuss, chegou a declarar que o carro partirá de cerca de US$ 60 mil. O fim de junho de 2019 o ultimo Corvette da sétima geração foi arrematado por US$ 2,7 milhões.

Fonte: IG Carros
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Royal Enfield testa modelo que deve substituir as 500 cc

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Royal Enfield Bullet 500: Antecessora das surpresas da marca indiana, possivelmente ainda para 2020

Com a chegada do novo motor 650 cc, a Royal Enfield deixou de recolher pedidos para as Bullet 500, Classic 500 e a Thunderbird 500, com o motor antigo. Pouco tempo depois, oficializou o fim da linha para elas e fez uma série especial de despedida. Entretanto, flagras do site indiano  Autocar India apontam que a marca já está trabalhando em uma nova motocicleta que pode ocupar o espaço deixado pelas finadas.

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O foco, com a continuidade da linha 500 cc será, antes de tudo, adequar-se às regras de emissões de poluentes mais recente. Os novos modelos darão continuidade ao projeto que é um dos mais longevos no universo das duas rodas, uma vez que se originou em 1932 e não contou com tantas mudanças ao longo de todo esse tempo. A nova Royal Enfield deverá seguir com o banco inteiriço, as tampas laterais quadradas e o paralama traseiro grande.

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Seu motor monocilíndrico de 499 cc de cilindrada, refrigerado a ar, que antes produzia 27,2 cv e 4,2 kgfm, poderá, entretanto, ver seu rendimento ser ligeiramente alterado, em um novo acerto de mistura ar-combustível — para ser aprovado nas emissões de poluentes.

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Concepção quase centenária deve sofrer apenas algumas mudanças menores no exterior, para conferir um pouco mais de modernidade

Se não mudar em relação às Bullet 500 e Classic 500 que saíram de linha nos outros componentes mecânicos, as suspensões seguirão o padrão e o garfo telescópico com tubos de 35 mm de diâmetro e curso de 130 mm na dianteira, junto a dois amortecedores a gás na traseira. O curso de 80 mm e o ajuste na pré-carga das molas foram pensados para dar mais conforto. Com 190 kg de peso total, o chassi tubular tipo diamante faz, por sua vez, com que tenha rigidez.

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Já o painel da nova Royal Enfield pode permanecer com dois instrumentos redondos que ficam embutidos sobre a mesa superior da suspensão dianteira, onde também está o farol, duas luzes de posição e a chave de ignição. Nele, estão contidos velocímetro analógico com hodômetro total e as luzes-espia. Entre elas, três indicadores do sistema de injeção de combustível, do ABS e de alerta de reserva no tanque de combustível.

Fonte: IG Carros
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Projeto de lei com texto aprovado quer o fim dos carros a gasolina

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Projeto busca estimular matrizes energéticas mais sustentáveis que o combustível fóssil; veja os detalhes

Rio – A partir do primeiro dia de janeiro de 2030, novos veículos movidos a gasolina ou diesel serão proibidos no Brasil. Parece mentira, mas não é. Pelo menos não totalmente. O fim dos veículos capazes de rodar com combustíveis fosseis é o que propõe o Projeto de Lei 304/2017, do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teve seu texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, na última semana.

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De acordo com a proposta do senador piauiense, a partir de 2030 só poderão ser vendidos por aqui veículos movidos a biocombustível, o que inclui o já conhecido etanol e o biodiesel. Além, é claro de modelos abastecidos diretamente das tomadas por eletricidade, que ainda engatinham por aqui. Nem híbridos serão permitidos, segundo projeto. 

Em 2040, a limitação interromperia a circulação de todos os veículos movidos a combustíveis fósseis e não só os novos. Os únicos modelos livres de tal impedimento, segundo o Projeto de Lei, seriam os veículos de coleção, oficiais ou diplomáticos.

Exemplo

Apesar de parecer radical, a proposta de Nogueira está no mesmo caminho de iniciativas vistas em países desenvolvidos. No Reino Unido e na França, por exemplo, esse tipo de veículo não será mais comercializado a partir de 2040.

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A proposta, que tramita desde 2017, ainda depende de avaliação na Comissão de Meio Ambiente, responsável por ponderar eventuais impactos na mudança de matriz energética, assim como a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Só depois disso, o projeto irá para sanção de deputados, senadores e, por último, pelo Governo Federal.

Fonte: IG Carros
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